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China divulga crescimento de 5% em 2024, dentro da meta – 16/01/2025 – Mercado
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1 ano atrásem
Nelson de Sá
O Escritório Nacional de Estatísticas da China, equivalente ao brasileiro IBGE, anunciou em entrevista coletiva em Pequim, na manhã desta sexta (17), noite de quinta no Brasil, que o crescimento do Produto Interno Bruto do país foi de 5%. A meta anunciada no início do ano passado foi de “em torno de 5%”.
O resultado foi creditado pelo órgão à “introdução oportuna do pacote de políticas de apoio” no final do ano, que levou o crescimento do último trimestre a 5,4%. Outros dados divulgados apontam que o crescimento industrial em 2024 foi de 6,2% e que as vendas no varejo aumentaram 3,7% em dezembro, acima das estimativas de mercado.
Kang Yi, que dirige o escritório de estatísticas, afirmou que, apesar dos avanços no ano, é preciso “estar ciente de que os efeitos adversos trazidos pelo ambiente externo estão aumentando, o consumo interno é insuficiente e a economia ainda enfrenta desafios”.
Também foi divulgado que a população voltou a diminuir, embora tenha sido registrado aumento no número de nascimentos. A redução foi de 1,39 milhão, resultando num total de, 1,408 bilhão de habitantes.
O resultado do PIB havia sido adiantado pelo líder Xi Jinping na véspera do ano novo, em pronunciamento à Conferência Consultiva Política do Povo Chinês (CCPPC), o principal órgão consultivo do regime.
“Diante dos desafios impostos pela dinâmica em evolução no país e no exterior, respondemos calmamente com uma série de medidas para atingir com sucesso as principais metas e tarefas de desenvolvimento econômico e social do ano, e demos novos passos sólidos no avanço da modernização chinesa”, disse.
Pouco depois, em pronunciamento pela televisão, Xi acrescentou, sobre o quadro esperado de “desafios” também para 2025, inclusive mais incerteza externa: “Como sempre, crescemos no vento e na chuva”.
Segundo projeções dos próprios órgãos chineses de planejamento, para atingir os objetivos de desenvolvimento mais qualificado delineados para 2035, o país precisa crescer pelo menos 4,7%, anualmente.
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A série de medidas recentes de estímulo, mencionadas pelo escritório de estatísticas e por Xi, começou em setembro, diante do risco de não ser alcançada a meta de crescimento, evidenciado no terceiro trimestre. O Banco do Povo da China, o banco central do país, anunciou então cortes nas taxas de juros e no compulsório, entre outras.
Seguiram-se medidas como a retirada de restrições à aquisição de residência nas grandes cidades e outros incentivos ao setor imobiliário. No movimento mais aguardado, o Congresso Nacional do Povo aprovou um programa de refinanciamento das dívidas dos governos locais de 10 trilhões de yuans (R$ 8 trilhões).
A meta de crescimento para 2025 só deverá ser divulgada em março, durante as reuniões legislativas chamadas de “Duas Sessões”. Mas nos últimos dias as principais províncias chinesas anunciaram suas metas locais, indicando o que deverá ser projetado para o país como um todo.
A província de Guandong, que abrange Shenzhen, e as grandes cidades de Pequim, Xangai e Tianjin, que têm administração regional própria, apontaram “cerca de 5%” de crescimento do PIB local neste ano. A província de Fujian calculou de 5% a 5,5%, Zhejiang e Hunan, “cerca de 5,5%”.
Em seus relatórios, os administradores de Guandong e Xangai, que são aquelas mais voltadas às exportações, reconheceram a vulnerabilidade aos esperados aumentos de tarifas nos Estados Unidos, durante o novo mandato de Donald Trump, e às eventuais restrições ao comércio com europeus.
Além dos esforços para “estabilizar” a relação com esses mercados, o governador de Guandong, Wang Weizhong, adiantou que vai procurar “expandir em mercados como Asean [países do Sudeste Asiático, hoje o maior parceiro comercial da China], Oriente Médio, América Latina e Ásia Central, ao mesmo tempo abordando o potencial da África e dos países das ilhas do Pacífico”.
No final do ano, houve controvérsias em torno das estatísticas sobre a economia chinesa, envolvendo profissionais do próprio mercado financeiro do país.
Gao Shanwen, da SDIC Securities, falou há um mês num evento do Instituto Peterson, em Washington, não saber “o verdadeiro número do crescimento” e acrescentou: “Minha própria especulação é que nos últimos anos possa ser de cerca de 2%”, em vez de 5%. Segundo o jornal The Wall Street Journal, ele teria sido “disciplinado” pelas autoridades chinesas.
Louis-Vincent Gave, da Gavekal Research, apontou há dois meses “preconceito cultural e político” como explicação para a surpresa ocidental, sobretudo de seus executivos, com os números do predomínio chinês em setores como veículos elétricos e energia limpa. “A cobertura implacavelmente negativa da China presta um péssimo serviço” aos clientes, escreveu em nota.
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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
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4 dias atrásem
16 de abril de 2026No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo.
O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:
SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.
A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.
Veja o vídeo:
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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