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Cédric G., o outro pervertido capital do julgamento de estupro em Mazan

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Cédric G. se levanta e pensamos ver Dominique Pelicot com vinte anos e 20 quilos mais leve. A linha do cabelo, os cabelos grisalhos, o rosto retangular: a semelhança é estranha. Cédric G. começa a falar, conta o seu percurso e revela a sua personalidade, e revelam-se as semelhanças invisíveis, ainda mais perturbadoras, entre este ex-dono de loja de discos de 50 anos e o principal arguido.

Questionado pelo tribunal criminal de Vaucluse, sexta-feira, 8 de novembro, Cédric G. parecia ser o co-arguido mais próximo da personalidade dividida, manipuladora e desviante de Dominique Pelicot, com quem também tem em comum o facto de ter sido vítima de violação na juventude – aos 12 anos, por um tio que a forçou a fazer sexo oral. A pessoa em causa reconheceu-se em o retrato de Dominique Pelicot pintado pelos psiquiatras no início do julgamento : “Eu me perguntei se eles estavam falando sobre mim ou sobre ele. Um enorme tapa na cara. »

O ponto de partida de sua deriva foi, segundo ele, um rompimento violento aos 20 anos, que lhe rendeu pena suspensa, demissão e rejeição dos amigos. “Perdi tudo naquele momento, senti uma espécie de raiva, ódio, precisava de uma saídadiz Cédric G. Eu poderia ter caído no álcool ou nas drogas. Eu me volto para o sexo. » “Números de tarifa premium em 08” que ele liga da casa dos pais são um preâmbulo insignificante para o desastre. “Acho que em termos de desvio, quebrei alguns recordes”admite Cédric G., o outro pervertido capital neste julgamento.

“Ele fez as pessoas acreditarem que eu estava morto”

Na segunda-feira, depuseram três ex-companheiros, três vítimas da distribuição na Internet, sem o seu conhecimento, de fotos e vídeos íntimos – Cédric G. foi condenado por isso em 2022 – três depoimentos surpreendentes. Marion (os nomes foram alterados), sua namorada entre 2013 e 2018, disse que um dia começou a receber mensagens de estranhos: Cédric G. também havia transmitido, no Coco.fr, enquanto eles estavam em um relacionamento, “meu nome, meu telefone, minhas redes sociais, minha carteira de identidade frente e verso, o endereço do meu escritório, para que eu fosse assediado, o que aconteceu durante anos”.

Então chegou Stéphanie, na cadeira de rodas onde estava confinada por esclerose múltipla diagnosticada algumas semanas antes de conhecer Cédric G. “Um diaela disse ao tribunal, minha mãe começou a receber telefonemas e mensagens de condolências, mesmo eu ainda estando vivo. » Cédric G., em conflito com os seus superiores e ameaçado de demissão, revelou a mentira definitiva. “Como todos sabiam que eu tinha esclerose múltipla, ele fez seus superiores acreditarem que eu havia morrido. Isso lhe permitiu obter uma rescisão convencional. »

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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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