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Com dose de reforço, Rio Branco continua aplicando vacinas contra Covid-19 em 13 pontos

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A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) continua nesta quinta-feira, 16, a imunização contra a covid-19 em 13 pontos de vacinação para atender a população com a 1ª, 2ª e dose de reforço das 8h às 16h.

Segundo a Semsa, em sete Uraps são aplicadas a dose de reforço em idosos acima dos 70 anos que tenham tomado a 2ª dose há seis meses e os imunossuprimidos que tenham tomado a 2ª dose há pelo menos 28 dias.

Além desses públicos, as equipes de saúde aplicam a 1ª e 2ª dose da Pfizer e da AstraZeneca para quem ainda não se vacinou ou precisa fechar o esquema vacinal nesses mesmos pontos.

Já em outras quatro Uraps, na Policlínica Barral y Barral e no drive-thru, montado em frente ao 7º BEC, é disponibilizada a 2ª dose da AstraZeneca e da CoronaVac.

Os adolescentes precisam ir acompanhados dos pais ou responsável e levar RG ou CPF e cartão do SUS e os demais só levar os documentos citados anteriormente ou a carteira de vacinação para segunda dose.

Veja os pontos de vacinação:

Reforço em idosos a partir de 70 anos (6 meses da 2ª dose) e imunossuprimidos (28 dias da 2ª dose)

Urap Eduardo Assmar

Urap Vila Ivonete

Urap Roney Meireles

Urap Hidalgo de Lima

Urap Maria Barroso

Urap Rosangela Pimentel

Urap Ary Rodrigues

1ª e 2ª dose da Pfizer e antecipação 60 dias ou +

Urap Eduardo Assmar

Urap Vila Ivonete

Urap Roney Meireles

Urap Hidalgo de Lima

Urap Maria Barroso

Urap Rosangela Pimentel

Urap Ary Rodrigues

Somente antecipação 2ª dose AstraZeneca com 60 dias ou +

Urap Cláudia Vitorino

Urap São Francisco

Urap Valdeiza Valdez

Urap Bacurau

Policlínica Barral y Barral

Drive-thru em frente ao 7º BEC

2ª dose da CoronaVac

Drive-thru em frente ao 7º BECJ

Informações de Ac24horas

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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre

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Simpósios Ciências Ambientais e Agrárias-2026.jpg

O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.

Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.



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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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