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Capixaba

Caos em Capixaba: Sindicalistas, servidores e vereadores se reúnem

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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A situação de caos na saúde da pequena cidade de Capixaba já está ultrapassando todos os limites. Sem os medicamentos básicos nos postos de saúde e nem mesmo o equipamento mínimo para os Agentes Comunitários de Saúde, a solução foi um movimento iniciado nesta quarta-feira (9) entre os moradores da cidade, servidores da prefeitura e com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac).

Quinta-feira (10), às 9h00, aconteceu uma reunião entre o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac), os vereadores, a secretária municipal de saúde e o prefeito da cidade para se tentar uma solução pacífica. Enquanto isso, do lado de fora da reunião, a população e os servidores estarão acampados e com o apoio de um carro de som.

Falta de tudo na saúde de Capixaba

Conforme revelou a diretora do Sintesac, Alesta Amâncio, a situação está muito grave, pois faltam desde os medicamentos básicos nos postos de saúde, como Captopril para a pressão arterial e Dipirona para dor e febre.
“Além disso, os servidores, principalmente os Agentes de Saúde, não têm o equipamento mínimo de trabalho e sequer os equipamentos de proteção individual [EPI]. Assim, foi preciso tomar medidas drásticas para tentar resolver o problema e envolver os vereadores”, salientou Alesta.

Problema se arrasta há um ano

Segundo a sindicalista, desde o começo de 2017 já foram tentadas várias reuniões com o prefeito para melhorar as condições de trabalho dos servidores e também no atendimento à população, mas o que se discute na reunião não vendo sendo colocado em prática.
“Por conta disso hoje [quarta-feira] estivemos reunidos com os vereadores para unirmos forças na busca por uma solução, a qual esperamos que surja na reunião de amanhã [quinta-feira]”, finalizou Alesta. Leia + aqui.

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Capixaba

EM CAPIXABA, MEMBROS DE FACÇÃO CRIMINOSA SÃO PRESOS PELA POLÍCIA CIVIL COM APOIO DA POLÍCIA MILITAR

Luanna, Colaboradora do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Por volta das 7h da manhã desta quarta-feira, denúncias anônimas chegaram ao Inspetor da Polícia Civil Franciberto Lima e indicavam que dois indivíduos da cidade de Rio Branco estavam comercializando drogas em uma casa no bairro Paraíso.

Ao chegar no local indicado, um dos indivíduos, I.C.M., vulgo Babu, menor de idade, tentou empreender fuga, mas foi contido pela Polícia. Outro indivíduo, Cleilton Amorim da Silva, vulgo Meteoro, se escondeu na cobertura da casa, mas também foi localizado pelos agentes.

Ao serem questionados, sobre onde estavam bolsas e roupas dos mesmos, já que não residiam aqui, um dos indivíduos indicou a casa onde estavam seus pertences. A Polícia se deslocou ao local e encontrou na casa de Agildo Mendes da Silva, uma bolsa com considerável quantia de entorpecentes e encaminhou o mesmo à Delegacia, já que a droga estava em sua propriedade. Ele porém, alega não saber de nada.

Além disso, na ocasião, a Polícia prendeu Juscelino Souza de Macedo, que chegou no local da diligência dirigindo embriagado e em posse de entorpecentes.

“Vamos continuar empreendendo nossos esforços para coibir a comercialização de drogas em Capixaba. Esse é o nosso compromisso com os cidadãos de bem do nosso município. Aproveito e agradeço a parceria do Comandante Dário, da Polícia Militar, que também tem se desdobrado para garantirmos a ordem em Capixaba”, finalizou o inspetor Franciberto Lima

EQUIPEI9CAPIXABA

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Capixaba

Ex-prefeito Joais da Silva dos Santos que contratou servidores sem concurso público tem direitos políticos suspensos

Gecom TJAC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Sentença determina ainda a proibição do ex-gestor receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, pelo prazo de quatro anos.

O Juízo da Vara Única da Comarca de Capixaba condenou ex-prefeito denunciado em Ação Civil Pública, Sr. Joais da Silva dos Santos, pelo cometimento de ato de improbidade administrativa, previsto art.11, inciso I, II e V da Lei n° 8.429-92, quando contratou servidores sem realizar concurso público.

Por conta disso, a juíza de Direito Louise Kristina, titular da unidade judiciária, decretou a seguintes sanções para o ex-gestor municipal: “suspensão dos direitos políticos por quatro anos” e “proibição de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de quatro anos”.

Além disso, como está expresso na sentença, publicada na edição n° 6.388 do Diário da Justiça Eletrônico, da terça-feira, 9, são nulas as “contratações sem concurso efetivadas na gestão (…), a partir da realização do concurso de 2007”. A magistrada ainda confirmou a decisão liminar emitida anteriormente, que determinou a exoneração dos servidores contratados irregularmente e essa ordem já foi cumprida.

Caso e sentença

Segundo os autos, quando o requerido ocupava o cargo de prefeito, ele realizou contratação de servidores sem observar princípios constitucionais. Conforme, é relatado nos autos, ainda existia certame em vigor, realizado em 2007, entretanto, foram contratadas pessoas que tinham passado no certame, mas outras que estavam em melhor posição na classificação não foram chamadas.

Depois analisar que houve ilicitude no ato contratar sem concurso público, a juíza de Direito afirmou que “restou comprovado que o requerido (…), após a finalização do concurso em dezembro de 2007, manteve várias contratações sem concurso feitas anteriormente e ainda contratou outras pessoas em detrimento dos candidatos regularmente aprovados e que estavam aguardando a nomeação, e isso também caracteriza ato de improbidade administrativa”.

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