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Com Marilete em baixa, partidos de Tarauacá iniciam articulações de olho nas eleições de 2020

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Com a prefeita de Tarauacá, Marilete Vitorino (PSD) em baixa popular, lideranças ligadas ao PCdoB, PT, PSB e Rede Sustentabilidade iniciaram conversas neste último final de semana visando analisar o atual cenário político do município e também a possibilidade formar uma aliança para a disputa das eleições de 2020.

ac24horas apurou que um nome já teria sido posto para análise desse grupo de partidos. Trata-se do professor Lauro Benigno, que é vereador do município pelo PCdoB, e que também preside o Sindicatos dos Trabalhadores da Educação de Tarauacá e recentemente foi eleito com mais de 70% dos votos da categoria.

Apesar do nome de Benigno já ser trabalhado, o médico Rodrigo Damasceno (sem partido) que administrou o município entre em 2012 e 2016 também não está descartado. Segundo informações de bastidores, Rodrigo teria informado a amigos e familiares que não tem interesse em disputar as eleições por está focado nos estudos e também com objetivo de fortalecer sua clínica na cidade. Apesar de acenar com a possível colisão, o PSB também como pré-candidato o advogado Júnior Feitosa.

A vereadora Janaina Furtado (Rede) também já posicionou favorável a disputa de gestora da cidade. Ela é o principal nome do partido da ex-senadora Marina Silva, no município.

Já do outro lado da história, o grupo liderado por Marilete Vitorino vem sofrendo com os desgastes da gestão. Sem recursos e sem prestígio político, a gestora da cidade vem sofrendo com a falta e devolução de recursos por falta de contrapartida do município. Paralelo a isso, o empresário Júnior da Paris Dakar já é posto como candidato ao cargo pelo Progressistas, partido do governador Gladson Cameli. A projeção de Júnior já teria criado algumas desavenças entre aliados de Marilete na cidade.

O “fritamento” de Marilete é tão evidente que até mesmo seu vice, Chico Batista (PSDB), pleiteia a principal cadeira do executivo. Quem corre por fora é o empresário Hugo Oliveira, ligado ao deputado federal Jesus Sérgio (PDT). Ele já se planeja para lançar seu nome na disputa com o aval do parlamentar.

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Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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