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Catedral de Notre-Dame restaurada em Paris inaugurada após incêndio de 2019 | Notícias de arte e cultura
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2 anos atrásem
O Presidente Macron inspeciona os resultados da restauração de 700 milhões de euros, incluindo a torre gótica do século XIX que voltou à sua antiga glória.
A Catedral de Notre-Dame, em Paris, ofereceu ao mundo uma amostra do seu interior restaurado, cinco anos depois de ter sido devastada por um incêndio.
O presidente francês, Emmanuel Macron, inspecionou as obras de renovação na sexta-feira e imagens ao vivo do marco vitrais, cantaria creme, telhado de madeira e tetos altos foram transmitidos ao vivo pela televisão uma semana antes de sua reabertura oficial, em 7 de dezembro.
Após o incêndio de 2019, que reduziu grande parte da obra-prima gótica do século XII a escombros carbonizados e derrubou a torre, Macron estabeleceu o ambicioso objectivo de reconstruí-la dentro de cinco anos e torná-la “ainda mais bonita” do que antes.
O projeto de restauração que se seguiu, no valor de 700 milhões de euros (739 milhões de dólares), foi financiado por doações de 150 países e realizado por cerca de 2.000 pessoas que participaram no trabalho meticuloso, incluindo arquitetos, montadores de andaimes, carpinteiros, fabricantes de sinos, pedreiros e construtores de órgãos.
A torre gótica do século XIX foi ressuscitada com uma cópia exata do original.
Notre-Dame, que recebeu 12 milhões de visitantes em 2017, espera receber um número ainda maior de “14 a 15 milhões” após a reabertura, segundo as autoridades eclesiásticas.
Os ministros franceses apresentaram a ideia de cobrar aos turistas uma taxa de entrada no local, mas a Igreja Católica disse que era importante manter o princípio da entrada gratuita.
Invisível aos visitantes está um sistema discreto de canos prontos para liberar milhões de gotas de água em caso de incêndios futuros.

Espera-se que os líderes mundiais participem da reabertura na próxima semana, mas a lista de convidados ainda não foi revelada.
“Ainda mais bonito do que antes, no brilho renovado das pedras louras e na cor das capelas”, disse Macron em comunicado.
A “construção do século” foi um “desafio que muitos consideraram uma loucura”, disse o presidente sobre um dos monumentos mais visitados e queridos da capital francesa.
Para surpresa de muitos, o Papa Francisco anunciou em setembro que não compareceria à reabertura.
Nos últimos anos, a Igreja Católica francesa tem sido abalada por acusações de abuso sexual contra clérigos, incluindo o monge conhecido como Abade Pierre, um nome familiar pela sua ajuda aos necessitados.
“Estamos muito ansiosos para receber o mundo inteiro sob o teto da nossa catedral”, disse o arcebispo de Paris, Laurent Ulrich, numa mensagem no site da catedral, expressando a gratidão da igreja a todos aqueles que ajudaram a salvá-la.
“Na noite de 15 de abril, centenas de milhares de pessoas comprometeram-se com o que então parecia uma aposta impossível: restaurar a catedral e devolver-lhe o seu esplendor dentro do prazo sem precedentes de cinco anos.”
Mais de cinco anos depois, a investigação sobre a causa do incêndio continua, com as descobertas iniciais apoiando uma causa acidental, como um curto-circuito, uma tocha de soldador ou um cigarro.

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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5 horas atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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