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Cenas da Síria: A queda de al-Assad em 10 vídeos | Notícias da Guerra da Síria

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Momentos imperdíveis em que os combatentes da oposição levaram ao fim dramático o regime brutal de Bashar al-Assad sobre a Síria.

Os sírios conseguiram finalmente o que os manifestantes antigovernamentais exigiram há 13 anos, quando saíram às ruas pela primeira vez para pedir a “queda do regime”.

A repressão brutal do Presidente Bashar al-Assad à revolta pró-democracia de 2011 transformou-se numa guerra devastadora e em múltiplas frentes que matou centenas de milhares de pessoas e deslocou milhões. A sua permanência no poder chegou ao fim rapidamente nas primeiras horas de 8 de Dezembro, quando as forças da oposição invadiram a capital, Damasco.

Abaixo, compilamos algumas cenas históricas da Síria, à medida que o país entra numa nova era, após meio século de governo da família al-Assad.

Delícia em Damasco

À medida que se espalhava a notícia de que as forças da oposição tinham entrado em Damasco, tornou-se cada vez mais evidente que o tempo de al-Assad no poder era limitado. Quase imediatamente, as pessoas encheram as ruas da cidade para comemorar, muitas posando para fotos com combatentes da oposição:

Outros, entretanto, vandalizaram monumentos da família al-Assad. Em Latakia, pessoas foram filmadas andando sobre uma estátua derrubada do ex-presidente Hafez al-Assad, pai de Bashar, que governou de 1971 até sua morte em 2000, enquanto ela era arrastada por um caminhão ao longo da estrada:

A confirmação de que al-Assad tinha sido derrubado veio através de um anúncio na televisão estatal, que declarou Damasco “libertada” após uma ofensiva relâmpago que durou apenas 11 dias:

Ao cair da noite pela primeira vez desde que al-Assad foi derrubado, milhares de carros congestionaram as estradas para Damasco enquanto pessoas deslocadas de todo o país corriam para a capital:

Sobreviventes das prisões de al-Assad libertados

Os vídeos também mostraram os momentos notáveis ​​em que os combatentes da oposição libertaram os detidos das prisões geridas pelo governo, conhecidas pela tortura. Entre os prisioneiros libertados estavam mulheres e crianças. Um ex-detido muito feliz disse que sua execução estava marcada uma hora antes de ser libertado:

Primeira reportagem internacional de dentro de Damasco

Poucas horas depois da queda de al-Assad, a correspondente da Al Jazeera Zeina Khodr estava em Damasco. Ela cruzou a fronteira do Líbano quando surgiu a notícia de que o presidente sírio havia fugido. Assista à sua extraordinária cobertura a partir do interior do escritório da televisão estatal saqueado e do lado de fora do palácio presidencial abandonado de al-Assad:

Resul Serdar, da Al Jazeera, também chegou à capital, onde a sua reportagem em directo foi quase abafada por rajadas de tiros comemorativos, enquanto um ataque aéreo israelita deixou um edifício em chamas atrás dele:

Refugiados alegram-se

De Berlim a Bucareste, sírios em cidades de todo o mundo reuniram-se espontaneamente para celebrar a deposição de al-Assad na manhã de domingo, um momento que muitos disseram esperar há quase 14 anos. Cerca de seis milhões de sírios foram forçados a fugir da sua terra natal durante a guerra. Em Istambul, onde vivem mais de um milhão de refugiados sírios, milhares de pessoas aplaudiram, dançaram e agitaram a bandeira da oposição:

As pessoas já começaram a regressar à Síria depois de anos forçadas no estrangeiro. Na tarde de segunda-feira, uma enorme fila se formou na passagem de Bab al-Hawa, na Síria, na fronteira com a Turquia. Osama Bin Javaid, da Al Jazeera, relatou as novas esperanças dos sírios que antecipam um futuro melhor depois de al-Assad:

Reação global

A guerra da Síria atraiu várias potências regionais e mundiais, muitas das quais expressaram as suas opiniões sobre a tomada do poder pela oposição. Os Estados Unidos apoiam há muito tempo as forças lideradas pelos curdos no nordeste da Síria. O presidente dos EUA, Joe Biden, classificou a queda de al-Assad como um “ato de justiça”, acrescentando que “a Síria está num momento de oportunidade, mas também de risco e incerteza”:



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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