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Chef Toshi Akuta lança o Otodokê, novo delivery de bentôs em SP – 08/11/2024 – Marcelo Katsuki

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Uma das lembranças mais gostosas que tenho da infância são os ‘bentôs’, as marmitas japonesas que minha mãe preparava quando íamos pescar nos finais de semana. Sempre me preocupava mais com o lanche do que com as iscas e minha mãe caprichava porque sabia que quando acabava a comida, o guaraná caçulinha e a leitura dos gibis, eu era o primeiro a gritar: “Quero ir embora!” – Meu Deus, que criança chata… Hoje não tem mais pescaria e nem gritaria, mas quando viajo para a casa dos meus pais, sempre volto com uma marmitinha embrulhada em um furoshiki, o lenço estampado japonês, que deixa escapar um pouco do cheirinho da comida no carro. Geralmente é o takuan, a “cheirosa” conserva de nabo amarela, que nunca soube o que era sutileza, mas que abre o apetite como ninguém.

O bentô é uma instituição presente na vida de todo nikkey, por isso fiquei tão nostálgico nessa semana quando abri as sacolas do Otodokê, novo empreendimento do Toshi Akuta (chef do Otoshi Izakaya), e me deparei com um marmita japonesa bem elaborada e com aquele gostinho de comida de batian (vó em japonês).

No Otodokê, que quer dizer “entregar” em japonês, há as famosas marmitas em caixinhas com separações para o arroz, os legumes e a proteína, que pode ser o salmão yakizakaná (R$ 65) , o tonkatsu (R$ 60) com a milanesa de porco, ou ainda o shogayaki (R$ 55) que traz carne suína grelhada com molho de gengibre e shoyu. Há também os domburis, tigela em japonês, que têm como base o arroz branco coberto com carnes ou ensopados como o tonkatsu kare (R$58) com curry e uma crocante milanesa de porco por cima.

Para abrir a refeição o menu traz delícias como o guioza grelhado ou no vapor (R$ 30 – 5 unidades), o shuumai (R$ 45), um dumpling de porco com camarão no vapor, e o karaague (R$ 55), que traz pedaços crocantes de frango frito. Os oniguiris recheados (R$ 18 a unidade) podem trazer recheio de maionese de atum, de salmão grelhado ou de umeboshi, a ameixa japonesa em conserva.

Os sandos também fazem bonito, caso do katsusando (R$ 35), sanduíche em pão de forma com milanesa de porco, repolho e maionese, e do tamagosando (R$ 30), com recheio de ovo ao estilo japonês. Toshi promete a volta do sanduíche de berinjela com missô, que fazia a alegria dos veganos e não-veganos em seu delivery que funcionou durante a pandemia.

Ah, o Otodokê funciona de segunda à sábado, das 11h às 16h. Conheça! Instagram: otodoke.br


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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre

O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.

A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.

Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.

Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.

 



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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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