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Boletim registra mais três mortes pela Covid-19 no Acre neste sábado

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Mais três mortes pela Covid-19 foram confirmadas no boletim da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) deste sábado (12). Novos casos de infecção pelo coronavírus foram 57, depois de vários dias registrando alta. O número de infectados saiu de 110.373 para 110.430 e o de mortes aumentou para 1.917.

Subiu para 84 o número de exames de RT-PCR aguardando análise do Laboratório Central de Saúde Pública do Acre (Lacen). Em todo o estado há 81 pessoas internadas, das quais 80 com teste positivo, conforme o boletim.

A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado é de 80%. Dos 30 leitos de UTI existentes, 24 estão ocupados. São 20 leitos em Rio Branco e 10 em Cruzeiro do Sul.

O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, com uma taxa de incidência de 110.373 casos para cada 100 mil habitantes. A taxa de mortalidade em cada 100 mil habitantes é de 212, já a de letalidade – quantidade de mortos dentro dos números confirmados da doença – é de 1,8%.

Mortes por cidade

Cidades com óbitosÓbitos totaisNovos registros
Acrelândia38
Assis Brasil24
Brasiléia45
Bujari17
Capixaba17
Cruzeiro do Sul1801
Epitaciolândia37
Feijó66
Jordão2
Mâncio Lima341
Manoel Urbano15
Marechal Thaumaturgo13
Plácido de Castro21
Porto Acre40
Porto Walter7
Rio Branco1.1251
Rodrigues Alves14
Santa Rosa do Purus7
Sena Madureira85
Senador Guiomard43
Tarauacá49
Xapuri33
Total1.9173

Mortes

Os óbitos registrados no boletim ocorreram em Cruzeiro do Sul, Rio Branco e Mâncio Lima, todos com idades acima de 70 anos.

Vítimas

Natural de Cruzeiro do Sul, F.O.C, de 83 anos, foi internado no dia 10 de fevereiro e faleceu no dia 10 de fevereiro, no Hospital Regional do Juruá.

Natural de Rio Branco, I.M.N, de 78 anos, foi internado no dia 10 de fevereiro e faleceu no dia 11 de fevereiro, no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia.

Natural de Mâncio Lima, F.C.S, de 71 anos, foi internado no dia 6 de fevereiro e faleceu no dia 8 de fevereiro, no Hospital Regional do Juruá.

Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes:

  • Assis Brasil – 2.564
  • Xapuri – 1.712
  • Tarauacá – 1.615
  • Mâncio Lima – 1.577
  • Acrelândia – 1.537

Casos de Covid-19 por cidades

CidadesTotal
Acrelândia2.392
Assis Brasil1.932
Brasiléia3.532
Bujari1.503
Capixaba815
Cruzeiro do Sul9.585
Epitaciolândia1.802
Feijó3.669
Jordão717
Mâncio Lima3.046
Manoel Urbano949
Marechal Thaumaturgo1.534
Plácido de Castro2.501
Porto Acre1.969
Porto Walter557
Rio Branco53.161
Rodrigues Alves1.031
Santa Rosa do Purus1.029
Sena Madureira6.909
Senador Guiomard1.459
Tarauacá6.982
Xapuri3.356
Total110.430

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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