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Bombeiros lutam para encurralar incêndios em Los Angeles antes que os ventos fortes voltem | Notícias sobre a crise climática

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Os bombeiros continuam a combater o incêndios violentos que mataram 16 pessoas na área de Los Angeles, na Califórnia, enquanto os meteorologistas alertaram novamente sobre o clima perigoso com o retorno dos ventos fortes esta semana.

Embora os ventos de Santa Ana que alimentaram as chamas tenham se acalmado no fim de semana, o Serviço Meteorológico Nacional dos EUA (NWS) alertou que rajadas mais fortes de até 110 km/h (70 mph) poderiam retornar no início da próxima semana.

Autoridades locais disseram esperar que os ventos mais fortes ocorram na terça-feira. Os avisos de bandeira vermelha permanecem em vigor para os condados de Los Angeles e Ventura até quarta-feira, disse o NWS.

Esperava-se que as condições melhorassem até quinta-feira.

No domingo, aeronaves lançaram água e retardante de fogo em colinas íngremes para conter a propagação do fogo para leste no bairro de Pacific Palisades, e a televisão KTLA informou que as equipes de terra conseguiram salvar várias casas, embora outras tenham sido perdidas.

“O condado de LA teve mais uma noite de terror e desgosto inimagináveis”, disse a supervisora ​​do condado de Los Angeles, Lindsey Horvath.

Seis incêndios simultâneos atingiram a segunda maior cidade dos EUA desde terça-feira, matando pelo menos 16 pessoas.

Cinco das mortes foram atribuídas ao incêndio em Palisades e 11 resultaram do incêndio em Eaton, disse o escritório do legista do condado de Los Angeles em um comunicado na noite de sábado.

Doze pessoas estavam desaparecidas na zona de incêndio de Eaton e quatro no incêndio de Palisades, disse o xerife do condado de Los Angeles, Robert Luna, na manhã de domingo.

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, disse esperar que o número de mortos aumente.

“Eu tenho equipes de busca e resgate. Temos cães cadáveres e provavelmente haverá muito mais”, disse ele à NBC News.

Newsom disse que os incêndios provavelmente serão o pior desastre natural da história dos EUA em termos de “escala e escopo”, bem como dos custos associados.

O pessoal militar em serviço ativo está pronto para apoiar o esforço de combate a incêndios, disse a administradora da FEMA, Deanne Criswell, em uma série de entrevistas na televisão no domingo, acrescentando que a agência instou os residentes a começarem a solicitar ajuda humanitária.

“Temos o financiamento para apoiar esta resposta, para apoiar esta recuperação”, disse ela à ABC News.

As chamas danificaram ou destruíram 12.000 estruturas, disseram os bombeiros, já que as chamas reduziram bairros inteiros a ruínas fumegantes e deixou paisagens apocalípticas.

As autoridades relataram na noite de sábado que o incêndio em Palisades se espalhou por mais 1.000 acres (400 hectares) nas últimas 24 horas, consumindo mais casas,

O oficial do Cal Fire, Todd Hopkins, disse que embora 11 por cento do Palisades Fire estivesse agora contido, ele queimou mais de 22.000 acres (8.900 hectares).

Hopkins disse aos repórteres que o fogo se espalhou pelo Mandeville Canyon e ameaçou atingir Brentwood, um bairro nobre, e o Vale de San Fernando. Também avançou em direção à rodovia 405 norte-sul.

Phil Lavelle, da Al Jazeera, reportando de um helicóptero sobre Los Angeles, disse que a escala da destruição foi vasta.

“O que se tem daqui de cima é uma noção de quanto perigo ainda está por vir, porque as chamas do incêndio em Palisades estão se movendo em direção a áreas densamente povoadas e sua direção pode mudar em um segundo”, disse ele.

“Um minuto, eles estão indo para lugares como Brentwood. Outra, eles estão indo em direção ao densamente povoado Vale de San Fernando, onde vivem milhões de pessoas”.

As ordens de evacuação em toda a área de Los Angeles abrangem agora 153 mil residentes. Outros 166 mil residentes foram avisados ​​de que podem ter de evacuar, disse o xerife Luna.

Trump critica autoridades locais

O presidente dos EUA, Joe Biden, conversou por telefone com as autoridades para obter informações atualizadas sobre seus esforços e foi informado por assessores sobre os recursos federais que estavam sendo despachados.

A sua declaração de um grande desastre desbloqueou a assistência federal às pessoas afectadas pelos incêndios florestais, abrindo caminho para a Agência Federal de Gestão de Emergências fornecer apoio.

O apoio pode variar desde financiamento para reparos domésticos até dinheiro para substituir alimentos ou medicamentos perdidos, disse o porta-voz da FEMA, Michael Hart, acrescentando que a assistência pode ser fornecida em poucos dias.

Newsom também assinou uma ordem executiva para reduzir a burocracia do governo estadual necessária para reconstruir casas e empresas perdidas.

No entanto, o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, criticou as autoridades locais e estaduais que ele acreditava terem lidado mal com a situação.

“Os incêndios ainda estão ocorrendo em Los Angeles. Os incompetentes (políticos) não têm ideia de como expulsá-los. Milhares de casas magníficas desapareceram e muitas mais serão perdidas em breve. Há morte por toda parte… eles simplesmente não conseguem apagar os incêndios. O que há de errado com eles?” ele disse em seu feed de mídia social Truth.

A presidente do Conselho de Supervisores de Los Angeles, Kathryn Barger, disse aos repórteres que convidou Trump – que toma posse em 20 de janeiro – para visitar o condado para ver em primeira mão a destruição.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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