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Gladson e Bocalom abrem as portas do Acre para que maior indústria de alimentos gere milhares de empregos
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O governador do Acre, Gladson Cameli, e o prefeito eleito de Rio Branco, Tião Bocalom, cumpriram agenda nesta terça-feira, 8, na cidade de Araguari, no interior de Minas Gerais, onde foram recepcionados pelo empresário Edson Trebeschi, dono dos Tomates Trebeschi, a maior indústria de comercialização de tomates Premium da América do Sul.
O encontro teve como objetivo abrir a possibilidade para que a empresa estabeleça uma filial no Acre. Cameli e Bocalom mostraram as vantagens para investir no estado com a plantação de produtos agrícolas e processamento industrial.
A Trebeschi tem mais de 1200 hectares de plantações de tomate em diferentes áreas. Além disso, nos estados de Minas, São Paulo, Santa Catarina, Goiás, Bahia e Ceará processa outros produtos agrícolas como milho, alho, pimentão, abóbora, entre outros. ,São 40 itens alimentares diferentes produzidos com uma sofisticada tecnologia para garantir a qualidade dos seus produtos. A empresa gera cerca de 2500 empregos diretos e indiretos e tem o reconhecimento no mercado nacional por processar legumes gourmet.
A sugestão é que seja realizado um estudo no Acre para avaliar produtos a serem cultivados e processados no estado, o que acarretaria na geração de centenas de empregos. O governador Gladson ficou entusiasmado com aquilo que viu. “Essa empresa é um grande exemplo pra nós que queremos um Brasil diferente com oportunidades para as pessoas. Faço questão que se instale no Acre porque estamos próximos do Oceano Pacífico, com uma estrutura toda montada, para que possam plantar e processar alimentos para atender o nosso mercado interno e exportar através dos Portos Peruanos”, afirmou Cameli.
Produção e geração de empregos
Bocalom que tem uma ligação forte com a agroindústria acredita que como prefeito em parceria com o governo do Estado poderá colocar em prática o projeto que tem defendido de produzir para empregar. “A visita a esse indústria foi para o governador ver o setor produtivo dessa região de Minas e, sobretudo, da Indústria Trebeschi. Porque quando se fala em investimento na Amazônia o empecilho é o medo da sustentabilidade não acontecer. Mas a Trebeschi, como vimos, produz de maneira sustentável com absoluto respeito ao meio-ambiente. Temos que equilibrar a economia ao meio ambiente dando oportunidades de empregos à nossa sociedade. Queremos respeitar os seres humanos que moram na Amazônia. Não vamos cuidar só de macacos e árvores mas de todos os seres viventes da nossa região”, ponderou Bocalom.
O diretor-presidente Edson Trebeschi se mostrou interessado em conhecer o Acre e realizar um estudo para instalar uma planta industrial da sua empresa. “Já está no DNA da Trebeschi trabalhar em outras fronteiras e a visita do governador com o prefeito eleito de Rio Branco nos deixa entusiasmados para ver possibilidades de investimento no Acre. Atendemos atualmente o Norte do Brasil com produção vinda do Sudeste e do Centro-Oeste. Então vejo com bons olhos a possibilidade da Trebeschi ter uma base no Acre para a distribuição dos nossos produtos em toda a região. Vamos fazer um estudo de quais os produtos poderemos viabilizar, mas estamos com uma grande expectativa de podermos somar com a população do Acre num projeto que possa gerar parcerias, empregos e alimentos saudáveis compatíveis com o clima da Amazônia”, destacou o empresário.
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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6 horas atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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10 horas atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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