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Com dívida de R$ 12 milhões, empresários querem R$ 200 mil por mês do Estado para manter Peixes da Amazônia
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8 anos atrásem
O governador do Estado do Acre em exercício, Nicolau Júnior, recebeu empresários e deputados estaduais para discutirem a viabilidade econômica do Complexo de Piscicultura Peixes da Amazônia S.A. O empreendimento público-privado, um dos maiores e mais modernos da Região Norte, tenta se reerguer e mostrar-se competitivo no promissor mercado do pescado nacional e internacional.
Durante reunião nesta quarta-feira, 27, os empresários manifestaram preocupação com a atual cenário financeiro do empreendimento. A dívida da Peixes da Amazônia está estimada em R$ 12 milhões, a maior parte em empréstimos bancários e dívidas trabalhistas.
Os investidores solicitaram um aporte financeiro mensal de R$ 200 mil por parte do Governo, em contrapartida, os empresários garantiriam outros R$ 100 mil para assegurar o pagamento de funcionários e a manutenção do empreendimento durante um ano.

Segundo o presidente do Conselho de Administração da Peixes da Amazônia, Beto Moretto, os recursos asseguram a continuidade da Peixes da Amazônia até o fim do processo de recuperação judicial que a empresa enfrenta.
De acordo com o presidente da Agência de Negócios do Acre (Anac), Inácio Moreira, empresários rondonienses já demonstraram interesse em investir no empreendimento após a conclusão dos trâmites jurídicos.
A intenção é que o pescado produzido no estado vizinho seja processado na Peixes da Amazônia e depois exportado para o Peru. Conforme Pereira, os peruanos já são clientes do empreendimento e têm grande interesse em ampliar o volume de compras.
Para Nicolau Júnior, o momento de unir forças para salvar a Peixes da Amazônia. O governador em exercício disse estar empenhado em buscar alternativas viáveis e pediu o apoio dos demais parlamentares.
“Uma das bandeiras do novo Governo é o agronegócio e tenho certeza que o governador Gladson Cameli está sensível a esta causa. Temos que estar unidos nesta causa porque aquele investimento dando certo é bom para o desenvolvimento do Acre e vamos trabalhar para que isto aconteça”, pontuou.
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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.
A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.
“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”
Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”
Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre
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22 horas atrásem
24 de setembro de 2026X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC
A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano
Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026
Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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