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Briefing de guerra na Ucrânia: Rússia e Irã aprofundam laços de defesa à medida que a posse de Trump se aproxima | Ucrânia

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  • O presidente russo, Vladimir Putin, e o seu homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian, assinaram um amplo pacto de cooperação na sexta-feira, enquanto os seus países aprofundavam a sua parceria face às duras sanções ocidentais. Autoridades russas e iranianas afirmam que o “tratado de parceria estratégica abrangente” abrange todas as áreas, desde o comércio e a cooperação militar até à ciência, educação e cultura. A decisão ocorreu antes da tomada de posse, na segunda-feira, do presidente eleito Donald Trump, que se comprometeu a mediar a paz na Ucrânia e a assumir uma posição mais dura em relação ao Irão, que se debate com problemas económicos crescentes e outros desafios, incluindo reveses militares na sua esfera de influência em todo o país. Médio Oriente. Os laços da Rússia com o Irão estreitaram-se depois de Putin ter enviado tropas para a Ucrânia em Fevereiro de 2022. A Ucrânia e o Ocidente acusaram Teerão de fornecer a Moscovo centenas de drones para usar no ataque à Ucrânia, o que Moscovo e Teerão negaram. “Testemunhamos um novo capítulo nas relações estratégicas”, disse Pezeshkian.

  • A chefe de política externa da UE, Kaja Kallas, disse na sexta-feira que não havia razão para retirar as sanções contra a Rússiaenquanto a Hungria adia a prorrogação das medidas enquanto se aguarda o regresso de Donald Trump à Casa Branca. “Definitivamente precisamos das sanções em vigor. Esta é a nossa vantagem e seria muito estranho entregá-la”, disse Kallas aos jornalistas. “As coisas não mudaram. Putin não mudou os seus objectivos e nada mudou no terreno. Portanto, não há base para suspender as sanções.” A UE impôs 15 rodadas de sanções sem precedentes a Moscou desde a invasão da Ucrânia pelo Kremlin em 2022. A próxima decisão sobre a extensão das sanções terá de ser tomada por unanimidade pelos 27 Estados-membros da UE até 31 de Janeiro.

  • O presidente chinês Xi Jinping conversou com Donald Trump no telefone no primeiro contato direto entre os dois homens desde 2021 e poucos dias antes da posse de Trump. No passado, Trump elogiou a sua relação com Xi e sugeriu que a China poderia ajudar a mediar crises internacionais, como a guerra na Ucrânia. Além de discutirem o TikTok, o comércio, o fentanil e Taiwan, os dois líderes trocaram opiniões sobre a guerra na Ucrânia e a guerra Israel-Hamas e concordaram em estabelecer “um canal de comunicação estratégica”, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.

  • Keir Starmer exortou os líderes mundiais a “dobrar”nos seus esforços para apoiar a Ucrânia durante uma visita à Polóniadias antes do regresso de Donald Trump à presidência dos EUA corre o risco de pôr em risco a solidariedade internacional nesta questão. Falando ao lado do primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, depois de os dois terem discutido uma proposta de tratado centrado na defesa, Starmer evitou perguntas sobre o possível impacto de Trump, mas insistiu que o único caminho a seguir era “a paz nos termos da Ucrânia”. Starmer, que manteve conversações com Volodymyr Zelenskyy na quinta-feira durante a sua primeira viagem oficial à Ucrânia desde que assumiu o cargo, disse que as questões de defesa e segurança dominaram as conversações em Varsóvia.

  • O secretário de Estado cessante, Antony Blinken, disse esperar que o novo governo Trump avance com pontos-chave da política externa do presidente Joe Biden, inclusive no Oriente Médio e na Ucrânia. Mas numa entrevista à Associated Press no seu último dia de trabalho como principal diplomata dos EUA, ele expressou preocupação com a possibilidade de a equipa de Trump abandonar todas ou algumas dessas políticas, incluindo em relação à Ucrânia. “Quando chegamos, herdamos parcerias e alianças que estavam seriamente desgastadas”, disse ele. “Então, se o passado é um prólogo, sim, seria uma preocupação.” Trump criticou a ajuda militar dos EUA à Ucrânia e elogiou Vladimir Putin.

  • Um ataque de drone ucraniano provocou um incêndio na noite de sexta-feira na região russa de Kaluga, ao sul de Moscou.e sites de mídia social mostraram vídeos do que descreveram como um depósito de petróleo em chamas. O governador regional de Kaluga, Vladislav Shapsha, disse no Telegram que um incêndio ocorreu depois que uma instalação industrial foi atingida na cidade de Lyudinovo. Numa publicação posterior, Shapsha disse que sete drones foram abatidos, com um a aterrar numa “área não residencial”. O incêndio, disse ele, foi controlado e não houve vítimas.

  • O Ministério da Defesa da Rússia e o governador da região de Bryansk relataram que unidades de defesa aérea destruíram um total de nove drones ucranianos. sobre a região na fronteira. Nenhuma vítima foi relatada. O governador da região de Smolensk, na fronteira com a Bielorrússia, aliada da Rússia, disse que as defesas aéreas derrubaram cinco drones ucranianos sem vítimas.

  • A Ucrânia lançou um ataque à região russa de Belgorod com seis mísseis Atacms fabricados nos EUA na quinta-feira, disse o Ministério da Defesa russo na sexta-feira. Disse que a Rússia retaliaria, mas que todos os mísseis foram interceptados, não resultando em vítimas ou danos. Moscou disse que responderá sempre Ucrânia dispara mísseis de cruzeiro Atacms ou Storm Shadow, fornecidos pela Grã-Bretanha, contra a Rússia.

  • As exportações marítimas russas de produtos petrolíferos caíram quase 10% no ano passado, depois de ataques de drones ucranianos terem danificado grandes refinarias e de custos de financiamento mais elevados. e uma proibição governamental de exportação de gasolina aumentou a pressão das sanções ocidentais, informou a Reuters, citando fontes da indústria. A Rússia, um dos maiores exportadores mundiais de petróleo e combustível, ao lado da Arábia Saudita e dos EUA, tem tentado aceder a novos mercados na Ásia e na América do Sul desde que o Ocidente impôs sanções devido ao movimento militar de Moscovo contra a Ucrânia em 2022. A redução das exportações de combustíveis significa que o petróleo da Rússia as empresas têm de aumentar as exportações de petróleo bruto para manterem as receitas, mas essas opções estão limitadas apenas à Índia, à China e à Turquia, que ainda compram petróleo russo apesar das sanções e têm as suas próprias grandes refinarias.



  • Leia Mais: The Guardian

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    Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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    Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

    Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

    Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

    Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

    Aprendizagem no território

    Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

    A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

    Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

    A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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    Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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    2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

    A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

    A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

    Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

    O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

    Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

    Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

    A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

    Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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    Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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    Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

    A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

    “É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

    Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

    A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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