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Bernard Arnault critica o plano de sobrecarregar empresas francesas, o governo diz “entender sua raiva”, mas justifica a medida

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O líder do conglomerado de luxo LVMH Bernard Arnault apresenta os resultados anuais de 2024 do grupo em Paris, 28 de janeiro de 2025.

Enquanto o CEO do World Number One Luxury, LVMH, Bernard Arnault, denunciado na terça -feira, 28 de janeiro, o aumento dos impostos sobre as empresas francesas planejadas para o orçamento de 2025, o porta -voz do governo Sophie Prima disse “Entendendo sua raiva”, enquanto defendiam uma medida temporária diante de um “Passo ruim” Orçamento, quarta -feira.

À margem da apresentação dos resultados do grupo na terça -feira, Bernard Arnault criticou o projeto de sobretaxa fornecido pelo executivo, que ele descreveu como «Tributação du feita na França» Quem “Empurra para a realocação”. “Volto dos EUA e pude ver o vento do otimismo que reinou neste país. E quando você volta para a França, é um chuveiro frio ”disse na terça -feira aquele que foi visto com seus filhos entre as dezenas de convidados mais próximos de Donald Trump na cerimônia de inauguração do presidente dos EUA.

“Eu entendo sua raiva. Entendo que, na condição orçamentária em que estamos, todos devem participar dos esforços ”disse Sophie Primas, questionou em reação a seus comentários, durante o relatório do Conselho de Ministros. Comparando o homem mais rico da França e seu grupo com “Um monumento econômico”o porta -voz do governo argumentou: “Nossa política pró-negócios (…) não faz dúvidas, simplesmente temos no momento esse objetivo que é manter o déficit de 5,4 % e fornecer ao orçamento da França. É um passe ruim, é temporário “.

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“Na condição orçamentária em que nos encontramos, todos devem participar dos esforços que pedimos temporariamente”ela disse, lembrando que François Bayrou está comprometido em limitar a aplicação dessa sobretaxa a um ano. “Quando você tem um grande empreendedor que expressa esse tipo de preocupação, você tem que ouvir”disse o delegado do ministro encarregado da Europa, Benjamin Haddad, no microfone de Franceinfo, enquanto enfatizava que o país “Precisa passar um orçamento, reduzir nosso déficit e reduzir as despesas públicas”.

Ameaça realocar workshops nos Estados Unidos

Durante sua fala na terça -feira, Bernard Arnault enfatizou que“Nos EUA, os impostos cairão para 15 %, os workshops são subsidiados em uma série de estados e o presidente (Trunfo) Incentiva isso “. “Quando chegamos à França, e vemos que estamos prestes a aumentar os impostos em 40 % em empresas que fazem na França, ainda é quase crível. Então, vamos tributar o “feito na França” “continuou o CEO da LVMH.

Ele acrescentou: “Para resfriar as energias, é difícil melhorar. Para impulsionar a realocação, é ideal (…) não sei se é realmente o objetivo do governo, mas, de qualquer forma, chegará a ele ”. Segundo ele, “Ninguém acredita nele, uma vez que aumentamos os impostos em 40 %, o que os reduzirá em 40 %?” »».

O Sr. Arnault alude à sobretaxa de impostos corporativos, planejada, para a maior, no orçamento atualmente em preparação para o ano de 2025. Essa sobretaxa, que pode subir até 40 % para empresas mais de três bilhões de euros na rotatividade, assim como o O caso da LVMH deve trazer cerca de 8 bilhões de euros para o estado este ano.

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“Somos fortemente solicitados pelas autoridades americanas para continuar nossos locais” workshops, disse Arnault, acreditando que “No ambiente atual, é algo que(e LVMH) Olhe seriamente “. Questionado sobre possíveis impostos aduaneiros impostos pelos Estados Unidos, Bernard Arnault, por outro lado, respondeu “Prefira não se expressar e tentar agir em silêncio”.

Fortes críticas à esquerda

Suas declarações, não surpreendentemente, provocaram fortes críticas à esquerda. “” Patriotismo de Bernard Arnault? Está sempre pagando menos impostos na França e ameaçando ir para os EUA. Patriotismo de papelão! “, Em particular, o líder do Partido Comunista, Fabien Roussel, em X. Quando Marine Tondelier, estimado na França 2 que “ Ele realmente não tem vergonha ”.

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“Em 2024, os dividendos chegaram a um recorde na França”, castigou o Secretário Nacional de Ecologistas, denunciando seu “Cota de carbone”como uma das maiores fortunas do mundo. “Não apenas, Bernard Arnault, que obtém, lucros, superpros, deve pagar mais impostos, mas ele deve até pagar um ISF (Imposto sobre a riqueza) clima, e seria apenas normal “ela disse.

Por sua parte, o deputado “rebelde” Antoine Léaument escreveu em X: “ Se Bernard Arnault quer ir para os EUA, ele sai. O estado tem um poder de requisição. Requisição dos bens daqueles que traem seu país e fugem o imposto. Força à lei, em baixos traidores. »»

Após um ano passado, a LVMH anunciou na terça -feira uma queda de 17 % de seu lucro líquido anual em 2024, para 12,55 bilhões de euros e um declínio de 2 % de seu faturamento anual, em 84,7 bilhões de euros.

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O mundo com AFP e Reuters

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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