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China critica venda de armas dos EUA a Taiwan e visita do presidente Lai ao Havaí | Notícias de política

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Pequim apresenta ‘sérios protestos’ junto aos EUA, dizendo que ‘condena veementemente’ a escala do líder taiwanês no Havaí, Guam.

A China prometeu “contramedidas resolutas” após a decisão dos Estados Unidos de aprovar mais vendas de armas para Taiwanpoucas horas antes de o presidente da ilha, William Lai Ching-te, fazer um trânsito pelo estado do Havaí, o que irritou ainda mais Pequim.

Num comunicado divulgado no domingo, o Ministério dos Negócios Estrangeiros afirmou que a venda de armas dos EUA a Taiwan envia “um sinal errado” às forças de independência de Taiwan na ilha e prejudica as relações EUA-China.

“A China acompanhará de perto os desenvolvimentos e tomará medidas resolutas e fortes para defender a soberania e a integridade territorial da nossa nação”, acrescentou.

Os EUA são obrigados por lei a fornecer a Taiwan os meios para se defender, apesar da falta de laços diplomáticos formais entre Washington e Taipei, para constante ira de Pequim.

Taiwan rejeita as reivindicações de soberania da China.

O Departamento de Estado dos EUA aprovou a venda potencial, no valor estimado de US$ 385 milhões, de peças de reposição e suporte para jatos F-16 e radares para Taiwan, horas antes de Lai iniciar sua viagem a três nações do Pacífico, com escalas no Havaí e no território dos EUA. de Guam.

Num comunicado separado emitido por um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros no domingo, a China disse que “condenava veementemente” os EUA por “organizarem” a escala de Lai, durante a qual foi recebido pelo governador do Havai, Josh Green.

O comunicado acrescenta que “apresentou sérios protestos junto aos EUA”.

O ministério acrescentou que se opõe firmemente a qualquer intercâmbio oficial entre os EUA e Taiwan.

A China, que vê Taiwan governada democraticamente como seu próprio território e a questão mais importante nas suas relações com Washington, não gosta muito de Lai, chamando-o de “separatista”.

Durante o trânsito de Lai no Havai, ele visitou o USS Arizona Memorial em Pearl Harbor, durante o qual disse que os EUA e Taiwan deveriam “lutar juntos para evitar a guerra”.

“A paz não tem preço e a guerra não tem vencedores”, disse ele.

Parecendo relaxado com uma camisa havaiana, Lai recebeu o “tratamento de tapete vermelho” na pista do aeroporto internacional de Honolulu, de acordo com seu gabinete, que disse que foi a primeira vez que um presidente taiwanês recebeu tal recepção.

Ele foi recebido pelo Governador Green e também por Ingrid Larson, diretora administrativa em Washington do Instituto Americano em Taiwan (AIT).

No seu primeiro discurso público da viagem de uma semana, Lai disse estar “grato” aos EUA pela sua ajuda para ajudar a garantir o sucesso da viagem.

Depois do Havaí, Lai visitará os aliados de Taiwan, o Ilhas MarshallTuvalu e Palau – as únicas nações insulares do Pacífico entre os 12 países que reconhecem a reivindicação de Taiwan à condição de Estado.



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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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