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Facts to Know Before Betting on It
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2 anos atrásem
Rivian Automotive (RIVN) is one of the stocks most watched by Zacks.com visitors lately. So, it might be a good idea to review some of the factors that might affect the near-term performance of the stock.
Over the past month, shares of this a manufacturer of motor vehicles and passenger cars have returned -25.2%, compared to the Zacks S&P 500 composite’s +5.4% change. During this period, the Zacks Automotive – Domestic industry, which Rivian Automotive falls in, has gained 1.8%. The key question now is: What could be the stock’s future direction?
Although media reports or rumors about a significant change in a company’s business prospects usually cause its stock to trend and lead to an immediate price change, there are always certain fundamental factors that ultimately drive the buy-and-hold decision.
Revisions to Earnings Estimates
Rather than focusing on anything else, we at Zacks prioritize evaluating the change in a company’s earnings projection. This is because we believe the fair value for its stock is determined by the present value of its future stream of earnings.
Our analysis is essentially based on how sell-side analysts covering the stock are revising their earnings estimates to take the latest business trends into account. When earnings estimates for a company go up, the fair value for its stock goes up as well. And when a stock’s fair value is higher than its current market price, investors tend to buy the stock, resulting in its price moving upward. Because of this, empirical studies indicate a strong correlation between trends in earnings estimate revisions and short-term stock price movements.
For the current quarter, Rivian Automotive is expected to post a loss of $0.89 per share, indicating a change of +25.2% from the year-ago quarter. The Zacks Consensus Estimate has changed -1.4% over the last 30 days.
For the current fiscal year, the consensus earnings estimate of -$4 points to a change of +18% from the prior year. Over the last 30 days, this estimate has changed -1.7%.
For the next fiscal year, the consensus earnings estimate of -$2.21 indicates a change of +44.8% from what Rivian Automotive is expected to report a year ago. Over the past month, the estimate has changed -0.3%.
With an impressive externally audited track record, our proprietary stock rating tool — the Zacks Rank — is a more conclusive indicator of a stock’s near-term price performance, as it effectively harnesses the power of earnings estimate revisions. The size of the recent change in the consensus estimate, along with three other factors related to earnings estimates, has resulted in a Zacks Rank #3 (Hold) for Rivian Automotive.
The chart below shows the evolution of the company’s forward 12-month consensus EPS estimate:
12 Month EPS
Revenue Growth Forecast
Even though a company’s earnings growth is arguably the best indicator of its financial health, nothing much happens if it cannot raise its revenues. It’s almost impossible for a company to grow its earnings without growing its revenue for long periods. Therefore, knowing a company’s potential revenue growth is crucial.
For Rivian Automotive, the consensus sales estimate for the current quarter of $1 billion indicates a year-over-year change of -25.2%. For the current and next fiscal years, $4.69 billion and $5.61 billion estimates indicate +5.8% and +19.5% changes, respectively.
Last Reported Results and Surprise History
Rivian Automotive reported revenues of $1.16 billion in the last reported quarter, representing a year-over-year change of +3.3%. EPS of -$1.21 for the same period compares with -$1.08 a year ago.
Compared to the Zacks Consensus Estimate of $1.17 billion, the reported revenues represent a surprise of -1%. The EPS surprise was -11.01%.
Over the last four quarters, Rivian Automotive surpassed consensus EPS estimates two times. The company topped consensus revenue estimates two times over this period.
Valuation
No investment decision can be efficient without considering a stock’s valuation. Whether a stock’s current price rightly reflects the intrinsic value of the underlying business and the company’s growth prospects is an essential determinant of its future price performance.
Comparing the current value of a company’s valuation multiples, such as its price-to-earnings (P/E), price-to-sales (P/S), and price-to-cash flow (P/CF), to its own historical values helps ascertain whether its stock is fairly valued, overvalued, or undervalued, whereas comparing the company relative to its peers on these parameters gives a good sense of how reasonable its stock price is.
As part of the Zacks Style Scores system, the Zacks Value Style Score (which evaluates both traditional and unconventional valuation metrics) organizes stocks into five groups ranging from A to F (A is better than B; B is better than C; and so on), making it helpful in identifying whether a stock is overvalued, rightly valued, or temporarily undervalued.
Rivian Automotive is graded F on this front, indicating that it is trading at a premium to its peers. Click here to see the values of some of the valuation metrics that have driven this grade.
Bottom Line
The facts discussed here and much other information on Zacks.com might help determine whether or not it’s worthwhile paying attention to the market buzz about Rivian Automotive. However, its Zacks Rank #3 does suggest that it may perform in line with the broader market in the near term.
