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Brasileira mostra marmita do Japão que esquenta sozinha, sem forno; vídeo

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Essa jovem brasileira, a Mariana Oliveira, descobriu no Japão uma marmita que esquenta sozinha e já vem pronta. Basta puxar um fiozinho. – Foto: @sonhealtoviagens

Imagina uma marmita que esquenta sozinha, sem necessidade de forno, micro-ondas nem fogão? Sim, ela existe no Japão e foi mostrada nas redes por uma jovem brasileira que viaja o mundo. Mariana Oliveira ficou espantada e mostrou como a novidade funciona.

“Bem quentinho. Olha só japonês para fazer uma coisa dessa funcionar e ser boa a comida”, afirmou a jovem, que saboreou a “matula” que esquentou sozinha, comprada numa estação de trem.

A marmita tem um compartimento com água na parte de baixo, ao puxar um fiozinho, a reação química é ativada. A reação química gera calor suficiente para aquecer a comida, inclusive sai fumacinha, como Mariana mostra no vídeo.

Por que é quentinha?

Mariana é de São Paulo, já conheceu 44 países e não esperava conhecer algo tão inédito.

As marmitas que esquentam sozinhas são vendidas em estações de trem do Japão, e tem variados sabores: carnes (de vários animais), frango, peixe e vegetariana.

O preço varia entre US$ 17 a US$ 27 – mais de R$ 100. Vale lembrar que o custo de vida no Japão é elevado em comparação ao Brasil. No vídeo, Mariana não cita o valor.

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Mais curiosidades

Nos vídeos postados por Mariana, a brasileira demonstra o quanto está encantada com a tecnologia e os avanços no Japão. Particularmente, impressionada com a parte gastronômica, ela não se cansa de se surpreender.

Segundo a jovem, em qualquer local, isso vale para rua, estações de trem e metrô, é possível comprar algo saboroso para comer e beber. Detalhe: você escolhe se quer gelado ou quente.

E o que encanta é que tudo é muito limpo e organizado. Ela mostrou o banheiro também: com local, inclusive para colocar a cadeirinha do bebê enquanto papai ou mamãe fazem suas necessidades.

Internautas e seguidores

Com 978 mil seguidores, Mariana Oliveira recebeu vários comentários sobre o vídeo da marmita que esquenta sozinha.

Internautas, que conhecem o Japão, contaram suas experiências e admiração pelo país da tecnologia.

“Morei no Japão por quatro anos. Não sou descendente, mas amo esse país. Se fosse mais perto e eu pudesse, eu me mudaria para lá, sem sombra de dúvidas. Esse país é maravilhoso em todos os sentidos. Meu respeito a essa nação”, reagiu uma seguidora.

Outra jovem se lembrou de quando tomava café que esquentava sozinho:

“Minha mãe sempre me levava pra comprar o “café que esquenta sozinho” que eu era obcecada. Era um copo de plástico que embaixo apertava pra dentro e começava uma reação química que fervia, e o café esquentava na hora.”

Veja mais fotos e o vídeo abaixo:

De SP, essa brasileira viaja pelo Japão e experimentou a marmita que esquenta sozinha, descobriu que o sabor é excelente e tem vários tipos. Foto: @sonhealtoviagens

De SP, essa brasileira viaja pelo Japão e experimentou a marmita que esquenta sozinha, descobriu que o sabor é excelente e tem vários tipos. Foto: @sonhealtoviagens

A jovem brasileira mostra os detalhes da marmita que esquenta sozinha no Japão:

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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