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Bruno Retailleau exige “resultados” em circular dirigida aos prefeitos
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“Resultados” derramar “retomando o controle da nossa imigração” : o Ministro do Interior Bruno Retailleau enviou uma circular aos prefeitos para que apliquem as novas orientações deste defensor linha-dura sobre a política de migração.
“Obter os resultados solicitados pelos nossos concidadãos exige a sua total mobilização”escreve o ministro aos representantes dos Estados neste documento de sete páginas, do qual a Agência France-Presse tomou conhecimento na terça-feira, 29 de outubro. Nesta circular, o novo inquilino da Place Beauvau detalha o procedimento a seguir, enquanto aguarda uma nova lei de imigração prometida pelo executivo para 2025.
O conteúdo do documento vazou quando o próprio ministro estava em Rabat para discutir a cooperação em matéria de imigração ilegal com o seu homólogo marroquino. Eles concordaram em“aprofundar” e “quadro de trabalho”, “seja ao nível do regresso, do combate às redes ou da vigilância das fronteiras terrestres e marítimas”explicou Retailleau à imprensa. Ambos os países pretendem “encurtar prazos” em relação ao “readmissões de cidadãos marroquinos em situação irregular” em França para “fazer melhor em termos de número de pessoas readmitidas”ele esclareceu.
Na França, estes são “resultados” O que Bruno Retailleau espera primeiro dos prefeitos: “A retomada do controle da nossa imigração depende do seu envolvimento pessoal”diz ele neste documento particularmente detalhado. “Estas orientações destinam-se tanto a estrangeiros em situação legal (…) do que aqueles em situação irregular, em particular no que diz respeito à continuação da detenção administrativa e às medidas e sistemas de monitorização a implementar quando se esgotarem as possibilidades de recurso a estes últimos”.escreve o ministro.
O gestor elenca uma série de medidas destinadas, por exemplo, a «amplificador» et “sistematizar” medidas de expulsão dirigidas a estrangeiros susceptíveis de constituir ameaças à ordem pública em França. Estas orientações não devem ser “limite ao fluxo de novas situações”mas deve “cobrir casos que não podiam, no passado, ser objecto de medidas adequadas, que agora se tornaram possíveis” pela lei Darmanin promulgada no início de 2024.
Mobilizar “totalmente a alavanca da proibição de retorno, além da OQTF”
Ansioso por utilizar todas as disposições abertas pela lei de seu antecessor, Bruno Retailleau quer, por exemplo, que os prefeitos se mobilizem “Aproveitar totalmente a proibição de retorno, além do OQTF (obrigação de sair do território francês) », “quando uma ordem de expulsão não é legalmente válida”. Para levar a cabo esta política, o ministro pede aos prefeitos que contribuam “em recursos humanos, materiais e orçamentais” serviços para estrangeiros, a fim de absorver a carga de trabalho adicional. Ele também deseja “respostas exaustivas todos os meses” sobre a atividade da polícia de imigração de cada prefeitura.
A circular também sublinha a situação dos estrangeiros que saem da prisão, poucas semanas após a violação e assassinato de uma estudante parisiense, Filipina, cujo principal suspeito é um marroquino alvo de uma OQTF que acabava de ser libertado após uma condenação em 2021 por violação.
Entre os lembretes das medidas já existentes, Bruno Retailleau ordena aos prefeitos, no que diz respeito à colocação em detenção, que “apelo sistemático” no caso de libertação de um estrangeiro ilegal potencialmente perigoso “para a ordem pública”.
Após esta circular de “gestão da política migratória” deverá seguir nas próximas semanas uma revisão da circular de Valls, a fim de tornar mais rígidos alguns critérios de regularização previstos neste documento de 2012. O Ministro do Interior anunciou a sua reescrita.
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Quanto à futura lei anunciada em meados de outubro pelo governo, Bruno Retailleau já anunciou que pretendia que ela retomasse as medidas votadas no texto Darmanin em dezembro de 2023 e que foram então censuradas pelo Conselho Constitucional. Esta posição despertou imediatamente as fracturas que surgiram no ano passado no campo presidencial durante os debates sobre a lei Darmanin.
O mundo com AFP
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre
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21 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.
A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.
O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.
Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.
A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.
A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.
O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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