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Com Reynan e Farabello voltando da janela Fiba, Pinheiros enfrenta o Corinthians pelo NBB
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Jogo pela 11ª rodada será às 11 horas no Wlamir Marques
Depois de 14 dias de folga de jogos por causa da janela da Fiba – Federação Internacional de Basquetebol – para paartidas da Seleção Brasileira, a equipe do Esporte Clube Pinheiros volta à quadra nesta quinta-feira (28). Às 11 horas, no ginásio Wlamir Marques, no Parque São Jorge, o Azul e Preto irá enfrentar o Corinthians em encontro válido pela 11ª rodada do primeiro turno da fase de classificação da Liga Nacional NBB Caixa 2024/25. Haverá transmissão ao vivo pelo Youtube (BasquetPass).
O Pinheiros ocupa a nona colocação na classificação, com 50% de aproveitamento nos 10 jogos que disputou. Venceu cinco e perdeu cinco. Já o Corinthians está um pouco abaixo, com 40% de aproveitamento, com quatro vitórias e seis derrotas, ocupando a 11ª colocação. O Pinheiros vem de duas derrotas seguidas – para Franca e Bauru.
Agora sem Raul Neto que assinou contrato com o Barcelona, mas contando em tempo com o argentino Francisco Farabello, que também estava defendo às cores da seleção do seu país, o Pinheiros só não contará com o ala Jonas Buffat, em fase final do seu tratamento.


Durante todos os dias sem jogos, o técnico Vitor Galvani aproveitou para ajustar todos os problemas enfrentados até agora. E espera um ótimo rendimento da equipe já contra o Corinthians na manhã desta segunda-feira. “A janela Fiba é uma oportunidade de fazermos ajustes necessários. Mesmo sem o Reynan e o Fran, que estavam jogando na janela Fiba, fizemos esses ajustes, sem tirar a característica da equipe que é defender forte e correr a quadra toda”, disse.
Sobre o adversário, que conhece muito bem – havia trabalhado no Parque São Jorge por muito tempo – Galvani espera explorar a defesa corintiana, uma das piores do NBB, mas também se preocupar com o ataque que é um dos melhores. “Precisamos buscar um equilíbrio porque se eles tem deficiência em defender, tem um ataque comandado pelo Elinho que é muito bom”, lembrou.


REYNAN MOTIVADO
A passagem do jovem ala Reynan Santos pela Seleção Brasileira, nos jogos contra o Uruguai e Panamá, em Belém do Pará, motivou ainda mais o jogador do Azul e Preto. “Foi uma experiência incrível. Estar ali, realizando um sonho de criança e no Brasil, ao lado dos fãs de Belém. Dei o meu máximo e muito feliz pelas duas vitórias e a classificação da Seleção”.
Reynan tem muitas ambições como jogador de basquete. E ter defendido a Seleção, foi um motivo a mais para ficar ainda mais focado na carreira e realizar outras metas. “Tenho ambições maiores. Já disse que meu objetivo é jogar na NBA e na Europa, mas enquanto estiver no Brasil vou dar meu máximo pelo Pinheiros, evoluir sempre e estar sempre ajudando meus companheiros de equipe”, disse o segundo cestinha da Liga, com média de 18 pontos por jogo.
Para o jogo contra o Corinthians nesta quinta-feira, Reynan está otimista. Mas alerta. “Precisamos entrar focados, defender, correr e cada um dar o máximo. Com muita determinação, poderemos ganhar de qualquer adversário”.
Por fim, falou do legado deixado por Raul Neto nos poucos dias que esteve no Pinheiros. “Raulzinho foi muito tê-lo aqui conosco. Deixou muitos ensinamentos, mas sabíamos que ele iria voltar logo para a Europa ou NBA. Conseguimos o máximo de informações que ele transmitiu, deixou um grande legado e foi um momento importante com ele aqui, agora é mostrar a importância que ele foi para o grupo e continuar lutando por vitórias”.
LIGA NACIONAL 2024/25
PRÓXIMO JOGO – NOVEMBRO
Dia 28/11, 11 horas (quinta-feira)
Corinthians Paulista x EC Pinheiros
Local – Ginásio Wlamir Marques
RESULTADOS DO PRIMEIRO TURNO
12/10 – EC Pinheiros 68×67 Pato Basquete
14/10 – CA Paulistano 80 x 62 EC Pinheiros
21/10 – Vasco da Gama 62×65 EC Pinheiros
24/10 – Botafogo FR 67×80 EC Pinheiros
26/10 – Flamengo FR 66x61 EC Pinheiros
29/10 – Pinheiros 67×77 Minas TC
31/10 – EC Pinheiros 75×89 Brasília Basquete
05/11 – São Paulo 69×76 EC Pinheiros
11/11 –EC Pinheiros 87×76 Sesi Franca
Dia 14/11 –EC Pinheiros 80×87 Bauru Basket
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Imagem destacada de Francisco Farabello. Foto – Carol Coelho/ECP
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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23 horas atrásem
15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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