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Com 86 novos casos, Acre confirma 43.432 infectados pela Covid-19 e 827 óbitos

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O boletim da Secretaria Estadual de Saúde do Acre (Sesacre) confirmou, nesta terça-feira (12), mais 219 casos de Covid-19 no estado, fazendo o número de infectados saltar de 43.346 para 43.432. Mais uma morte pela doença foi registrada neste novo boletim e o número de vítimas fatais da infecção chegou a 827.

O número de exames aguardando análise é de 586. Do total dos pacientes, 38.970 receberam alta e 126 pessoas seguem internadas.

O Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 manteve as três regionais do Acre na faixa de atenção, representada pela cor amarela. O anúncio foi feito no dia 8 pelos representantes do comitê.

O estado está em contaminação comunitária desde o dia 9 de abril, com uma taxa de incidência de 4.967,1 casos para cada 100 mil habitantes e a de mortalidade é de 94,6 para o mesmo grupo. Já a letalidade está em 1,9%.

Dos 65 leitos de UTI nos hospitais da rede SUS disponibilizados, 40 estão ocupados, uma taxa de 61,5%. Os leitos de UTI estão concentrados em Rio Branco, com 55 vagas, e Cruzeiro do Sul, com 10.

Mortes por cidade

Cidades com óbitosÓbitos totaisNovos registros
Acrelândia140
Assis Brasil100
Brasiléia230
Bujari80
Capixaba80
Cruzeiro do Sul730
Epitaciolândia160
Feijó290
Jordão10
Mâncio Lima150
Manoel Urbano30
Marechal Thaumaturgo60
Plácido de Castro100
Porto Acre180
Porto Walter20
Rio Branco5231
Rodrigues Alves70
Santa Rosa do Purus20
Sena Madureira160
Senador Guiomard150
Tarauacá140
Xapuri130
Total8271

Números

Das 827 mortes registradas, 533 apresentavam algum tipo de comorbidade, segundo a Saúde, e 294 das vítimas não tinham outras doenças. Do total de mortos, 499 eram homens e 328 mulheres. Do total de vítimas, 585 tinham acima de 60 anos.

A morte que aparece no boletim desta terça é um homem de 49 anos. Ele deu entrada no dia 5 de janeiro no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia do Acre (Into-AC) e faleceu no mesmo dia.

O Acre registra 123.022 notificações de contaminação pela doença, sendo que 79.004 casos foram descartados.

Maiores taxas de contaminação a cada 10 mil habitantes:

  • Assis Brasil – 1.027
  • Xapuri – 991
  • Mâncio Lima – 699
  • Tarauacá – 676
  • Manoel Urbano – 623
  • Sena Madureira – 603

Casos de Covid-19 por cidades

CidadesTotalCasos novos
Acrelândia5740
Assis Brasil7620
Brasiléia1.4040
Bujari4930
Capixaba3140
Cruzeiro do Sul4.2014
Epitaciolândia6430
Feijó1.6730
Jordão2670
Mâncio Lima1.3250
Manoel Urbano4980
Marechal Thaumaturgo7060
Plácido de Castro6520
Porto Acre7420
Porto Walter3280
Rio Branco20.01482
Rodrigues Alves2460
Santa Rosa do Purus3880
Sena Madureira2.7660
Senador Guiomard6440
Taraucá2.8770
Xapuri1.9150
Total43.43286

Brasil chega a 200 mil mortes por Covid-19

Em um momento crítico da pandemia e ainda sem vacinação, o Brasil passou a marca de 200 mil mortes por Covid-19 na quinta-feira (7), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa, a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, em um boletim extra. O total de óbitos registrados é de 200.011, com 7.921.803 casos confirmados.

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Licenciatura Indígena realiza defesa de TCCs em aldeias no Juruá — Universidade Federal do Acre

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1º Seminário Acadêmico de Apresentação de TCCs-2026 (2).png

O curso de Licenciatura Indígena, do campus Floresta da Ufac, realizou o 1º Seminário Acadêmico de Apresentação de Trabalhos de Conclusão de Curso (TCCs). O evento possibilitou a defesa de 16 trabalhos nas aldeias Barão, da terra indígena Puyanawa, em Mâncio Lima (AC), e Morada Nova, na terra indígena Katukina/Kaxinawá, em Feijó (AC). As atividades ocorreram entre 25 de setembro e 2 de outubro, envolvendo estudantes, professores, egressos do curso, pós-graduandos e as comunidades locais.

