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BC não deve mirar cotação nem desperdiçar seus dólares – 17/12/2024 – Opinião
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Não se sabem ao certo os objetivos e a estratégia do Banco Central ao fazer intervenções massivas no mercado de câmbio desde a semana passada. Sabe-se apenas que o plano é de baixa eficácia.
De quinta-feira (12) até esta terça (17), o BC despejou na praça US$ 12,8 bilhões —dos quais US$ 5,8 bilhões em vendas à vista, com impacto direto nas reservas da instituição. A despeito da dinheirama, a cotação do dólar se mantém em patamares nominais históricos e fechou perto de ainda assustadores R$ 6,10.
Pior, a atuação mal explicada adicionou incertezas em torno da política econômica, levando a um novo salto dos juros de mercado, que já incorporam projeções de uma alta da Selic, a taxa básica, dos atuais 12,25% para 15% ao ano ou mais.
Em um regime de câmbio flutuante, que o Brasil adota desde 1999, o BC não busca interferir nas cotações, que devem variar conforme os movimentos de demanda e oferta, equilibrando-os. Graças a essa política, o país deixou para trás uma longa e penosa tradição de crises provocadas por escassez de divisas.
Esse entendimento fora reafirmado no início deste dezembro pelo próprio diretor Gabriel Galípolo, prestes a assumir o comando do BC, segundo o qual a instituição “não segura no peito” o dólar —como desejam abertamente expoentes petistas.
Intervenções no mercado devem se limitar a momentos atípicos, de problemas pontuais na oferta ou de especulação aguda. É no mínimo duvidoso qualificar assim a conjuntura atual.
Existe uma razão cristalina e persistente para a escalada do dólar, que ultrapassou o patamar de R$ 5 em abril e o de R$ 6 no final de novembro —a desconfiança crescente e justificada quanto ao compromisso do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o reequilíbrio do Orçamento e o controle da dívida pública.
Há oito meses, o Executivo afrouxou as metas para os saldos das contas do Tesouro; mais recentemente, anunciou um pacote frustrante de contenção de gastos, ora em exame no Congresso.
Haverá quem ache exagerada a reação do mercado, e de fato podem ocorrer movimentos irracionais em situações de grande tensão. Para restabelecer alguma tranquilidade, o melhor caminho é uma indicação crível de reforço à política fiscal.
O BC dispõe de cerca de US$ 360 bilhões em reservas, que garantem ao país segurança nas transações com exterior, de importações ao pagamento de dívidas. Esse montante foi adquirido, a um custo elevado, ao longo de anos em que a bonança da economia global gerava aqui fartos excedentes de dólares.
São recursos preciosos, que não podem ser desperdiçados em uma eventual tentativa de mascarar fragilidades na gestão da economia. O BC autônomo, que mostrou coragem ao promover um choque de juros para conter a inflação, precisa zelar por sua credibilidade na seara cambial.
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.
A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.
As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.
“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”
O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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