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Campanha para “Caramelo” ser reconhecido como raça de cachorro cresce no Brasil

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O homem, seu Divino, dá mamadeira na boca do Príncipe, o cachorro adulto resgatado das ruas de São Paulo. A cena é puro amor. - Foto: @vaniedivino/TikTok

Uma campanha recém lançada quer reconhecer o vira-lata “Caramelo”, patrimônio do Brasil, como uma raça oficial. A iniciativa animou os internautas!

Nos quintais, nas ruas e nos lares brasileiros, o Vira-Lata Caramelo já se tornou uma estrela. Fiel companheiro, o cãozinho de pelagem dourado e olhar bem característico virou um símbolo nacional.

Agora, ele protagoniza uma campanha, liderada pela Pedigree, que vai além da valorização do cão sem raça definida (SRD). Eles também querem promover a adoção responsável desses amáveis bichinhos!

Mudar o jogo

A campanha nacional quer mudar um jogo importante.

Hoje, dados mostram que os Caramelos têm 90% menos chances de adoção quando comparado com animais de raça.

Por isso, com uma abordagem bem sensível e pra lá de divertida, a marca quer ajudar a reduzir o preconceito contra os SRD.

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Pesquisa genética

Com diversas ações já programas, a iniciativa não quer apenas estimular a adoção.

Além disso, reconhecer os vira-latas caramelos como raça, pode ajudar no processo.

Uma pesquisa genética inédita com 350 cães está sendo realizada. Com isso, será possível identificar características físicas, genéticas e até mesmo de saúde desses animais.

Apaixonados por SRD

Para fortalecer o movimento e conseguir a adesão dos internautas, a Pedigree criou o Caramelo Kennel Club.

A comunidade é voltada para os tutores e admiradores desses fiéis companheiros. Vai ter até certificado!

O espaço vai ter conteúdo informativo, notícias, eventos e ações para incentivar a adoção e o bem-estar dos bichinhos. Fofura demais!

Outra novidade é o Caramelo Dog Show, um evento feito especialmente para os vira-latas.

Ícone cultural

E se você ama os Caramelos, vai se surpreender com as prateleiras dos pet shops e supermercados.

Isso porque o bichinho virou uma estrela mesmo. Para homenagear o cachorrinho, a Pedigree lançou embalagens estampadas com a imagem do icónico animal.

“Nosso desafio criativo foi transformar o Caramelo em um verdadeiro emblema da causa, ressignificando sua imagem de maneira positiva e impactante. Queremos que as pessoas enxerguem nele não apenas um cão comum, mas um símbolo de afeto, lealdade e companheirismo – qualidades que fazem qualquer cachorro especial, independentemente da raça”, desse Marco Giannelli, CCO da AlmapBBDO, agência responsável pela campanha.

Veja que fofura o vídeo de lançamento!

Ele é mesmo o rei dos memes, né? Foto: Pedigree



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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Pesquisadoras da Ufac participam de congresso em Montreal, no Canadá — Universidade Federal do Acre

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A professora Andréia Fernandes Brilhante e a técnica de laboratório Janaína Estevo de Oliveira, do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, da Ufac, apresentaram trabalhos no 16º Congresso Internacional de Parasitologia, realizado de 16 a 21 de agosto, em Montreal, no Canadá.

Janaína é doutoranda da Rede Bionorte, sob orientação de Andréia. Elas mostraram suas pesquisas nas áreas de fauna de flebotomíneos e leishmanioses. “A presença no congresso representou uma importante oportunidade para divulgar a produção científica desenvolvida na Ufac e, ao mesmo tempo, ampliar o intercâmbio de conhecimentos e experiências com pesquisadores de diferentes países”, ponderaram.

Durante o evento, estabeleceram contatos com grupos de pesquisa de instituições estrangeiras, incluindo representantes da Colômbia, Austrália e Romênia. “Essas interações possibilitaram importantes trocas de experiências e conhecimentos, além da identificação de novas possibilidades de colaboração científica internacional”, disseram as pesquisadoras da Ufac.

Segundo elas, um dos momentos de destaque foi a apresentação de um trabalho desenvolvido em parceria com pesquisadores da Universidade de Melbourne, na Austrália, colaboração que vem sendo construída a partir de projetos e pesquisas anteriores. “A partir desses contatos, vislumbramos a continuidade e ampliação de ações conjuntas, incluindo novos projetos de pesquisa, transferência de tecnologias e intercâmbio acadêmico entre a Ufac e a Universidade de Melbourne”, pontuaram.

Outros contatos, com possibilidades de cooperação, também foram estabelecidos com instituições brasileiras, como a Universidade Estadual de São Paulo (campus de Jaboticabal) e a Universidade Federal de Santa Catarina. Além disso, elas destacaram o contato com pesquisadores integrantes da Rede Brasileira em Parasitoses Intestinais.

“Para nós, enquanto professora/orientadora e técnica de laboratório/doutoranda, a participação no evento também representou uma importante oportunidade de formação, atualização científica e fortalecimento das redes de colaboração”, acrescentaram. “A possibilidade de apresentar conjuntamente resultados de pesquisas desenvolvidas na Ufac e dialogar diretamente com pesquisadores de diferentes países contribuiu para ampliar nossa perspectiva sobre os desafios e as possibilidades de investigação científica na Amazônia.”



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