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Biden bloqueia venda da US Steel para a japonesa Nippon Steel – DW – 01/03/2025
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Extrovertido NÓS Presidente Joe Biden bloqueou um controverso acordo de 14,9 mil milhões de dólares (cerca de 14,4 mil milhões de euros) que teria levado a sitiada empresa siderúrgica dos EUA a ser vendida a do Japão Nippon Steel, citando preocupações de que isso poderia prejudicar a segurança nacional.
“Esta aquisição colocaria um dos maiores produtores de aço da América sob controlo estrangeiro e criaria riscos para a nossa segurança nacional e para as nossas cadeias de abastecimento críticas”, disse Biden num comunicado. “É por isso que estou tomando medidas para bloquear este acordo.”
O presidente acrescentou que “precisamos que grandes empresas dos EUA que representem a maior parte da capacidade siderúrgica dos EUA continuem liderando a luta em nome dos interesses nacionais da América”.
Bloco corta investimento vital
Biden havia prometido bloquear a aquisição em março. Mas a sua decisão de sexta-feira segue-se ao fracasso, no mês passado, do Comité de Investimento Estrangeiro nos Estados Unidos (CFIUS) em chegar a um consenso sobre os potenciais riscos do acordo para a segurança nacional.
O CFIUS enviou relatório sobre a fusão a Biden, e ele teve 15 dias para tomar uma decisão final.
“A produção de aço – e os trabalhadores siderúrgicos que a produzem – são a espinha dorsal da nossa nação”, disse Biden na sexta-feira. “Uma forte indústria siderúrgica de propriedade e operação doméstica representa uma prioridade essencial de segurança nacional e é crítica para cadeias de abastecimento resilientes.”
O bloqueio do acordo corta uma tábua de salvação crítica para o ícone do aço americano. A US Steel disse que teria de paralisar usinas importantes se não conseguisse garantir os US$ 3 bilhões em investimento prometido da Nippon Steel.
A empresa japonesa pagou um prémio considerável em dezembro de 2023 para garantir a compra da US Steel, o segundo maior produtor de aço do país. No entanto, o polêmico acordo foi contestado pelo poderoso sindicato United Steelworkers (USW), bem como por políticos.
O sindicato saudou a decisão de Biden na sexta-feira, descrevendo-a como “a medida certa para nossos membros e nossa segurança nacional”.
“Somos gratos pela disposição do presidente Biden de tomar medidas ousadas para manter uma forte indústria siderúrgica nacional e por seu compromisso vitalício com os trabalhadores americanos”, disse o presidente internacional do USW, David McCall, em um comunicado.
Biden proíbe aquisição da US Steel por rival japonesa
Tóquio está interessada no acordo
A Nippon prometeu contestar legalmente quaisquer decisões que obstruam os acordos, embora os advogados digam que tal contestação contra o governo dos EUA seria difícil.
O primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, instou Biden a aprovar a fusão em uma carta de novembro, informou a Reuters.
Biden já havia falado abertamente sobre sua intenção de manter a siderurgia dos EUA detida e administrada no mercado interno. Presidente eleito Donald Trumpque deverá tomar posse após a sua posse em 20 de janeiro, também prometeu bloquear uma aquisição estrangeira da empresa norte-americana assim que assumir o cargo.
O Japão é um aliado fundamental dos EUA na turbulenta região do Indo-Pacífico, à medida que ambos os países se esforçam para combater a crescente ascensão económica e militar da China, bem como as ameaças da Coreia do Norte.
rmt/ab (AFP, Reuters)
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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