Os TCCs defendidos nas aldeias são de autoria de discentes que ingressaram na Ufac em 2023 e deverão colar grau no início de 2027. Os temas das pesquisas contemplaram variados aspectos da vida indígena, abrangendo história, biografia, mitologia, organização política, território, medicina tradicional, grafismos, gênero, terminologias linguísticas, educação especial, atividade cinegética e rituais tradicionais.

A viabilização das defesas nas aldeias ocorreu pela primeira vez em 18 anos de existência da graduação e está de acordo com a pedagogia da alternância, pela qual parte da carga horária do curso é realizada nas comunidades indígenas dos alunos, por meio de pesquisa e extensão. Os recursos para realização do evento foram provenientes de projeto de extensão com o mesmo nome do seminário.

As bancas de avaliação foram compostas por docentes do curso, egressos de outras turmas da Licenciatura Indígena e egressos indígenas de outros cursos da Ufac, inclusive da pós-graduação. Também compuseram algumas bancas pessoas reconhecidas por suas comunidades com “notório saber”, expediente previsto no regulamento de TCC do curso. Além de familiares dos estudantes e moradores das aldeias, indígenas de outras etnias estiverem presentes no seminário.

1º Seminário Acadêmico de Apresentação de TCCs-2026 (3).png

Organização

A atividade no município de Mâncio Lima, que é vizinho ao campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), ocorreu num só dia, em 25 de setembro, com a defesa de dois TCCs. Já para o evento em Feijó foi necessário um deslocamento de ônibus, com duração de quase seis horas, em 30 de setembro, até o porto da cidade. E, à noite, uma embarcação levou cerca de 20 pessoas até a aldeia Morada Nova, onde houve uma recepção musical para o grupo. Na manhã do dia seguinte começaram as defesas, que prosseguiram até 2 de outubro.

1º Seminário Acadêmico de Apresentação de TCCs-2026 (4).png



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Herbário da Ufac participa do 76º Congresso Nacional de Botânica — Universidade Federal do Acre

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Ufac no 76º Congresso Nacional de Botânica-2026 (2)x.png

A servidora Júlia Gomes da Silva, curadora do Herbário da Ufac, vinculado ao Parque Zoobotânico (PZ), representou a instituição no 76º Congresso Nacional de Botânica e 15º Encontro de Botânicos do Centro-Oeste, eventos ocorridos de 11 a 16 de outubro, em Campo Grande. Ela participou de mesa-redonda com apresentação das coleções dos herbários da região Norte.

Na ocasião, os curadores discutiram avanços, desafios estruturais e o futuro das coleções científicas do país. Durante sua exposição, Júlia conduziu o público por uma linha do tempo que remonta a 22 de outubro de 1979, data da primeira coleta registrada no campus-sede da Ufac: uma ‘Vismia’ (gênero científico de planta) coletada por L. Coêlho. Em razão desse registro, o herbário da Ufac comemora 47 anos nesta quinta-feira, 22.

Júlia destacou perspectivas importantes para o cenário científico acreano. Entre os projetos de destaque estão investimentos viabilizados via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), incluindo a projeção de um novo prédio de cerca de 600 metros quadrados e a aquisição de armários compactadores modernos para garantir a preservação do acervo em longo prazo.

Também representaram a Ufac estudantes do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul (AC), e a professora Simone Reis. A universidade enviou 11 resumos, dos quais oito foram apresentados. O evento possibilitou a troca de experiência com botânicos do país e conversas sobre parcerias de trabalho, incluindo a realização de expedições para grupos de plantas pouco estudados no Acre.

Herbário

O Herbário da Ufac tem uma equipe técnica composta por Júlia Gomes da Silva, Izailene Saar e colaboradores, como a ex-curadora e atual vice-reitora Almecina Balbino, o técnico Davi Borges e estagiários. O acervo abriga preciosidades da flora amazônica e sul-americana, registrando a superação de gargalos históricos de digitalização e integrando atualmente plataformas globais de dados de biodiversidade, como o SpeciesLink e o Global Biodiversity Information Facility.

Entre os marcos recentes destacados está o avanço na informatização de milhares de registros e a aposta em inovações, como a participação na Rede de Herbários Espectrais da Amazônia, que utiliza a espectroscopia no infravermelho próximo (tecnologia NIR portátil) para otimizar a identificação de espécies diante da escassez de taxonomistas na região.

A informatização completa do acervo ainda está em processo e figura como um dos principais objetivos da equipe, que agradeceu à direção do PZ e à Ufac pelo apoio contínuo aos servidores e à coleção, além de exaltar o esforço coletivo dos bolsistas, voluntários e parceiros que documentam, protegem e estudam a flora e funga brasileira.



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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.

A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.

Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.

Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”

A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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