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Caixa Asset destitui diretor-presidente após polêmica – 02/11/2024 – Mercado

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Lucas Marchesini, Helena Schuster

A Caixa Asset, braço de investimento da Caixa Econômica Federal, anunciou na noite desta sexta-feira (1º) que destituiu o diretor-presidente da instituição, Pablo Sarmento. O executivo foi alvo de denúncias de abuso de poder e assédio moral, em casos que estavam em análise pela corregedoria da empresa, e recentemente esteve ligado a uma operação questionada com o Banco Master.

A companhia informou que Heitor Souza Cunha, diretor de distribuição e produto, ocupará interinamente a presidência, mas não detalhou o motivo específico da destituição de Sarmento. A reportagem não conseguiu contato com o executivo.

Em julho, a Caixa Asset tirou o cargo de três funcionários que se posicionaram contra a compra de R$ 500 milhões em letras financeiras (um título de dívida) do Banco Master, uma operação proposta por Sarmento. Entre as razões para os profissionais serem contrários ao negócio estava o risco reputacional para o banco público.

O risco existia porque um dos sócios do Banco Master, Mauricio Quadrado, foi citado em delação premiada do ex-superintendente nacional da Caixa, Roberto Madoglio, por ter supostamente pago propina para viabilizar uma operação do FI-FGTS, fundo de investimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço gerido pela Caixa.

“Essa delação que aventou essa hipótese já foi arquivada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, inclusive com parecer favorável do Ministério Público Federal, órgão responsável por formalizar acusações criminais”, disse Hugo Leonardo, advogado de Quadrado, em agosto.

Em setembro, a Folha informou que Quadrado estava em vias de vender sua participação no banco. Ele ainda aparece no site da instituição.

Depois da saída dos funcionários, a operação se tornou alvo de questionamentos no TCU (Tribunal de Contas da União) que, ainda em julho, pediu explicações à Caixa Asset. Em outubro, a área técnica do órgão concluiu que a companhia falhou nas diligências realizadas para analisar a compra dos papéis.

Na sua defesa ao TCU, a Caixa Asset alegou que os afastamentos dos gestores após a posição contrária ao negócio aconteceram por “interesse da administração” baseado na performance dos funcionários. O TCU, no entanto, avaliou que “os motivos alegados para a dispensa dos gerentes podem não refletir os reais fundamentos da decisão, logo, não é possível descartar a hipótese de represália”.

Quando o caso foi revelado, o Banco Master afirmou que “as alegações contra os executivos citados são inverídicas e os eventos mencionados não possuem qualquer relação com as operações do banco”. Procurado pela Folha em outubro, quando o TCU divulgou o parecer, o banco reafirmou essa declaração.

Sarmento, agora destituído, foi aprovado para o cargo pelo Conselho de Administração da Caixa em dezembro de 2023. Sua gestão foi alvo de denúncias na corregedoria da empresa. Foram pelo menos 25 reclamações, a maioria por abuso de poder e assédio moral.

São situações nas quais Sarmento teria pressionado por operações específicas, como a envolvendo o Banco Master. Em dois outros casos que chamaram a atenção de técnicos da empresa e estavam sob análise da corregedoria, o problema estava no valor cobrado pelas corretoras para realizar a compra dos ativos.

O nome técnico desse valor é spread, a diferença entre o preço do papel e o valor que é pago pela Caixa Asset. Nas duas situações, apurou a Folha, essa diferença era muito alta, o que inviabilizava a operação. A área técnica vetou os dois negócios, que foram feitos depois com o spread normal dos negócios realizados na companhia.

Em agosto, quando informações sobre essas denúncias surgiram, a Caixa afirmou que ela e suas subsidiárias “operam em conformidade com rigorosas normas de compliance e governança” e que não poderia dar mais informações por questões de sigilo.



Leia Mais: Folha

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critérios e avaliação em 2025

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critérios e avaliação em 2025

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As melhores seguradoras do Brasil se destacam pela capacidade de cumprir obrigações, atender aos clientes e oferecer soluções adequadas aos riscos das empresas. No entanto, não existe uma única resposta universal. A escolha depende de critérios técnicos, regulatórios e operacionais que variam conforme a necessidade do contratante.

Como identificar as melhores seguradoras do Brasil

As melhores seguradoras devem atender a requisitos objetivos. Primeiro, precisam estar autorizadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Em seguida, devem demonstrar capacidade financeira para cumprir as indenizações.

Além disso, indicadores como o volume de prêmios, o índice de sinistralidade e o nível de reclamações ajudam a avaliar o desempenho.

Critérios técnicos de avaliação

Para selecionar uma seguradora, a empresa deve considerar critérios específicos:

  • Solidez financeira: capacidade de pagamento de sinistros;
  • Especialização: atuação em ramos como garantia ou engenharia;
  • Estrutura operacional: atendimento e gestão de sinistros;
  • Conformidade regulatória: adequação às normas da SUSEP.

Além disso, a aderência ao tipo de risco é determinante. Por exemplo, empresas que contratam seguro empresarial precisam avaliar se a seguradora compreende o setor em que atuam.

Segmentos relevantes no mercado brasileiro

O mercado de seguros no Brasil se divide em diferentes segmentos. Cada um atende necessidades específicas:

  • Seguros patrimoniais e operacionais;
  • Seguros de responsabilidade civil;
  • Seguros de garantia;
  • Seguros de engenharia.

Nesse contexto, o seguro-garantia se destaca em contratos públicos e privados. Ele assegura o cumprimento de obrigações contratuais.

Por outro lado, o seguro de risco de engenharia cobre danos ocorridos durante a execução das obras. Assim, ele atende empresas que atuam em construção e infraestrutura.

Ranking e indicadores do setor

Os rankings variam conforme o critério utilizado. Alguns consideram o volume de prêmios, enquanto outros analisam a satisfação do cliente ou a solvência.

Por isso, a empresa deve evitar decisões baseadas apenas no posicionamento no ranking. Em vez disso, deve analisar dados consistentes e compatíveis com sua necessidade.

Além disso, relatórios da SUSEP e de entidades do setor oferecem informações confiáveis sobre desempenho e participação de mercado.

Como escolher a seguradora adequada

Para escolher entre as melhores seguradoras do Brasil, a empresa deve seguir um processo estruturado.

Primeiro, identificar os riscos que se deseja cobrir. Em seguida, comparar coberturas disponíveis. Depois, avaliar as condições contratuais, os limites e as exclusões.

Além disso, a análise deve incluir suporte técnico e capacidade de atendimento. Isso garante que a seguradora responda adequadamente em caso de sinistro.

Portanto, a escolha não depende apenas do custo, mas da capacidade de resposta e da aderência ao risco.

Papel das seguradoras na gestão de riscos empresariais

As melhores seguradoras do Brasil atuam como parte da estratégia de gestão de riscos das empresas. Elas oferecem cobertura e transferem os impactos financeiros decorrentes de eventos inesperados.

Além disso, ao contratar seguros adequados, a empresa reduz a exposição a perdas que podem afetar sua operação. Por isso, a escolha da seguradora influencia diretamente a continuidade do negócio.

Consequentemente, avaliar a capacidade técnica e financeira da seguradora torna-se um passo necessário para garantir proteção efetiva e previsibilidade operacional.

Como escolher entre as melhores seguradoras com foco em risco e cobertura

As melhores seguradoras do Brasil se definem pela capacidade de atender às necessidades específicas de cada empresa. Ao considerar critérios técnicos e regulatórios, é possível estruturar uma proteção alinhada aos riscos e garantir maior estabilidade operacional.




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