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Chefe da UNRWA critica decisão “decepcionante” da Suécia de encerrar o financiamento | Notícias

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Estocolmo diz que a decisão surge em resposta ao plano de Israel de proibir a agência da ONU a partir do final de janeiro.

A Suécia deixará de financiar a Agência das Nações Unidas para os Refugiados para os Palestinianos (UNRWA) e, em vez disso, fornecerá maior assistência humanitária global a Gaza através de outros canais, afirma o país nórdico, numa medida denunciada pelo chefe da agência.

“O apoio central do governo à UNRWA termina”, disse o Ministério dos Negócios Estrangeiros sueco num comunicado na sexta-feira.

A UNRWA presta assistência a quase seis milhões de refugiados palestinos em Gaza, na Cisjordânia ocupada, no Líbano, na Jordânia e na Síria.

Israel, que disse que proibirá as operações da UNRWA no país a partir do final de janeiro, alegou que 19 funcionários da agência estiveram envolvidos nos ataques de 7 de outubro de 2023 liderados pelo Hamas contra Israel.

Após uma investigação do órgão de supervisão da ONU, a ONU demitiu nove funcionários da UNRWA descobriu que “pode ter estado envolvido” no ataque.

A decisão da Suécia foi tomada em resposta à proibição israelita porque tornará mais difícil a canalização da ajuda através da UNRWA, disse o ministro sueco da Cooperação para o Desenvolvimento Internacional e do Comércio Externo, Benjamin Dousa, à emissora sueca TV4.

A Suécia planeia aumentar a sua assistência humanitária global a Gaza no próximo ano para 800 milhões de coroas suecas (72,44 milhões de dólares) dos 451 milhões de coroas suecas (41 milhões de dólares) gastos este ano, disse o seu Ministério dos Negócios Estrangeiros.

A ajuda fluirá através de várias organizações, incluindo o Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, a UNICEF, o Fundo de População das Nações Unidas e o Comité Internacional da Cruz Vermelha, acrescentou o ministério.

A nova lei israelita não proíbe directamente as operações da UNRWA na Cisjordânia ocupada e em Gaza, mas terá um impacto grave na capacidade de trabalho da UNRWA. Altos funcionários da ONU descreveram a UNRWA como a espinha dorsal da resposta de ajuda de Gaza.

‘Dia triste’

A embaixada palestiniana em Estocolmo disse num comunicado que rejeita a ideia de encontrar “alternativas à UNRWA”, acrescentando que a agência tinha um “mandato especial para prestar serviços aos refugiados palestinianos”.

A população refugiada depende da UNRWA saúde, educação, ajuda de emergência e assistência humanitária, observou.

A Assembleia Geral da ONU deu o seu apoio à UNRWA este mês, exigindo que Israel respeite o mandato da agência e “permita que as suas operações prossigam sem impedimentos ou restrições”.

O chefe da UNRWA, Philippe Lazzarini, classificou a decisão da Suécia como “decepcionante” e ocorrendo no “pior momento para os refugiados palestinos”.

“A decisão ocorre um dia depois de os membros da Assembleia Geral da ONU terem adoptado por esmagadora maioria uma resolução em apoio à UNRWA”, disse ele numa publicação no X.

“Este é um dia triste para os refugiados palestinos e para o sistema multilateral liderado pela Suécia”, disse Lazzarini.

Entretanto, Amichai Chikli, ministro dos assuntos da diáspora de Israel, saudou a decisão do país nórdico, alegando que a UNRWA “perdeu a sua legitimidade para existir”.

O vice-ministro das Relações Exteriores de Israel, Sharren Haskel, agradeceu a Dousa pela reunião que tiveram esta semana e pela decisão da Suécia de abandonar o seu apoio à UNRWA.

“Existem alternativas dignas e viáveis ​​para a ajuda humanitária e agradeço a disponibilidade para ouvir e adoptar uma abordagem diferente”, disse ela.

