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Cessar-fogo entre o Hezbollah do Líbano e Israel: O que saber | Israel ataca o Líbano Notícias
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Beirute, Líbano – O Primeiro-Ministro de Israel anunciou que o seu gabinete de segurança aprovou um cessar-fogo entre Israel e o grupo libanês Hezbollah, através do governo libanês.
Uma vez em vigor, o acordo irá pôr fim a mais de um ano de violência que começou quando o Hezbollah começou a lançar ataques contra Israel em 8 de Outubro de 2023, dizendo que continuaria enquanto Israel conduzisse a sua guerra contra o povo de Gaza.
Desde Outubro de 2023, Israel desenraizou 1,2 milhões de pessoas no Líbano e matou 3.768, a maioria delas mortas nos últimos dois meses.
O Hezbollah – e os seus rivais e aliados libaneses – apoiam o fim da guerra, mas quais são os termos do cessar-fogo, onde se encontra neste momento e irá manter-se?
Aqui está o que sabemos:
O cessar-fogo começou?
Num discurso televisionado na noite de terça-feira, Netanyahu disse que recomendaria que todo o seu gabinete concordasse com um cessar-fogo com o Hezbollah.
O presidente dos EUA, Joe Biden, falará na terça-feira para fornecer mais detalhes sobre o projeto de trégua.
O governo libanês se reunirá para endossar o acordo na quarta-feira.
O cessar-fogo pode então entrar em vigor.
O que envolve o cessar-fogo?
As tropas israelenses retirar-se do sul do Líbano, e o Hezbollah recuaria ao norte do rio Litani, encerrando sua presença no sul.
Isto levaria 60 dias, e o exército libanês, que permaneceu em grande parte como espectador na guerra actual, deslocar-se-ia para o sul para monitorizar o cessar-fogo.
Uma força-tarefa internacional liderada pelos Estados Unidos, que inclui forças de manutenção da paz francesas, também seria enviada para supervisionar a implementação da trégua.
O exército libanês será obrigado a expandir o seu papel no Líbano, principalmente no sul, onde se tornaria o único corpo armado e assumiria todas as actividades relacionadas com armas no país.
E as pessoas que tiveram que sair de casa?
Os civis libaneses e israelitas deveriam ser autorizados a regressar gradualmente às suas casas.
A destruição no sul do Líbano é tão extenso, no entanto, é difícil dizer quantas pessoas tentarão voltar para lá.
Do lado israelita, os residentes do norte podem ou não regressar, visto que se espera que muitos desconfiem do cessar-fogo.
O cessar-fogo será válido?
Bem, pelo menos por alguns anos, dizem os especialistas.
“Sem um acordo político abrangente envolvendo o Irão, o cessar-fogo corre o risco de ser uma medida temporária”, disse Imad Salamey, professor de ciência política na Universidade Libanesa-Americana, à Al Jazeera.
“Mesmo nestas circunstâncias, o cessar-fogo provavelmente compraria vários anos de relativa paz”, acrescentou.
Outros analistas estão menos optimistas, com o colunista do Haaretz, Alon Pinkas, a dizer à Al Jazeera que o acordo – com base em detalhes relatados – parece muito frágil e impossível de implementar, especialmente quando depende da expansão do papel do exército libanês.

Ambos os lados estão satisfeitos com os termos?
Israel exigiu o direito de atacar o Líbano para “fazer cumprir” os termos do cessar-fogo se o exército libanês e a força-tarefa internacional não conseguirem manter o Hezbollah fora das fronteiras.
Aceitar a exigência de Israel, dizem os especialistas, significaria “autorização” internacional para que Israel violasse regularmente a soberania do Líbano sempre que considerasse adequado.
“Poderíamos estar a entrar numa nova fase… talvez a síriorização (do Líbano)”, disse Karim Emile Batar, especialista no Líbano e professor associado de relações internacionais na Universidade Saint Joseph do Líbano.
O Líbano há muito que se opõe à ideia de que Israel poderia ter o direito de atacar o seu território à vontade, afirmando que isso seria uma violação da sua soberania.
Não está claro se esta cláusula será incluída no cessar-fogo ou se fará parte de um acordo separado entre os EUA e Israel.

E no dia seguinte?
Israel destruiu cerca de 37 aldeias e arrasou bairros importantes em Beirute, Nabatieh e Tiro.
A maioria das pessoas desenraizadas são muçulmanos xiitas – um grupo demográfico do qual o Hezbollah retira a maior parte do seu apoio – que não poderão regressar às suas aldeias num futuro próximo.
Sua prolongada e deslocamento sem precedentes poderia prejudicar as relações com as comunidades anfitriãs que pertencem a outras seitas religiosas.
As comunidades sectárias do Líbano sofreram violência aguda durante a Guerra Civil Libanesa, de 1975 a 1990. Essa violência levou ao deslocamento em massa e à segregação geográfica das principais comunidades sectárias do Líbano.
Estas comunidades serão agora forçadas a viver umas com as outras sem muito apoio do governo interino, que está a sofrer com uma crise económica aguda.
O que vem a seguir para o Hezbollah?
A presença da força-tarefa internacional e da oposição interna ao papel militarizado do Hezbollah torna um desafio para o grupo recuperar a sua força anterior, de acordo com Salamey.
“O Hezbollah pode ser obrigado a mudar o seu foco para dentro, procurando assegurar a sua relevância dentro do Estado libanês em vez de através de operações militares externas, posicionando-se assim para um papel na formação do futuro cenário político do Líbano”, disse ele à Al Jazeera.
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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