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China condena novas tarifas da UE sobre seus veículos elétricos – DW – 30/10/2024

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O União Europeia (UE) aumento das tarifas sobre veículos elétricos fabricados na China para até 45,3% na quarta-feira, após negociações malsucedidas com o país.

O bloco aprovou formalmente na terça-feira tarifas que variam de 7,8% a 35,3%, além do imposto padrão de importação de automóveis de 10% da UE.

Pequim disse ter apresentado uma queixa à Organização Mundial do Comércio sobre a medida.

Por que a UE está impondo tarifas?

A UE argumenta que Subsídios chineses prejudicar a competitividade em casa. O Comissão Europeia identificou financiamento e subsídios preferenciais, juntamente com terrenos, baterias e matérias-primas oferecidas abaixo dos preços de mercado.

A comissão argumenta que da China a capacidade de produção não utilizada, cerca de 3 milhões de VE por ano, é o dobro da dimensão dos mercados da UE. Os EUA e o Canadá já tinham impôs tarifas de 100% sobre VEs chineses, tornando a Europa o mercado mais óbvio para estes carros chineses agora.

O chefe comercial da UE, Valdis Dombrovskis, disse na terça-feira que “ao adotar estas medidas proporcionais e direcionadas após uma investigação rigorosa, estamos defendendo práticas de mercado justas e a favor da base industrial europeia”.

“Saudamos a concorrência, inclusive no setor de veículos elétricos, mas ela deve ser sustentada pela justiça e por condições de concorrência equitativas”, disse ele.

Evolução do mercado de VE e a política tarifária – MADE

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Como a China reagiu?

As tarifas foram impostas após o fracasso das negociações entre o bloco e a China sobre a definição dos preços dos VE. Uma nova rodada deverá começar em breve, embora a Comissão Europeia tenha afirmado que ainda existem “lacunas remanescentes significativas”.

A China criticou as novas tarifas.

“A China não concorda com isso e não aceitará a decisão”, disse o Ministério do Comércio, prometendo tomar todas as medidas necessárias “para salvaguardar resolutamente os direitos e interesses legítimos das empresas chinesas”.

As tarifas afetam diferentes carros fabricados na China com diferentes porcentagens. Os veículos estrangeiros fabricados na China, como a Tesla, são atingidos por uma tarifa de 7,8%, a gigante automobilística chinesa Geely enfrenta uma tarifa de 18,8%, enquanto a estatal SAIC foi atingida pela tarifa mais alta, 35,3%.

A Câmara de Comércio Chinesa com a UE instou Bruxelas e Pequim “a acelerarem as negociações sobre o estabelecimento de preços mínimos e, em última análise, a eliminarem essas tarifas”.

Entretanto, a China tomou medidas de retaliação, prometendo impor tarifas provisórias sobre o conhaque europeu, bem como investigando os subsídios da UE a alguns produtos lácteos e suínos vendidos na China.

UE dividida sobre tarifas

O próprio bloco foi dividido pelas tarifas, com cinco dos seus 27 membros votando contra e 12 abstendo-se.

O grande produtor automóvel alemão é um adversário significativo.

O chefe da associação da indústria automóvel alemã, VDA, descreveu a imposição das tarifas como “um revés para o livre comércio global e, portanto, para a prosperidade, a preservação dos empregos e o crescimento da Europa”.

“A indústria não é ingênua ao lidar com a China, mas os desafios devem ser resolvidos no diálogo”, disse Hildegard Müller num comunicado, alertando que as tarifas aumentam o risco de um conflito comercial de grande alcance.

Será que as novas tarifas da UE sobre os automóveis chineses poderão sair pela culatra?

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O Ministério da Economia da Alemanha também sublinhou na terça-feira que Berlim “representa mercados abertos. Porque a Alemanha em particular, como uma economia globalmente interligada, depende disso”.

As montadoras alemãs têm sido fortemente críticas das tarifas, temendo potenciais taxas de importação chinesas mais elevadas sobre veículos a gasolina com grandes motores, o que os atingiria mais duramente.

Hungria, onde A China está construindo novas fábricas de EV, também criticou as tarifas, enquanto a França tem sido um forte apoiante.

As tarifas deverão durar cinco anos, a menos que seja alcançada uma solução amigável.

rmt/lo (AFP, AP, Reuters)



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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