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Com apenas 8 mil habitantes, cidade em MG é eleita a mais inteligente do Brasil

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A reabilitação para recuperar os movimentos é um esforço constante na vida da atleta Laís Souza, de 36 anos, e com o exoesqueleto ela conseguiu ficar de pé e andar. Que vitória! Foto: @likasouza/@sonoticiaboa

Essa pequena cidade de Minas Gerais (MG) de 8 mil habitantes conquistou um feito inédito: foi eleita a cidade mais feliz e inteligente do Brasil. Conheça São Gonçalo do Abaeté!

Localizada no Alto Paranaíba, o local ganhou o título na Smart City Expo Curitiba Brazilian Awards, uma premiação internacional que celebra iniciativas inovadoras que melhoram a vida dos habitantes.

O projeto premiado foi o “São Gonçalo Mais Feliz: Sustentabilidade e Bem-Estar na Gestão Pública Municipal”, na categoria Cidades Inteligentes. A partir de um conceito chamado Felicidade Interna Bruta (FIB), os gestores do município conseguiram aumentar o bem-estar da população e desenvolver, ainda mais, a cidade.

O que é FIB

O conceito de FIB surgiu como uma alternativa ao Produto Interno Bruto (PIB), um tradicional indicador econômico.

A ideia é medir o progresso de uma sociedade ao mesmo tempo que considera saúde, educação, governança e mesmo ambiente.

O FIB também leva em conta a diversidade do Meio Ambiente, Padrão de Vida, Vitalidade da Comunidade e o Bem-Estar Psicológico.

Com base nesses aspectos, São Gonçalo do Abaeté estruturou toda uma gestão municipal para atender às reais necessidades da população. O resultado? Mais qualidade de vida!

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Impacto na população

Os resultados são visíveis na rotina da população da cidade.

Ao longo do estudo, os moradores relataram uma maior sensação de pertencimento, qualidade de vida elevada e um ambiente mais acolhedor e equilibrado.

A abordagem também gerou reconhecimento nacional, com o local entrando no mapa das cidades inteligentes.

Outra iniciativas

E não para por aí. Diversos programas e parcerias também foram criados para impulsionar o desenvolvimento local.

A Sala Mineira do Empreendedor, por exemplo, é um espaço voltado ao apoio de pequenos empreendedores.

Já o Programa Restaurar é voltado à sustentabilidade e gestão ambiental da cidade.

Veja um voo de drone pela cidade:



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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

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O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

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O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá

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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre

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O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.

As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.

Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.

Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.

Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.



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