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Católicos e Evangélicos do Acre se despedem de 2020 clamando por um ano novo de bênçãos

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De máscaras, tanto os fiéis católicos como evangélicos se despediram de 2020 adorando e louvando ao nome de Deus, em seus respectivos cultos de fim de ano na noite desta quinta-feira (31).

Na Catedral Nossa Senhora de Nazaré, ocorreu a tradicional Missa de Ano Novo, iniciada pelo padre Manoel, às 19:05 horas. Também presentes no culto de celebração ao ano novo, os evangélicos marcaram presença no culto na Assembleia de Deus, da avenida Antônio da Rocha Viana, que iniciou às 21 horas.

Na catedral, logo que começou, a celebração contou com uma caminhada dos jovens com a bandeira da ‘paz’.

Presidida pelo padre Manoel Costa, a celebração religiosa teve um tom de agradecimento e reflexão pelo ano que chegou ao fim, palavras de esperança e boas expectativas para o ano de 2021. A missa reuniu pouco mais de 100 fiéis, todos de máscaras, e contou com a procissão do menino Jesus até o altar da Catedral feita pelos jovens da Igreja.

O Padre Manoel Costa lamentou as mortes de quase 200 mil brasileiros em decorrência do coronavírus, pontuou que o vírus trouxe consequências e modificações na vida do ser humano e celebrou a chegada da vacina.

“O vírus nos mostrou ao mesmo tempo quão vulneráveis diante desta situação e desta realidade de poder ser contaminado sem saber quando e onde. O ser humano foi induzido e aconselhado também ao confinamento, distanciamento e com isso, a modificação dos modos de vida e as grandes consequências para todos os modos de organização social. Este grande desafio, desse histórico ano que a humanidade se viu confrontada. Tivemos muitas perdas. No Brasil, quase 200 mil brasileiros foram vitimizados por esse inimigo invisível. Fomos afetados pelo medo, pela incerteza e esta realidade marcou um pouco das nossas vivências deste ano de 2020, que podemos dizer que foi um ano perdido, mas meus irmãos e irmãs, ao mesmo tempo, conseguirmos enxergar o gênio humano que diante dos seus maiores desafios é incentivado a descobrir novos modos de vida e quantas iniciativas novas, bonitas, e que ficarão para sempre nas nossas vidas que diante do desafio, o ser humano não cruza os braços, ele quer superar. As realidades que enfrentamos é um desafio para desenvolver potenciais novos. Em tão pouco tempo essa vacina chegou e em muitos países e muitos locais pessoas já estão sendo beneficiadas, e esse é pra nós nesse tempo que vivemos um sinal de esperança. ”, pontuou.

Já na Assembleia de Deus, quem comandou o culto da virada foi o pastor-presidente, Luiz Gonzaga, recuperado recentemente da covid-19.

“Foi difícil esse ano? Foi!, mas também foi um ano de bençãos e vitórias, tanto que estamos aqui. Vamos orar a Deus, e nessa oração procuraremos permitir ao senhor, como diz o salmo 139: “que sonde o nosso coração” e que ele veja se há em nós algum caminho mal”. Mesmo que em alguns momentos exista um mar vermelho diante de nós, nós temos que avançar porque Deus abriu o mar e Deus faz coisas extraordinárias”, afirmou.

Em diversos momentos, pastores de diversos municípios ocuparam o púlpito da igreja para pregar a palavra de Deus e cantar louvores.

Em razão da pandemia do novo coronavírus, os fiéis e evangélicos que pertencem ao grupo de risco e crianças menores de 10 anos tiveram que acompanhar a missa de casa, por meio dos canais do Facebook: Catedral de Nossa Senhora de Nazaré e a Assembleia de Deus.

Ao contrário do ano passado, a missa e o culto de ano novo teve a presença de poucos fiéis em razão da pandemia da covid-19, aqueles que foram à catedral seguiram todos os protocolos das autoridades sanitárias desde o distanciamento de dois metros, ao uso de máscaras e álcool em gel.

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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