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China divulga apoio de 10 trilhões de yuans para governo local endividado | Economia chinesa

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Helen Davidson in Taipei

A China anunciou 10 biliões de yuans em apoio à dívida para governos locais e outras medidas económicas, mas não chegou ao pacote de estímulo “bazuca” que muitos analistas esperavam.

O pacote fiscal incluía o aumento dos limites máximos da dívida dos governos locais em 6 biliões de yuans (646 mil milhões de libras) ao longo de três anos, para que pudessem substituir a dívida oculta, que as autoridades disseram ser de 14,3 biliões de yuans até ao final de 2023.

A dívida oculta é um empréstimo pelo qual o governo é responsável, mas que não é divulgado aos cidadãos ou outros credores, de acordo com o Fundo Monetário Internacional.

As autoridades disseram que as novas medidas reduziriam essa dívida para 2,3 biliões de yuans até 2028. Após a crise financeira de 2008, o governo local na China utilizou cada vez mais veículos de financiamento para acumular dívidas ocultas, já que muitos gastaram muito em projectos de infra-estruturas, informou o South China Morning Post. Mas as dívidas aumentaram e, com a queda das receitas locais, os governos reduziram os salários dos funcionários públicos ou atrasaram os salários, e acumularam dívidas com o sector privado, alimentando pressões deflacionárias.

A emissora estatal CCTV descreveu o pacote como a “medida de redução da dívida mais poderosa da China nos últimos anos” e disse que permitiria aos governos locais “desenvolver melhor a economia e proteger a subsistência das pessoas”.

No entanto, o professor Victor Shih, especialista em políticas bancárias e fiscais chinesas da Universidade da Califórnia em San Diego, nos EUA, disse que o pacote de alívio da dívida não “chegou perto de resolver o enorme problema da dívida do governo local”.

Shih disse que foi um “exercício contabilístico” que não salvou os governos locais nem resolveu os atrasos nos pagamentos dos funcionários públicos, mas em vez disso transferiu a dívida oculta para os livros. Ele acrescentou que a alegação de que a dívida oculta totalizava 14,3 trilhões de yuans era “uma ficção” e que o número verdadeiro provavelmente seria de cerca de 50 trilhões de yuans ou mais.

O anúncio foi feito no final de uma reunião de vários dias do comitê permanente da Assembleia Popular Nacional, o mais alto órgão legislativo do Partido Comunista Chinês. Os observadores esperavam medidas mais ousadas para promover o aumento dos gastos dos consumidores e reforçar a economia em dificuldades da China. O crescimento do produto interno bruto caiu para 4,6% no terceiro trimestre de 2024, abaixo da meta de 5%.

O ministro das Finanças, Lan Fo’an, disse que mais medidas estão por vir, mas não deu detalhes.

pular a promoção do boletim informativo

Pequim possivelmente estava à espera do resultado das eleições nos EUA, tal como Donald Trump tinha prometido durante a sua campanha impor grandes tarifas às exportações chinesas.

“A exportação tem sido o principal motor do crescimento económico na China nos últimos quatro anos. Portanto, sem estímulo adicional por parte do governo, penso que o crescimento ficará sob pressão, se os EUA introduzirem tarifas.”

Agências de notícias contribuíram para este relatório



Leia Mais: The Guardian

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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre

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Ministro da Saúde Alexandre Padilha

O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.

O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.

O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.

Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.

A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.

 



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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre

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O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.

O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.

“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.

A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.

Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.

 



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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre

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Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-lula.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.

Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.

O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

Reitora da Ufac participa de fórum de reitores em Brasília-vice.jpg

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.

A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.

 



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