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Café Cultura, de Florianópolis, abre em São Paulo – 14/10/2024 – Café na Prensa

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David Lucena

A rede de cafeteria catarinense Café Cultura, uma das pioneiras no mercado de café especial brasileiro, finalmente chega a São Paulo após 20 anos de atuação na região Sul.

A empresa entra no mercado paulistano com uma loja de 287 metros quadrados em Moema, na zona sul. É uma das maiores unidades da franquia.

O Café Cultura nasceu em 2004, em Florianópolis, ano em que quase não se falava em café especial no Brasil. Desde então, adotou modelo de franquias e cresceu para além dos domínios catarinenses, com unidades no Rio Grande do Sul e Paraná. Mais recentemente, inaugurou também no Rio. Mas faltava entrar no maior mercado do Brasil: São Paulo.

Segundo Luciana Melo, CEO e sócia-fundadora da Café Cultura, ter uma operação consolidada no Sul antes de expandir para São Paulo era algo que fazia parte dos planos da empresa. Era preciso, afinal, calcular bem a entrada em uma cidade na qual o cenário de cafeterias é tão disputado.

Além da loja de Moema, a rede inaugurou recentemente uma unidade menor em Piracicaba (a 150 km de São Paulo). Os planos de expansão no estado de São Paulo são arrojados. A empresa pretende chegar a dez unidades até março de 2025.

Além do café especial, preparado em diversos métodos, como coado, prensa francesa e espresso, a rede tem bebidas geladas, como frappés e smoothies.

Da cozinha saem comidas para todas as horas. Desde misto quente até pratos de almoço, passando por opções de brunch com ovos beneditinos e saladas. Os doces incluem itens tradicionais, como bolos e brownies, e também opções que chegaram ao cardápio mais recentemente, como o cinnamon roll.

Mas tudo na casa gira em torno do café. Na recém-inaugurada loja de Moema há um mini-torrador no qual o cliente acompanha o grão sendo torrado na hora –em seguida, leva-o para casa, claro.

Há também uma lojinha com itens para quem quer preparar café em casa em diferentes métodos e usando vários apetrechos.

Acompanhe o Café na Prensa no Instagram @davidmclucena


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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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