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Biden rejeita pergunta de jornalista sobre como chegar a acordo para prisioneiros de Gaza | Notícias do conflito Israel-Palestina

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À medida que termina o mandato do presidente dos EUA, as repetidas tentativas de garantir um cessar-fogo e pôr fim à guerra de Israel não produziram resultados.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, evitou responder a uma pergunta sobre se tinha alguma esperança de alcançar um cessar-fogo e trazer de volta Israel cativos na Faixa de Gaza antes do final do seu mandato.

“Você acha que pode evitar ser atingido na cabeça por uma câmera atrás de você?” disse o presidente cessante na Casa Branca na terça-feira, depois que um jornalista israelense perguntou se um acordo seria possível até janeiro.

Biden fez o comentário, de acordo com uma transcrição da Casa Branca, no início de uma reunião com o presidente israelense, Isaac Herzog, enquanto eles estavam cercados no Salão Oval por repórteres e câmeras.

Neria Kraus, a jornalista que fez a pergunta e postou um vídeo na plataforma de mídia social X, escreveu que “a realidade política é tal que o presidente Biden, que está empenhado em trazer os reféns para casa, não foi capaz de me dar uma resposta clara sobre isso. questão muito crítica em relação à obtenção de um acordo de reféns até ao final do seu mandato”.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, foi repetidamente culpado – incluindo dentro de Israel – por sabotar os esforços para pôr fim à guerra, enquanto procura manter o seu governo de extrema-direita no poder. Ele criou furor no país após demitir seu ministro da Defesa, Yoav Gallant.

Embora o novo ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, tenha dito esta semana que “certo progresso” foi alcançado nas conversações sobre um cessar-fogo no Líbano – com o Hezbollah a afirmar que ainda não recebeu qualquer proposta de paz – as autoridades israelitas relataram não haver conversações substanciais em curso sobre Gaza.

Alguns em Gaza e no Líbano estão preocupados que a reeleição de Donald Trump como presidente dos EUA poderia significar mais desastre para as pessoas sitiadas e deslocadas em ambos os territórios.

Durante a reunião com Herzog na terça-feira, Biden enfatizou novamente que “meu compromisso com Israel é inflexível e compartilhamos uma amizade profunda”.

O presidente israelita começou por discutir os últimos ataques do Hezbollah a Israel, mas também referiu que Israel ainda tem 101 prisioneiros na Faixa de Gaza, mais de 400 dias após o início da guerra no enclave.

Herzog disse que eles precisam ser devolvidos a Israel em segurança “pois estão passando por um inferno nas masmorras de Gaza”, algo com que Biden concordou.

O Catar disse que suspendeu seus esforços de mediação entre o Hamas e Israel até que as partes demonstrem “a sua vontade e seriedade” para acabar com a guerra em Gaza.

Os EUA disseram que o apoio a Israel continuará após o término do prazo de 30 dias para aumentar a ajuda a Gaza ou enfrentar cortes no financiamento de armas. apesar de um aviso de oito grupos de ajuda humanitária.

Joyce Msuya, chefe interina do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), disse que o mundo está “testemunhando atos que lembram o crimes internacionais mais graves em Gaza”, enquanto Israel rejeitava os avisos de fome no enclave como “caluniosos”.

Na quarta-feira, os militares israelitas emitiram mais ordens de deslocamento forçado para os municípios de Haret Hreik e Ghobeiry no Líbano, ao lançarem ataques à capital, Beirute, enquanto as suas forças atacavam Gaza e prosseguiam com a sua ofensiva no norte do enclave.

A guerra de Israel em Gaza matou pelo menos 43.665 palestinos e feriu 103.076 desde 7 de outubro de 2023, como um terrível crise humanitária piora no enclave. Estima-se que 1.139 pessoas foram mortas em Israel durante os ataques liderados pelo Hamas naquele dia e mais de 200 foram feitas prisioneiras.

No Líbano, pelo menos 3.287 pessoas foram mortas e 14.222 feridas em ataques israelitas desde o início da guerra em Gaza.





Leia Mais: Aljazeera

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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