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Biden ainda pode salvar o que resta de Gaza e seu lamentável legado | Conflito Israel-Palestina
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2 anos atrásem
Depois de perderem, reformarem-se ou serem expulsos, os políticos tendem, diz-se, a preocuparem-se com os seus legados.
Este cliché pode ser verdade, uma vez que – impulsionados pela arrogância e pelo narcisismo – antigos presidentes e primeiros-ministros tentam moldar os seus legados escrevendo biografias egoístas que descrevem os seus triunfos (muitos) e fracassos (poucos) enquanto exercem os poderes e prerrogativas singulares dos altos cargos. .
Para ser franco, não tenho a certeza se o Presidente dos EUA, Joe Biden, terá tempo para publicar um relato retocado do seu insignificante mandato de quatro anos como comandante-em-chefe.
Mas acredito que Biden, como qualquer pessoa que esteja vivendo seus anos de crepúsculo, é capaz de dedicar um ou dois momentos à reflexão silenciosa e, talvez, à introspecção.
Penso que as questões fundamentais que Biden deverá contemplar à medida que se aproxima a sua saída da Casa Branca são familiares para muitas pessoas da sua idade: Que bem fiz eu? Como tenho ajudado pessoas que precisam de ajuda? Como aliviei, da melhor maneira possível, o sofrimento dos outros?
No resíduo bruto da surra dos Democratas por um ressurgente Donald Trump, o epitáfio de Biden está a ser escrito em grande parte por especialistas furiosos e aliados outrora leais que se transformaram em detractores que o culpam por aquela dolorosa derrota.
Biden, insistem, deveria ter sinalizado muito antes a sua intenção de não procurar a reeleição e, como resultado, permitido umas primárias abertas onde vários candidatos poderiam ter disputado a nomeação do Partido Democrata para presidente.
Pode ter surgido um porta-estandarte mais forte ou, pelo menos, Kamala Harris teria sido mais capaz de estabelecer a sua identidade e a boa-fé presidencial.
Em vez disso, a teimosia e a cegueira de Biden selaram o destino infeliz de Harris e, por extensão, da América.
Eles poderiam estar certos. Eles podem estar errados. Não sei.
Isso, eu sei. Biden tem uma janela que se fecha rapidamente para arrancar a “narrativa” sobre o seu “legado” manchado da legião de comentadores ofendidos e amigos traidores que hoje lhe lançam recriminações e culpas.
Aproveitar esta última oportunidade para reparar um erro flagrante exigirá vontade e determinação – o tipo de vontade e determinação que Biden, até à data, não demonstrou.
Por mais tênue e distante que seja, suponho que há sempre a esperança de que Biden finalmente abraçará o impulso de fazer a coisa necessária e urgente e possivelmente acabar com o genocídio que está a engolir Gaza e a Cisjordânia ocupada com uma ferocidade tão opressiva e implacável.
A cada minuto de cada hora de cada dia, as condições já terríveis e apocalípticas enfrentadas pelos palestinianos sitiados no que resta de Gaza e da Cisjordânia pioram. As cenas hesitantes de devastação e desespero estão quase além da compreensão.
A cada minuto, a cada hora, todos os dias, mais inocentes – principalmente crianças e mulheres – estão a ser mortos, com os seus corpos envoltos em mortalhas brancas, por famílias sobreviventes cuja dor é amenizada pelo conhecimento de que serão, com toda a probabilidade, os próximos a morrer. .
A cada minuto de cada hora de cada dia, mais inocentes – principalmente crianças e mulheres – permanecem sepultados sob os escombros ou sucumbem à fome, às doenças e à exaustão desanimadora provocada por uma marcha forçada após a outra.
Cada minuto de cada hora de cada dia, Gaza e grande parte da Cisjordânia foram apagadas, reduzidas a pó e memória.
E a cada minuto de cada hora de cada dia, israelitas inocentes permanecem cativos do Hamas e dos desígnios imperiais e caprichos paroquiais do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu que – de acordo com o seu ministro da Defesa demitido, Yoav Gallant – rejeitou acordos de paz que teriam posto fim à guerra em massa. agonia meses atrás.
O tempo todo, Netanyahu fez o papel de Biden e companhia como idiotas. Ele sabia que o apoio incondicional da América ao “direito de se defender” de Israel – independentemente de quem ocupa a Sala Oval – significava que Biden e a companhia obediente eram obrigados a aprovar a destruição de Gaza e da Cisjordânia.
As brigas públicas sobre o alcance e a escala da carnificina foram retóricas. Netanyahu compreendeu que Biden e outros também foram obrigados a fornecer armas e dinheiro para arquitetar um genocídio que matou mais de 43.000 (e continua a aumentar) em pouco mais de um ano.
A cada minuto de cada hora de cada dia, Netanyahu cruzou cada uma das chamadas “linhas vermelhas” legais, humanitárias e estratégicas em busca de uma “fúria assassina” que ainda arde, apesar dos esforços de Gallant. admissão que Israel atingiu, aparentemente, os seus objectivos militares.
“Não há mais nada para fazer em Gaza. As principais conquistas foram alcançadas”, disse ele, segundo uma estação de TV israelense. “Temo que vamos ficar lá só porque há um desejo de estar lá.”
Há um homem que pode desiludir Israel e, mais particularmente, Benjamin Netanyahu, do “desejo” de continuar a “fúria assassina” – o Presidente dos EUA, Joe Biden.
Uma espécie de prazo para esse fim misericordioso foi estabelecido. É 12 de novembro.
Biden, a acreditar nele, disse a Israel que, a menos que tome medidas tangíveis para aliviar a calamidade humanitária em Gaza e na Cisjordânia, corre o risco de ter o oleoduto de armas americanas desligado.
Na semana passada, o porta-voz do Departamento de Estado, Matthew Miller, sinalizou o alegado descontentamento da administração Biden com os esforços fantasmas de Israel para melhorar as condições catastróficas desenfreadas em Gaza e na Cisjordânia.
A NBC News informou que Miller disse que “as demandas de ajuda dos EUA até agora ‘não eram boas o suficiente’ e que suas recomendações ‘não foram atendidas’”.
Bem, dentro de 24 horas ou mais, o mundo verá se Biden cumprirá a sua palavra ou confirmará que os seus avisos tardios são apenas a postura vazia de um presidente exausto e manco, cuja influência junto de Netanyahu evaporou em 6 de Novembro.
Embora eu seja pessimista, Biden poderia surpreender e usar o seu púlpito e autoridade para colocar um Netanyahu recalcitrante no seu lugar e exigir que a “fúria assassina” de Israel acabe, e termine agora, a fim de salvar as vidas de palestinianos e israelitas.
Se Biden não cumprir o que promete, em parte, fazer, então o seu lamentável legado ficará de facto fixado na história.
Joe Biden será julgado e lembrado como um presidente que viu o sofrimento e nada fez para curá-lo e permitiu um genocídio, em vez de impedi-lo.
As opiniões expressas neste artigo são do próprio autor e não refletem necessariamente a posição editorial da Al Jazeera.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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