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Bill Hwang da Archegos condenado a 18 anos de prisão por fraude massiva nos EUA | Notícias sobre crimes
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2 anos atrásem
Hwang foi condenado em julho por 10 acusações criminais, incluindo fraude eletrônica e de valores mobiliários e manipulação de mercado.
O antigo investidor bilionário Sung Kook “Bill” Hwang foi condenado a 18 anos de prisão pelo colapso da Archegos Capital Management, que custou aos bancos de Wall Street mais de 10 mil milhões de dólares.
Hwang foi condenado na quarta-feira pelo juiz distrital dos Estados Unidos Alvin Hellerstein em Manhattan, onde um júri condenou Hwang em julho por 10 acusações criminais incluindo fraude eletrônica, fraude de valores mobiliários e manipulação de mercado.
“A quantidade de perdas causadas pela sua conduta é maior do que quaisquer outras perdas com as quais lidei”, disse Hellerstein antes de anunciar a sentença.
A implosão da Archegos em Março de 2021 demorou menos de uma semana, surpreendendo Wall Street e os credores de Hwang.
O Ministério Público dos EUA em Manhattan pediu uma pena de prisão de 21 anos para Hwang – uma pena excepcionalmente longa para um caso de colarinho branco – e para que ele perdesse 12,35 mil milhões de dólares e fizesse a restituição às vítimas.
“Este é um caso raro que poderia ser descrito como uma calamidade nacional”, disse o promotor Andrew Thomas na audiência de sentença perante Hellerstein.
Hellerstein não chegou a uma decisão na quarta-feira sobre se Hwang deve perder o dinheiro ou pagar a restituição. A audiência de sentença deve ser retomada na quinta-feira.
Antes de condenar Hwang, Hellerstein perguntou à advogada do réu, Dani James, como ela achava que Hwang era comparado a Sam Bankman-Friedque foi condenado em março a 25 anos de prisão por roubar US$ 8 bilhões de usuários da agora falida bolsa FTX.
“O Sr. Bankman-Fried estava literalmente roubando de seus clientes”, disse James. “Não acho que foi isso que aconteceu aqui.”
Hwang não pediu prisão, confisco ou restituição e permaneceu em liberdade sob fiança enquanto apelava da condenação. James disse que seu baixo risco de cometer mais crimes significa que uma longa pena de prisão não serviu para nada.
“A ideia de que ele cometeria um crime no futuro simplesmente não é verdade”, disse James.
Bankman-Fried nega qualquer irregularidade e está apelando da condenação.
Empréstimo agressivo
Hwang, 60 anos, era protegido do falecido bilionário de fundos de hedge Julian Robertson.
Ele criou a Archegos em Nova Iorque como um family office em 2013, um ano depois de o seu antigo fundo de cobertura Tiger Asia Management se ter declarado culpado de fraude electrónica num caso de abuso de informação privilegiada.
Os promotores acusaram Hwang de mentir aos bancos sobre a carteira da Archegos para que pudesse pedir dinheiro emprestado de forma agressiva e fazer apostas concentradas em ações de meios de comunicação e tecnologia, como a ViacomCBS, agora chamada Paramount Global.
Embora a Archegos tenha eventualmente gerido 36 mil milhões de dólares, os empréstimos de Hwang ajudaram-no a acumular 160 mil milhões de dólares de exposição em ações.
A sua queda ocorreu quando Hwang não conseguiu satisfazer os pedidos de margem, à medida que os preços de algumas das suas ações favoritas começaram a cair e vários bancos se desfizeram de ações que tinham apoiado os seus chamados swaps de retorno total.
Mais de US$ 100 bilhões em valor de mercado das ações de Hwang foram eliminados. Vários bancos sofreram perdas, incluindo o Credit Suisse, que perdeu 5,5 mil milhões de dólares, e a Nomura Holdings. O Credit Suisse agora faz parte do UBS.
O pedido dos advogados de Hwang para que não fosse punida também citou a fé cristã de Hwang e a sua organização sem fins lucrativos Grace and Mercy Foundation, que, desde 2006, doou pelo menos 600 milhões de dólares para combater os sem-abrigo, a pobreza e o tráfico de seres humanos, entre outras causas.
Numa declaração ao tribunal antes de Hellerstein anunciar a sentença, Hwang disse esperar que a punição “me permita cumprir o máximo que puder, dadas as circunstâncias”.
Os advogados de Hwang disseram que seu patrimônio líquido caiu para “no máximo” US$ 55,3 milhões.
O co-réu de Hwang, o antigo Diretor Financeiro da Archegos, Patrick Halligan, foi condenado no mesmo julgamento por três acusações criminais. Sua sentença está marcada para 27 de janeiro. Ambos optaram por não testemunhar no julgamento de dois meses.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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