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Cadastramento biométrico de presos ajuda a resolver crimes sem autoria

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O Espírito Santo está liderando um projeto pioneiro de segurança no Brasil. O estado usa cadastramento biométrico de presos para solucionar crimes sem autoria.

A medida integra digitais de detentos a um banco de dados nacional e, por meio de cruzamento de informações biométricas, ajuda nos casos. Desde o início do programa, aproximadamente 60 laudos periciais ajudaram a vincular detentos a outros crimes.

O sistema também mostrou ótimos resultados na identificação de falsidade ideológica e ajuda a revelar pessoas que utilizam múltiplas identidades ao entrar no sistema prisional.

Casos resolvidos

Um dos casos revelou que um detento preso por roubo e homicídio, estava ligado a outras seis cenas de crimes.

“Esse cidadão deixou vestígios em outras seis cenas de crimes e conseguimos a identificação pela entrada dele no sistema penitenciário no Espírito Santo. A partir daí foi feito um laudo e remetido para as autoridades, que eram responsáveis por essas cenas de crimes para prosseguimento das investigações”, disse Márcio Magno Carvalho Xavier, superintendente regional da Polícia Federal no Espírito Santo, em entrevista ao G1 ES.

Segundo Márcio, o sistema já mostrou ser eficiente. Em seis meses, mais de 2,5 mil presos já foram cadastrados.

“Quando encontramos coincidências, chamadas de “hits”, emitimos laudos que são encaminhados às autoridades competentes para dar continuidade às investigações. […] A integração da coleta biométrica ao Abis é um avanço significativo para a sociedade e para o trabalho das autoridades de segurança”, explicou.

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Falsidade ideológico

Os especialistas envolvidos no projeto também apontaram que, a partir das digitais, crimes de falsidade ideológica têm sido solucionados.

“Há casos também que a gente está elucidando que fulano e ciclano tratam-se da mesma pessoa, e às vezes com mais de um nome, mais de dois nomes, há casos em seis, sete nomes, toda vez que ele era preso, ele apresentava um nome diferente”, comentou o chefe do núcleo de identificação da Polícia Federal no Espírito Santo, Edson Rocha.

Expandir para outros estados

Agora, os profissionais querem expandir o modelo para outros estados.

Rafael Pacheco, secretário de Justiça do Espírito Santo, contou que estados como Pernambuco, Minas Gerais e Mato Grosso estão entre os entes federativos que manifestaram interesse.

“Não vai demorar muito para outras entidades também conseguirem fazer essa comparação. A tecnologia do banco já é acessível para a Polícia Civil e a Polícia Científica fazerem pesquisas e compararem os dados com crimes que estão sendo investigados. […] A biometria veio pra ficar, a tecnologia está sendo utilizada e adaptada para que cada vez mais haja o confronto de dados. É esse caminho que a segurança pública está caminhando”, finalizou.

Os dados da população carcerária são enviados a um banco de dados nacional. – Foto: TV Gazeta



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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre

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publicado:
23/12/2025 07h31,


última modificação:
23/12/2025 07h32

Confira a nota na integra no link: Nota Andifes



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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre

A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.

Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.

Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”

A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”

O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”

A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”

Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”

Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre

A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.

 

A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.” 

Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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