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Beyoncé bate recorde de maior número de indicações – DW – 09/11/2024

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Beyoncé tornou-se o mais vovó artista indicado de todos os tempos, depois que a Recording Academy anunciou suas indicações na sexta-feira.

Batendo o recorde de 88 indicações de seu marido Jay-Z, Beyoncé tem impressionantes 99 indicações, graças ao seu primeiro álbum country, “Cowboy Carter”, que ela lançou na primavera passada.

O álbum ganhou a megastar de 43 anos 11 indicações, colocando-a na liderança de todos os outros artistas concorrentes deste ano.

A cerimônia de premiação acontecerá no dia 2 de fevereiro em Los Angeles.

Quem mais fez o corte?

Billie Eilish, Charli XCX, Kendrick Lamar e Post Malone seguiu de perto Beyoncé, cada um conseguindo sete indicações.

Enquanto isso Taylor SwiftChappell Roan e Sabrina Carpenter obtiveram seis indicações cada. Os dois últimos competem pela categoria de melhor novo artista, acompanhada de perto, entre outras.

Charli xcx comparece ao WSJ. Magazine Innovators Awards no Museu de Arte Moderna na terça-feira, 29 de outubro de 2024, em Nova York.
O ‘Brat summer’ de Charli XCX parece ter valido a pena, já que a artista britânica de 32 anos recebeu sete indicações ao GrammyImagem: Evan Agostini/Invision/AP/aliança de imagens

As mulheres dominaram a categoria de álbum do ano.

“The Tortured Poets Department” de Swift, “BRAT” de Charli XCX, “Short ‘n’ Sweet” de Carpenter, “The Rise and Fall of a Midwest Princess” de Roan e “Hit me Hard and Soft” de Eilish estão entre os álbuns que competem com Beyoncé. . Outros artistas que disputam a prestigiada categoria incluem Andre 3000 e Jacob Collier.

Mas talvez a indicação mais inesperada tenha sido a dos Beatles. A lendária banda inglesa está competindo na categoria de discos com “Now and Then”, uma faixa reconstituído usando Inteligência Artificial baseado na demonstração aproximada de John Lennon.

O complicado relacionamento de Beyoncé com a academia

Apesar de uma liderança no Grammy nomeações e vitórias, um incomparável 32, Beyoncé nunca recebeu o troféu de álbum, a categoria de maior prestígio da academia. Os artistas que arrebataram o prêmio dela incluem Adele, Harry Styles e Taylor Swift.

Jay-Z criticou a academia durante um discurso na última cerimônia de premiação no início deste ano, argumentando que seus eleitores não conseguiram dar o devido reconhecimento aos artistas negros.

Cerca de 13 mil cantores, compositores, produtores, engenheiros e outros compõem a Recording Academy, e acabam escolhendo anualmente os vencedores de seus prêmios.

Beyoncé recebe o prêmio Innovator durante o iHeartRadio Music Awards no Dolby Theatre em Los Angeles, Califórnia, EUA, em 1º de abril de 2024.
Apesar da liderança em indicações e vitórias ao Grammy, Beyoncé nunca recebeu o troféu de álbum, a categoria de maior prestígio da academia.Imagem: Mário Anzuoni/REUTERS

Após anos de críticas sobre as suas escolhas e acusações de racismo, a academia tomou medidas para diversificar as suas fileiras. Vangloriou-se de que 38% dos seus tomadores de decisão eram pessoas de cor, o que representa um aumento de 65% desde 2019.

Especialistas e fãs veem “Cowboy Carter” como uma recuperação e homenagem ao legado muitas vezes esquecido dos negros americanos na música e cultura country.

O álbum se tornou o primeiro de uma mulher negra a chegar ao primeiro lugar na parada de álbuns country da Billboard. Mesmo assim, foi desprezado no Country Music Awards.

E se a África tivesse o seu próprio Grammy?

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rmt/wd (AFP, AP, Reuters)



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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