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Biden comuta a maioria das sentenças de morte federais antes do mandato de Trump | Notícias de Joe Biden

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, comutou as sentenças de 37 das 40 pessoas no governo federal corredor da morte nas semanas em que esteve no cargo antes do segundo mandato do presidente eleito Donald Trump.

A medida, anunciada na segunda-feira, significa que os 37 indivíduos enfrentarão prisão perpétua pelas suas condenações, segundo a Casa Branca. Três outros reclusos condenados por crimes de ódio mortal ou de “terrorismo” continuarão a enfrentar a execução.

“Não se engane: condeno estes assassinos, lamento as vítimas dos seus atos desprezíveis e sofro por todas as famílias que sofreram perdas inimagináveis ​​e irreparáveis”, disse Biden num comunicado.

“Mas guiado pela minha consciência e pela minha experiência como defensor público, presidente do Comitê Judiciário do Senado, vice-presidente e agora presidente, estou mais convencido do que nunca de que devemos impedir o uso do pena de morte em nível federal”, disse ele.

O anúncio ocorre poucas semanas antes de Trump assumir o cargo. O presidente eleito, cujo primeiro mandato de quatro anos terminou em 2021, tem apelado regularmente à pena de morte para migrantes indocumentados que matam cidadãos norte-americanos.

Durante seu primeiro mandato, ele supervisionou a execução de 13 presos federais – o maior número sob qualquer presidente nos últimos 120 anos.

Biden, que derrotou Trump nas eleições de 2020, fez campanha como oponente da pena de morte. A sua administração impôs uma moratória à maioria das execuções federais quando ele assumiu o cargo.

“Essas comutações são consistentes com a moratória que meu governo impôs às execuções federais, em casos que não sejam terrorismo e assassinato em massa motivados pelo ódio”, disse Biden no comunicado.

Três presos permanecerão no corredor da morte federal.

Eles incluem Dzhokhar Tsarnaev – que ajudou a realizar o Atentado à bomba na Maratona de Boston que matou três pessoas em 2013 – e Telhado Dylann – um supremacista branco que em 2015 atirou e matou nove fiéis negros em um ataque racista em Charleston – Carolina do Sul.

Roberto Bowersque matou 11 fiéis judeus durante um tiroteio em massa em 2018 na sinagoga Tree of Life em Pittsburgh, também continuará a enfrentar execução.

Entretanto, nove pessoas condenadas por homicídio de outros presos, quatro condenadas por homicídios cometidos durante assaltos a bancos e uma que matou um agente penitenciário estavam entre os que tiveram as suas penas comutadas.

Também estava incluída Billie Jerome Allen, que foi condenada em 1998, aos 19 anos, por matar um segurança durante um assalto no Missouri.

O caso há muito que atrai a atenção pelo que a Amnistia Internacional descreveu como “sérias preocupações sobre o preconceito racial, a sua tenra idade na altura e a falta de provas que o liguem ao crime”.

‘Castigo cruel, desumano e degradante’

O anúncio de Biden segue o apelo de vários grupos de direitos humanos, que apontaram para a retórica e a história de Trump quando se trata de execuções federais.

Não houve execuções em nível federal desde 2003, quando Trump assumiu o cargo. A última execução federal nos EUA ocorreu em 16 de janeiro de 2021, quatro dias antes de Trump deixar a Casa Branca.

Num comunicado, o Diretor Executivo da Amnistia Internacional nos EUA, Paul O’Brien, aplaudiu a medida de Biden, mas disse que precisava de ir mais longe.

“A pena de morte é a punição mais cruel, desumana e degradante, e a decisão do presidente Biden, na última hora, antes de deixar o cargo, de comutar essas sentenças de morte é um grande momento para os direitos humanos”, disse O’Brien.

“A decisão do Presidente é um passo significativo em direção à sua promessa de 2020 de acabar com a pena de morte a nível federal e incentivar os estados a seguirem o exemplo”, disse ele.

A pena de morte foi abolida em 23 dos 50 estados dos EUA. Seis outros – Arizona, Califórnia, Ohio, Oregon, Pensilvânia e Tennessee – têm moratórias em vigor.

Em 2024, foram 25 execuções nos EUA em nível estadual.



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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