ACRE
Cerveja Guinness tem racionamento em pubs britânicos – 16/12/2024 – Mercado
PUBLICADO
1 ano atrásem
Peter Hutchison
Em seu pub de Londres, Kate Davidson criou cartões de racionamento de Guiness ante a escassez no Reino Unido da conhecida cerveja preta irlandesa.
Bares de todo o país sofrem com a mesma escassez desde que a Diageo, proprietária da Guinness, anunciou neste mês que enfrentava uma “demanda excepcional dos consumidores”.
“Estou um pouco impactada porque é Natal”, comentou Davidson, coproprietária do The Old Ivy House, onde um copo de Guinness colocado de cabeça para baixo avisa que seus barris estão vazios.
“Não esperava que se esgotasse nessa época do ano”, comentou a comerciante de 42 anos no bar do centro de Londres.
Vários fatores explicam as dificuldades de fornecimento. A diretora-executiva da Diageo, Debra Crew, disse meses atrás que o consumo de Guinness havia aumentado 24% entre as mulheres, com uma estratégia comercial que busca atrair novos consumidores.
Entre a geração Z, o interesse na cerveja preta se deu por causa dos chamados “Guinnfluencers”, como Kim Kardashian, que publicou uma foto sua com a cerveja no Instagram.
CARTÃO DE RACIONAMENTO
A Diageo começou a restringir a quantidade de barris de Guinness que os pubs britânicos podem comprar devido ao aumento nas vendas.
A bebida escura e cremosa, tradicionalmente consumida por fãs de rúgbi e homens barbudos de meia idade, se tornou popular entre mulheres jovens.
Davidson percebeu que havia um problema na última segunda-feira (9), quando tentou fazer seu pedido semanal normal de sete ou oito barris, mas foi informado de que só poderia comprar quatro.
“A cervejaria confirmou que a Diageo estava racionando, então eles racionaram (para nós)”, comentou.
Davidson e seu sócio criaram um cartão de racionamento que exige que os clientes comprem mais duas bebidas antes de poderem comprar uma Guinness.
É assim que eles lidam com “esses tempos difíceis de racionamento de Guinness”. “Na verdade, é um pouco divertido. Ninguém vai embora”, relatou Davidson.
PÂNICO
Apesar da medida, os barris de Guiness estavam vazios na noite de sexta-feira e os clientes terão que esperar até quarta-feira (18) para saborear a bebida.
“É um pouco triste”, admitiu Claudia Russo, uma tatuadora de 39 anos e amante de Guinness, que desta vez optou por um Bloody Mary.
As vendas da Guinness no Reino Unido aumentaram 21% entre julho e outubro, apesar do declínio geral no mercado de cerveja, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado de alimentos e bebidas CGA by NIQ.
“No último mês, tivemos uma demanda excepcional dos consumidores pela Guinness no Reino Unido”, disse um porta-voz da Diageo à AFP em um comunicado.
“Maximizamos o fornecimento e estamos trabalhando ativamente com nossos clientes para gerenciar a distribuição, para vender da forma mais eficiente possível”, acrescentou.
Shaun Jenkinson, diretor de operações da rede de pubs irlandeses Katie O’Brien’s, disse à AFP que só recebeu “cerca de 70% do que era necessário para atender aos pedidos”.
Folha Mercado
Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes.
Os fornecedores alertaram várias vezes que “não conseguiriam atender aos pedidos antes do Natal”.
O Times informou este mês que a escassez está causando “compras em pânico”, complicando ainda mais o fornecimento.
“Se os jovens pararem de beber Guinness, esse problema acabará”, disse o escritor Howard Thomas, 79 anos, no Old Ivy House. “Deixe isso para os idosos”, ironizou.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR

Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
ACRE
Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
2 dias atrásem
28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
Relacionado
ACRE
Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
5 dias atrásem
26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
Relacionado
ACRE
Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
5 dias atrásem
26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE5 dias agoProjeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
ACRE5 dias agoReitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
ACRE2 dias agoProjeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login