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Biden estende status temporário para imigrantes da Ucrânia e Venezuela | Notícias de Joe Biden
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2 anos atrásem
A administração cessante do presidente Joe Biden anunciou uma extensão do status de proteção temporária concedido a imigrantes de países onde os Estados Unidos determinaram que não é seguro retornar.
O anúncio de sexta-feira refere-se a indivíduos de quatro países específicos: El Salvador, Sudão, Venezuela e Ucrânia.
Em cada caso, a designação do “estatuto de proteção temporária” (TPS) foi prorrogada por 18 meses, com base nas ameaças contínuas de guerra, crises humanitárias e desastres naturais.
Mas a extensão aplica-se apenas a indivíduos já protegidos pelo programa, ficando aquém dos apelos dos defensores da imigração para alargar a elegibilidade.
No entanto, o anúncio deverá ser visto como um tiro de despedida na próxima administração de Donald Trump, que se comprometeu a reprimir a imigração quando ele tomar posse em 20 de janeiro.
Estima-se que 1.900 sudaneses, 103.700 ucranianos, 232.000 salvadorenhos e 600.000 venezuelanos sejam elegíveis para a extensão do TPS.
Eles devem, no entanto, registrar-se novamente no programa para aproveitar a extensão de 18 meses.
Trump tem o programa TPS em vista desde o seu primeiro mandato, de 2017 a 2021.
Sob essa administração, o Departamento de Segurança Interna anunciou que iria eliminar gradualmente o estatuto de proteção temporária para imigrantes de países como El Salvador, Haiti e Sudão.
Em 2020, um tribunal federal acabou por apoiar a autoridade de Trump para encerrar o programa, levantando receios de que os imigrantes legalmente no país pudessem eventualmente ser expulsos.
Quando Biden sucedeu a Trump em 2021, ele inverteu o curso, aumentando a população elegível para o estatuto de proteção temporária e adicionando países como a Venezuela e o Afeganistão à lista.
Grupos de direitos humanos aplaudiu essas mudanças, chamando as proteções desesperadamente necessárias.
Ainda assim, grupos como a União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) pressionaram Biden a ir mais longe na protecção dos imigrantes que fogem de violações dos direitos humanos, da guerra e de outros desastres.
Numa declaração de 2022, por exemplo, Emi Maclean, advogada da filial da ACLU no norte da Califórnia, salientou que extensões de curto prazo ao TPS, em última análise, proporcionam pouca segurança aos imigrantes a longo prazo.
“Hoje, os titulares do TPS ainda não têm residência permanente, juntamente com todos os direitos civis e igualdade política que merecem”, disse Maclean.
“A maioria dos membros desta comunidade vive neste país há décadas.”
Outros apontaram que Biden apertado outras vias de imigração legal, como o direito de solicitar asilo. A administração Biden também não estendeu as proteções do TPS a outros cidadãos estrangeiros em necessidade desesperada, incluindo Palestinoslevando a acusações de duplo padrão.
Além disso, Biden deu continuidade a várias políticas de imigração linha-dura que herdou de Trump, incluindo a controversa Título 42 medida, que permitiu aos EUA expulsar rapidamente migrantes e requerentes de asilo na fronteira sul, em nome da segurança pública.
Essa medida enfrentou inúmeras contestações judiciais como uma violação da lei de asilo. Título 42 em última análise expirado assim que a declaração de emergência para a pandemia de COVID-19 terminar, em maio de 2023.
Ainda assim, sob Biden, o Pew Research Center estima quase 1,2 milhão os imigrantes não cidadãos, de um total de 21,6 milhões nos EUA, tornaram-se elegíveis para o TPS.
Durante a campanha presidencial de 2024, no entanto, a imigração tornou-se um tema de debate acirrado, com Trump a propor esforços de “deportação em massa” caso fosse eleito para um segundo mandato.
Quando questionado pela News Nation em outubro se revogaria o estatuto de TPS para imigrantes haitianos, Trump respondeu com desinformação sobre a comunidade em Springfield, Ohio, onde anteriormente acusou os haitianos de comerem animais domésticos.
“Você tem que remover as pessoas. Não podemos destruir o nosso país”, disse Trump ao News Nation.
“Não funciona. Não pode funcionar. Não tem nada a ver com o Haiti ou qualquer outra coisa. Não funciona. É preciso remover as pessoas e trazê-las de volta ao seu próprio país”, acrescentou. “Na minha opinião, não é legal. Não é legal para ninguém fazer isso.”
Trump finalmente venceu a corrida de 2024 e sinalizou que planeja avançar com sua repressão à imigração durante seus primeiros 100 dias no cargo.
No anúncio de sexta-feira, porém, a administração de Biden enfatizou as terríveis condições que tornaram necessárias as prorrogações do TPS.
O regresso de imigrantes à Ucrânia, por exemplo, iria expô-los à violência da invasão russa em curso, que “levou a um elevado número de vítimas civis e a relatos de crimes de guerra”, afirmou a Segurança Interna no seu relatório. declaração.
Em El Salvador, explicadodesastres naturais como fortes tempestades e terremotos criaram condições de vida perigosas. E em Venezuela“crises políticas e económicas” sob o governo “desumano” de Nicolas Maduro tornaram o regresso inseguro.
Depois houve o Sudão, onde os EUA acusado forças paramilitares no início desta semana de prosseguirem uma campanha de genocídio.
“As milícias têm como alvo civis em fuga, assassinando pessoas inocentes que escapam do conflito e impedindo que os civis restantes tenham acesso a suprimentos vitais”, disse a Segurança Interna. escreveu.
“Estas condições impedem atualmente os cidadãos sudaneses e residentes habituais de regressarem em segurança.”
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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