Depois do nove funcionários da UNRWA eram despedidoIsrael afirmou em Julho que outros 100 funcionários da UNRWA eram membros do Hamas e de outros grupos armados palestinianos.

A agência disse no mês passado que pediu a Israel mais informações e não recebeu resposta.



Leia Mais: Aljazeera

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Podcast da Ufac entrevista novo reitor Josimar Ferreira — Universidade Federal do Acre

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O canal UfacTV no YouTube transmitiu ao vivo, na quinta-feira, 13, a estreia da terceira temporada do CapiCast, podcast oficial produzido pela Assessoria de Comunicação da universidade. O episódio inaugural trouxe como convidado o professor Josimar Ferreira, que assumiu a Reitoria da instituição para o quadriênio 2026-2030, em uma entrevista conduzida pela apresentadora e assessora de Comunicação Nattércia Damasceno. A solenidade oficial de transmissão de cargo será na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Com a temática geral “Ufac em Perspectiva: Floresta, Conhecimento, Futuro”, a nova temporada busca debater o papel da universidade na transformação social e no desenvolvimento regional, integrando a produção acadêmica à preservação ambiental e às demandas da comunidade acreana.

Durante a conversa, o novo reitor relembrou sua trajetória acadêmica iniciada em 1997, quando ingressou no curso de Agronomia como filho de produtores rurais e enfrentou os desafios do ensino superior na época, como a escassez de transporte e de bolsas de estudo. “Estar no cargo de reitor me faz refletir isso, porque eu sei de onde vim, como se diz, o chão de fábrica, um filho de um produtor rural que, graças ao processo educacional, chega ao maior posto da sua casa.”

Ao tratar das prioridades para os primeiros cem dias de gestão, Josimar antecipou medidas voltadas à reestruturação de serviços e ao diálogo com a comunidade. O primeiro ato administrativo a ser submetido ao Conselho Universitário (Consu) será a revogação das reuniões virtuais, garantindo o retorno das sessões presenciais dos colegiados.

O plano de ação inicial também inclui a retomada dos serviços de xerox para alunos e docentes, o estudo para implantação de reconhecimento facial nas catracas do Restaurante Universitário e o foco na conclusão de obras pendentes, como a passarela da Medicina Veterinária e as instalações do Colégio de Aplicação.

Outro tema abordado foi o compromisso com a inclusão e a equidade. O gestor anunciou que proporá ao Consu a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, estrutura planejada para centralizar e fortalecer as políticas voltadas aos estudantes indígenas, ao Núcleo de Apoio à Inclusão e aos observatórios sociais da instituição.

Por fim, o fortalecimento da comunicação pública foi apontado como peça-chave para romper os muros da academia e levar o conhecimento científico diretamente à sociedade.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac — Universidade Federal do Acre

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Josimar Ferreira inicia gestão de 4 anos como reitor da Ufac-reitor-e-vice.jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com os novos pró-reitores da administração superior para marcar o início da gestão do quadriênio 2026-2030 e tratar das primeiras ações e prioridades a serem tomadas na universidade. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 12, na Reitoria, campus-sede. A sessão solene pública de transmissão de cargo da Reitoria será realizada na sexta-feira, 21, às 17h, no Teatro Universitário.

Josimar afirmou que a eficiência na aplicação dos recursos e a austeridade estarão entre os princípios da gestão. Hoje ele também se reúne com as equipes das áreas de planejamento e administração para avaliar o orçamento disponível para execução das atividades até o fim do ano. “Esse é um princípio que adotamos desde o primeiro dia”, afirmou.

Entre as primeiras medidas anunciadas está a retomada das reuniões presenciais dos conselhos universitários. Segundo o reitor, a mudança será implementada já nesta primeira semana de gestão.

