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Bloqueadores da puberdade serão banidos indefinidamente para menores de 18 anos em todo o Reino Unido | Transgênero

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Andrew Gregory Health editor

Os bloqueadores da puberdade para menores de 18 anos com disforia de género serão proibidos indefinidamente em todo o Reino Unido, exceto para utilização em ensaios clínicos, anunciou o governo.

Wes Streeting, secretário de saúde, disse que depois de receber aconselhamento de médicos especialistas, as medidas de emergência existentes que proíbem a venda e o fornecimento de bloqueadores da puberdade seriam indefinidas.

O Departamento de Saúde e Assistência Social disse que a Comissão de Medicamentos Humanos (CHM) publicou pareceres de especialistas independentes de que existe “atualmente um risco de segurança inaceitável na prescrição contínua de bloqueadores da puberdade para crianças”.

Streeting disse que a comissão recomendou restrições indefinidas enquanto o trabalho é realizado para garantir a segurança de crianças e jovens.

O NHS anunciou em março que as crianças não serão mais prescritos bloqueadores da puberdade em clínicas de identidade de género, com o então governo conservador a dizer que isso ajudaria a garantir que os cuidados se baseiam em evidências e são no “melhor interesse da criança”.

Em maio, aquele governo introduziu uma proibição de bloqueadores da puberdade com legislação de emergência, impedindo a prescrição do medicamento por prescritores europeus ou privados e restringindo a prestação do NHS aos ensaios clínicos.

Uma contestação a essa decisão, apresentada por ativistas que afirmavam estar preocupados com a segurança e o bem-estar dos jovens trans no Reino Unido, fracassou em julho, quando o tribunal superior decidiu que a proibição era legal.

A Dra. Hilary Cass, que escreveu o Revisão de Cass sobre os cuidados de gênero das crianças e publicou o seu relatório final em abril, descreveu os bloqueadores da puberdade como “medicamentos poderosos com benefícios não comprovados e riscos significativos”.

Ela disse: “É por isso que recomendei que eles só fossem prescritos após uma avaliação multidisciplinar e dentro de um protocolo de pesquisa.

“Apoio a decisão do governo de continuar as restrições à distribuição de bloqueadores da puberdade para a disforia de género fora do NHS, onde estas salvaguardas essenciais não estão a ser fornecidas.”



Leia Mais: The Guardian

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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre

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2026.09.24 Visita ao laboratório Charles Mérieux (2).jpg

A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.

O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.

A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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