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Briefing de guerra na Ucrânia: Cortes de energia em Kharkiv após ataques russos | Ucrânia
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Warren Murray and agencies
Os ataques russos em Kharkiv feriram nove pessoas e cortaram a energia em parte da cidade, autoridades locais e a polícia disseram na noite de domingo. Entre os alvos estavam prédios residenciais, garagens, postos de gasolina, casas e automóveis. Kharkiv, a principal cidade da região nordeste da Ucrânia com o mesmo nome, é alvo regular de ataques russos. Fica a menos de 30 km (19 milhas) da fronteira com a Rússia.
As unidades de defesa aérea da Ucrânia foram empenhadas pouco depois da meia-noite de segunda-feira para repelir uma Ataque aéreo russo visando Kyivdisse o prefeito, Vitali Klitschko, pedindo às pessoas que “permanecessem em abrigos”.
Ucrânia atingiu um fabricante de explosivos militares nas profundezas do território russo bem como infraestrutura de armazenamento no campo de aviação militar Lipetsk-2, na região de mesmo nome, disse o Estado-Maior de Kiev no domingo. As forças armadas ucranianas disseram que houve explosões após um ataque na Fábrica de Sverdlov na cidade de Dzerzhinsk, região de Nizhny Novgorodonde são produzidos produtos químicos para munições de artilharia e bombas e onde as bombas são armazenadas, segundo o relatório. O plano fica a cerca de 400 km (250 milhas) a leste de Moscou. Blogueiros de guerra russos também relataram os ataques.
A Rússia disse que suas unidades de defesa aérea abateram 110 drones ucranianos sobre território russoincluindo um sobre a região de Moscovo, 43 sobre Kursk e 27 sobre Lipetsk. O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, disse que os destroços caíram no distrito de Ramensky, na região de Moscou, sem danos ou vítimas – embora as autoridades russas muitas vezes não divulguem a extensão total dos danos, se houver.
As forças russas travaram batalhas de rua em rua com tropas ucranianas nos arredores da cidade de Selydove, no leste da Ucrânia.de acordo com blogueiros pró-Rússia. Selydove é sudeste da cidade de Pokrovsk, em Donetskque as forças russas estão a esforçar-se para capturar. O Estado-Maior militar ucraniano, num relatório no final da noite de domingo, disse que as forças ucranianas repeliram 41 ataques russos em torno de várias cidades e aldeias, incluindo Selydove, e várias batalhas continuaram.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse A Rússia lançou cerca de 800 bombas aéreas guiadas e mais de 500 drones de ataque sobre a Ucrânia somente na semana passada. “Todos os dias, a Rússia ataca as nossas cidades e comunidades. É o terror deliberado do inimigo contra o nosso povo”, disse ele, renovando os apelos à continuação do apoio aéreo por parte dos aliados do país. “Unido na defesa, o mundo pode enfrentar este terror direcionado.”
Zelenskyy disse no domingo que buscava uma reação forte de países que reconheceram que a Coreia do Norte está se envolvendo mais na guerra da Rússia contra a Ucrânia. Zelenskyy disse que havia amplas evidências de satélite e vídeo de que a Coreia do Norte estava enviando não apenas equipamentos para a Rússia, mas também soldados para serem preparados para o envio. “Esperamos uma reação normal, honesta e forte de nossos parceiros sobre isso.”
Zelensky na semana passada acusou a Coreia do Norte de enviar oficiais para a Rússia e de se preparar para enviar milhares de soldados para o guerra. O envolvimento de tropas regulares norte-coreanas seria uma grave escalada da guerra, Os ministros dos Negócios Estrangeiros da França e da Ucrânia disse em uma entrevista coletiva conjunta em Kyiv no sábado. Agência de espionagem da Coreia do Sul disse na sexta-feira que A Coreia do Norte enviou 1.500 soldados das forças especiais para o extremo oriente da Rússia para treinamento. O secretário da Defesa dos EUA, Lloyd Austin, disse no sábado que não poderia confirmar os relatos de que a Coreia do Norte enviou tropas para a Rússia antes de um possível envio, mas disse que tal medida seria preocupante se fosse verdadeira. O chefe da Otan, Mark Rutte, disse na quinta-feira que ainda não havia evidências da presença de Pyongyang.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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