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Breakdancers disseram que muitos headpins poderiam lhes dar uma ‘cabeça cônica’ | Saúde
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2 anos atrásem
Denis Campbell Health policy editor
Vai dançar break hoje? Se sim, talvez vá com calma nas viradas. A menos que você queira acabar com uma “cabeça de cone”, claro.
As extremas exigências físicas do breakdance significam que ele envolve um alto risco de lesões: tudo, desde perda de cabelo a entorses e danos a quase todas as partes da anatomia.
Mas agora os entusiastas do breakdance foram alertados sobre um novo perigo: girar demais sobre a cabeça pode levá-los a desenvolver uma protuberância considerável no topo da cabeça.
Isto surgiu como um perigo potencial num relato de caso publicado numa importante revista médica sobre um homem na casa dos 30 anos na Dinamarca que desenvolveu um caroço tão visível na cabeça, como resultado de ter realizado treino de breakdance até cinco vezes por semana durante 19 anos. , que ele fez uma cirurgia para removê-lo.
Ela cresceu como resultado do que os dançarinos de break chamam de “buraco de giro de cabeça” ou “protuberância de breakdance”, que o BMJ Case Reports descreve como “uma lesão por uso excessivo única em dançarinos de break causada por giros de cabeça repetitivos”.
O relato do caso, escrito por dois dos médicos que o trataram no hospital universitário de Copenhague, detalha como “seu regime de treinamento consistia em aproximadamente cinco sessões por semana, cada uma com duração de cerca de uma hora e meia. Durante cada sessão, foi aplicada pressão direta no vértice da cabeça (girando sobre ela) por períodos que variaram de dois a sete minutos.”
Durante os cinco anos anteriores ao seu encaminhamento para tratamento da sua protuberância, “houve um aumento notável no seu tamanho e o início da sensibilidade. A presença da lesão e o desconforto associado eram esteticamente desagradáveis para o paciente, mas a protuberância não impediu o paciente de continuar suas atividades de tontura.”
Os médicos inicialmente consideraram uma série de diagnósticos possíveis, incluindo a possibilidade de a protuberância ser câncer ou um tumor benigno.
Uma ressonância magnética mostrou que era o que os autores do relato de caso chamam de “uma massa subgaleal medindo 34 cm x 0,6 cm x 2,9 cm perto do vértice da linha média”.
Acabou sendo um exemplo extremo do caroço no couro cabeludo que o “buraco de giro” pode envolver. “Nas descrições radiológicas, o termo ‘sinal da cabeça cônica’ é usado”, escrevem os médicos.
O homem não identificado, cansado de usar boné ou chapéu para esconder seu crescimento pontudo, optou por fazer uma cirurgia em vez de injeções de esteróides, que podem tê-lo diminuído.
após a promoção do boletim informativo
Ele ficou satisfeito por ter mais uma vez uma cabeça com formato mais normal, disse ele ao BMJ Case Reports. “O resultado é muito melhor do que parecia antes e estou feliz por ter conseguido”, disse ele. “Eu escolheria fazer isso de novo se pudesse escolher.
“Agora é possível sair em público sem boné/chapéu, o que é claro que é uma sensação muito agradável. Recebi muitos comentários positivos e as pessoas dizem que parece bem feito, que tenho uma bela cicatriz e que minha aparência geral melhorou significativamente.”
O relato do caso não diz se ele ainda gira de cabeça para baixo cinco vezes por semana.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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