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BIRD não aceita proposta do Estado e obra do Museu será inaugurada somente em 2020
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7 anos atrásem
Governo vai levar a Secretaria de Segurança Pública para o local reforçando a presença do estado na região. Obra considerada “faraônica” será entregue à população com Museu dos Povos Acreanos instalado no primeiro andar.
Como a reportagem do ac24horas adiantou com exclusividade, o atraso na conclusão das obras do Museu dos Povos Acreanos ocorreu por conta da recusa na proposta do Estado de retirar a exposição do acervo histórico do local. Foi o que disse na manhã de hoje (10) na Aldeia FM, o secretário Thiago Caetano. Com o realinhamento do projeto, a obra só deverá ser inaugurada ano que vem.
“Antes de viajar para Alemanha o governador Gladson Cameli bateu o martelo, vamos levar a Secretaria de Segurança Pública para o segundo andar do prédio. O primeiro andar vai atender à proposta inicial ligada a cultura com exposição do acervo dos povos acreanos”, disse Caetano.
Ainda de acordo o secretário de infraestrutura, mesmo com o pedido para a empresa que venceu a licitação para “destravar o freio de mão”, e acelerar na conclusão das obras de engenharia, o novo prédio estará em pleno funcionamento somente no ano que vem.
“O governador quer inaugurações com os prédios funcionando. Neste caso, além da parte de engenharia ainda tem as providências administrativas e de montagem de acervos que precisam ser feitas, mas a comunidade pode ficar tranquila que até o inicio do ano tudo será entregue”, garantiu o secretário.
Até janeiro deste ano, mais de R$ 20 milhões já tinham sido aplicados na restauração do prédio. O atual governo anunciou indisposição em concluir o projeto original que previa um custo de R$ 30 milhões. O secretário de infraestrutura, Thiago Caetano, justificou as mudanças previstas devido os custos de manutenção da obra que ele considerou como “faraônica”, disse.
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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6 horas atrásem
21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre
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18 de setembro de 2026O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.
A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).
O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
17 de setembro de 2026O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.
O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.