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Rivian Automotive, Inc. (RIVN) : Free Stock Analysis Report
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Zacks Investment Research
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Ufac entrega equipamentos para Laboratório de Sismologia — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026A Ufac realizou a entrega de novos equipamentos para o Laboratório de Sismologia da Estação de Geofísica Aplicada do Acre. Os dispositivos provêm de emenda parlamentar no valor de R$ 750 mil, alocada pela deputada federal Socorro Neri (PP-AC), inseridos em um investimento global de R$ 900 mil destinados ao projeto de pesquisa da universidade. O evento ocorreu na sexta-feira, 29, no auditório do bloco do curso de Física.
O aporte viabilizou a aquisição de um sistema de videoconferência e monitoramento —composto por TVs, câmeras e nobreaks— além de workstations com GPU e servidores dedicados de alta performance para o Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) da universidade.
A estrutura física e computacional dará suporte a uma rede de seis estações sismográficas de banda larga com telemetria, que funcionarão de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana) nos municípios de Rio Branco (campus-sede), Sena Madureira, Tarauacá, Assis Brasil, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus.
Além de atuar no monitoramento da atividade tectônica regional para fins de proteção junto à Defesa Civil do Estado, o laboratório utilizará métodos de sísmica passiva para o mapeamento de falhas profundas com potencial de geração e migração de hidrogênio geológico.
“Este é o primeiro laboratório de sismologia da região Norte. Isso é muito importante porque nossa região sofre influência da atividade na borda de duas placas tectônicas”, explicou a reitora Guida Aquino.
Socorro Neri enfatizou o compromisso com o avanço científico regional, ressaltando que os novos dispositivos tecnológicos contribuirão diretamente para o monitoramento preciso e seguro de abalos na Amazônia.
O coordenador do projeto e da área de Física, professor Antonio Romero da Costa Pinheiro, destacou o caráter integrador do projeto. “Unimos a pesquisa de ponta à extensão universitária através da confecção de sismômetros didáticos de baixo custo com sensores Arduino para escolas públicas da rede estadual e municipal.”

Também compuseram o dispositivo de honra da solenidade a vice-reitora eleita, Almecina Balbino; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima; e o coordenador do curso de Física, Victor Ribeiro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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PZ realiza reunião para discutir prevenção de incêndios florestais — Universidade Federal do Acre
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1 de junho de 2026O Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac sediou uma reunião estratégica para debater alternativas de prevenção, controle, monitoramento e combate a incêndios florestais nas áreas verdes do campus-sede, projeto Humaitá e Fazenda Experimental Catuaba. O encontro ocorreu na sexta-feira, 29, na sala ambiente do PZ.
A iniciativa foi motivada pela necessidade de ampliar a articulação institucional frente à aproximação do período de estiagem. Nessa época, a combinação de vegetação seca, acúmulo de folhas e galhos e baixa umidade eleva drasticamente a vulnerabilidade desses espaços. Além do viés ambiental, a pauta destacou a relevância acadêmica das áreas para atividades de ensino, pesquisa e extensão de diversos cursos da universidade.
Os participantes discutiram propostas para fortalecer o controle de acesso, a vigilância e o planejamento preventivo. O histórico de sinistros na instituição, como o incêndio de 2010 ocorrido nas proximidades da Unidade de Tecnologia de Alimentos (Utal), foi lembrado para reforçar a urgência de tratar o tema de forma permanente.
Além disso, foi apresentada uma contextualização institucional do PZ e sua relevância para a Ufac e a sociedade acreana. O professor Rodrigo Perea expôs a pesquisa desenvolvida em 2025 por seu orientando, Moisés Pereira, aluno do doutorado Bionorte da Ufac, sobre risco de incêndio em áreas florestadas do campus-sede.
As discussões foram enriquecidas pelas contribuições do professor Moisés Barbosa de Souza, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), reconhecido por seu conhecimento sobre as áreas florestadas da Ufac, apontando para a necessidade de uma construção coletiva que envolva orientação, resposta rápida e proteção da biodiversidade.
“Esperamos que a organização de alternativas de prevenção, monitoramento e combate ao risco de incêndios florestais nas áreas da Ufac avance significativamente em 2026”, disse o diretor substituto do PZ, Wanderson Gomes. “Diante da previsão de uma estiagem mais severa, é fundamental que a universidade esteja preparada para agir de forma planejada, integrada e preventiva.”
Também participaram da reunião representantes da Prefcam, do CCBN, do CFCH, dos cursos de Geografia e Medicina Veterinária, do doutorado Bionorte, além de servidores e colaboradores ligados à temática ambiental.
Próximos passos
Para dar materialidade às ações propostas, foram definidos os seguintes encaminhamentos práticos:
– 3 de junho às 8h: visita in loco à trilha interna do PZ (trajeto de aproximadamente 3 quilômetros) para mapear pontos críticos, gargalos de acesso e possibilidades de intervenção;
– 12 de junho às 8h30: nova reunião de trabalho com o objetivo de dar continuidade às discussões e avançar na consolidação de medidas integradas.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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