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“Cerveja IPA é muito mais que uma moda passageira, é um estilo por si só”: a grande onda amarga

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Se a India Pale Ale (IPA, pronuncia-se “ai-pi-é”) está agora presente em todos os bares e comerciantes de vinho dignos desse nome – e mesmo em grandes áreas –, este não era o caso há dez anos. A cerveja com sabor fortemente lupulado continua conquistando os paladares franceses, a ponto de “Todo cervejeiro hoje deve ter uma IPA na sua gama”, diz Alexandre Vermeersch, chefe da Brasserie 360, criada em 2018 em Saint-Martin-Valmeroux, no coração de Cantal. “ As vendas de nossos IPAs, comercializados desde o início, estão em constante desenvolvimento. » A mesma história na cervejaria La Dunoise, em Milly-sur-Bradon, no Mosa: “Em 2024, os IPAs representarão 25% das minhas vendas de cerveja, em comparação com apenas 10% em 2023,” observa Florian Ploner, seu diretor.

Uma cerveja de alta fermentação, mais forte que uma loira clássica – cerca de 6° de álcool –, um sabor divisivo marcado por um amargor muito pronunciado e, ainda por cima, um termo anglo-saxónico para o designar… A priori, nada poderia prever tanto sucesso da IPA em França. Mesmo que a lenda em torno de suas origens seja bastante vendável: a India Pale Ale tiraria sua alta dosagem de lúpulo da época em que o Império Britânico enviava suas cervejas de barco para a Índia, o que permitiu que fossem melhor preservadas durante a viagem. .

Esse estilo de mousse de lúpulo como conhecemos hoje surgiu na década de 1980, na costa oeste dos Estados Unidos, sob a liderança de “jovens idealistas, cansados ​​de cervejas leves e de pouco gosto, (Quem) trouxe receitas antigas que eles preparavam em sua garagem, lembra Gabriel Venâncio, diretor de marketing da International Beers & Beverages (IBB). Entre essas receitas, as IPAs se beneficiaram das variedades aromáticas do lúpulo da Costa Oeste (Amarillo, cascata, centenário, chinook, Simcoe…). Foi um incêndio quando essas cervejas se destacaram em um universo plano. » Foi assim que surgiram grandes marcas históricas, como Stone Brewing ou Sierra Nevada, que popularizaram o estilo West Coast IPA, resinoso e muito amargo.

De cervejas artesanais a cervejarias maiores

Nos anos 2000, alguns pioneiros europeus seduzidos por estes gostos pronunciados inspiraram-se neles. Dois escoceses criaram então a BrewDog, hoje líder mundial no estilo IPA (marca distribuída em França desde 2014) com a sua referência emblemática, a Punk IPA. Na França, Jean-Luc Butez, o fundador da empresa IBB, tinha o nariz vazio: a partir da década de 1990, produziu uma cerveja artesanal na Brasserie des Sources, em Saint-Amand-les-Eaux (Norte). de sabor mais acessível, Bellerose. Um cruzamento engenhoso entre o louro tradicional e o IPA.

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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