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Carteiro amigo dos animais viraliza nas redes e vai ajudar pets vulneráveis; vídeo
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1 ano atrásem
O carteiro Angelo Cristiano da Silva contrariou a rivalidade existente entre os profissionais e os animais e mostrou que é um grande amigo dos bichinhos. Na internet, ele compartilha vários encontros que tem ao longo do dia com gatinhos e cachorrinhos. Fofura!
Com mais de 10 anos de profissão, ele não apenas cria laços com os pets das casas por onde passa, no interior de São Paulo, mas também virou um “herói dos bichinhos”.
No Instagram, acumula mais de 90 mil seguidores e usa sua influência para resgatar e cuidar de animais em situação de vulnerabilidade. Em parceria com uma clínica veterinária, Angelo já ajudou a salvar vários cães e gatos.
Amizade com bichos
Desde pequeno, Angelo sempre demonstrou um carinho especial pelos animais.
A convivência veio dos ensinamentos dos pais e da convivência com o cachorro da família.
O amor foi crescendo, assim como Angelo, e se tornou parte essencial da rotina de trabalho como carteiro.
“Para eu ter um dia de trabalho mais tranquilo, eu comecei a fazer do meu trabalho esse contato mais próximo, de conquistar a amizade deles (animais), a confiança, porque aí eles já não vão me receber com latidos, aquele barulho, aquela vontade de ‘acabar com o carteiro’”, disse em entrevista ao G1.
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Das ruas às redes
Em 2018, o carteiro começou a registrar todos os encontros com os animais e compartilhar nas redes.
Ouvia muito dos amigos que era para criar uma página especial e assim nasceu a “Carteiro Amigos dos Animais”, hoje com quase 100 mil seguidores.
Os posts mostram desde os momentos de brincadeiras até relatos durante os resgates.
A repercussão foi muito positiva e ele fez do limão uma limonada. Passou a usar a rede para ajudar, ainda mais, os bichos!
Parceria para salvar vidas
Angelo conseguiu firmar uma parceria com o veterinário Meikhol Fischer, que, antes de falecer em 2023, se tornou um grande amigo do carteiro.
Juntos, durante cinco anos, eles resgataram centenas de animais e arrecadaram R$ 265 mil para os tratamentos e cuidados dos bichinhos.
Rajado, resgatado em 2019, é um deles. Na época, o cachorrinho estava com um grave ferimento na coxa. Após meses de tratamento, se recuperou e foi adotado pelo carteiro!
“Falei pra ela;’ Traz ele aqui pra mim, pelo menos deixe ele aqui em casa comigo’. Na época só tinha um cachorro. Aí ela faz isso: levou pra minha casa, e da minha casa não saiu mais. Aí eu acabei ficando com ele”, relembrou.
Inimigos? Que nada!
Angelo acredita que divulgar sua relação com os animais ajuda a desconstruir a ideia de que carteiros e cães são inimigos.
“O cachorro está ali dentro do lar dele para proteger a residência, o ambiente dele. Até ele entender que a gente não está indo para maltratar ou fazer algo para a família, aquele ambiente dele, ele leva um tempo para digerir tudo isso”, finalizou.
Cão bravo? Que nada!
E olha o que ele enfrenta no dia a dia!
Angelo, com a influência que ganhou, passou a resgatar os bichinhos. – Foto: Arquivo pessoal

Depois de um tempo, Angelo consegue ganhar a confiança dos bichinhos. – Foto: Arquivo pessoal
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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20 horas atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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