Outra ação prevista é a criação de uma nova pró-reitoria, voltada a ações afirmativas, equidade, gênero e inclusão. De acordo com Josimar, a proposta é colocar essas políticas no centro da estrutura administrativa da universidade e ampliar sua atuação nas políticas acadêmicas.

A nova gestão também dará continuidade ao processo de realização do vestibular do curso de Medicina. O reitor informou que a Ufac já garantiu recursos e iniciará a fase de contratação da empresa responsável pelo certame. A previsão é que as provas sejam aplicadas nas cinco regionais do Acre, com manutenção do bônus regional.

A interiorização também está entre as prioridades apresentadas. A gestão pretende iniciar discussões sobre a ampliação da presença permanente da universidade no interior, incluindo a regional do Purus, em Sena Madureira, e a região de Tarauacá e Envira.

Josimar destacou ainda a intenção de ampliar a aproximação da Ufac com diferentes setores da sociedade. “Queremos aproximar a relação com a sociedade, com o serviço, com o comércio, com a indústria, e com isso fortalecer o nosso tripé, o ensino, a pesquisa e a extensão.”

Integram a nova administração superior a vice-reitora Almecina Balbino; a pró-reitora de Graduação, Danila Torres; o pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Aline Nicolli; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Souza; o pró-reitor de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Thiago Lima; e o pró-reitor de Administração, Tone Roca.

 



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Proaes lança plataforma para cadastro da assistência estudantil — Universidade Federal do Acre

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A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes), da Ufac, oficializou o lançamento do Cadastro da Assistência Estudantil (Caes) nessa terça-feira, 11. A nova plataforma digital foi desenvolvida para reformular o processo de seleção de bolsas e auxílios financeiros da instituição, com o objetivo de reduzir a burocracia, otimizar o fluxo socioeconômico e ampliar o acesso dos acadêmicos aos programas de permanência universitária.

A plataforma já está disponível para acesso e o preenchimento do cadastro poderá ser realizado ao longo do ano de 2026. A transição completa do fluxo de seleção para o novo ambiente digital será concluída para ter validade nos editais previstos para o ano letivo de 2027.

O sistema apresenta interface que se adapta, permitindo o preenchimento e acompanhamento das etapas diretamente por dispositivos móveis, como celulares e tablets. Outra mudança estrutural do Caes é a otimização do formulário socioeconômico, que teve sua extensão reduzida de 14 para 9 páginas. O documento passa a ser pré-preenchido de forma automática com dados cadastrais já existentes nas bases de dados integradas da Ufac, evitando a inserção repetitiva de informações pessoais pelos discentes.

O modelo operacional introduz a aprovação prévia do cadastro socioeconômico, que terá validade mínima de dois anos. Com a homologação efetuada pela equipe de assistentes sociais da Proaes, o estudante integrará um banco de dados unificado, ficando apto a diferentes modalidades de auxílios e bolsas por meio de uma manifestação de interesse digital, sem a necessidade de reapresentar a documentação completa a cada novo edital lançado. Apenas modalidades específicas que demandem comprovações complementares, como o auxílio-creche, exigirão anexos pontuais.

O desenvolvimento da ferramenta durou aproximadamente dez meses e foi viabilizado por uma cooperação técnica entre a Proaes, o projeto WebAcademy, sob coordenação do professor Daricélio Moreira, o Núcleo de Tecnologia da Informação e o corpo de assistentes sociais da universidade, que atuaram na especificação das regras de negócio do software. Três acadêmicos selecionados via edital atuaram diretamente na programação e construção do sistema.

“O Cadastro da Assistência Estudantil vai trazer uma redução na burocracia e a possibilidade de melhorar o acesso dos estudantes aos benefícios da Proaes”, disse o pró-reitor de Assuntos Estudantis, Isaac Dayan. “Temos vários aspectos que ajudam o estudante a ter uma melhor experiência na hora de concorrer, como uma interface intuitiva e a redução da quantidade de páginas do formulário. Acreditamos que será um grande avanço na política de assistência estudantil.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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