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Comediante cujo musical Raygun foi ameaçado legalmente por um disjuntor anuncia novo show ‘completamente legal’ | Comédia
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2 anos atrásem
Jordyn Beazley
A comediante que cancelou seu musical inspirado em Raygun depois que os advogados da dançarina de break lhe emitiram um aviso dizendo que ela estava “prejudicando sua marca” agora prosseguirá com outra “paródia musical completamente legal” sobre breakdance.
Isso aconteceu depois que Rachael “Raygun” Gunn, por meio de seus advogados, solicitou US$ 10.000 do clube de comédia que sediaria o programa inicial para cobrir honorários advocatícios.
A criadora Steph Broadbridge cancelou Raygun: The Musical – que apresentava em seu material promocional uma silhueta de Gunn fazendo seu infame movimento de canguru – antes da estreia do programa em Sydney, depois que Broadbridge recebeu um aviso dos advogados de Gunn há duas semanas.
Gunn, que é conhecida pelo nome de breakdancer Raygun, se tornou viral em agosto por seus movimentos não convencionais nas Olimpíadas de Paris, não conseguindo receber um ponto dos juízes e levando-a a ser nocauteada no round-robin.
Na quinta-feira, Broadbridge postou nas redes sociais um panfleto de outro programa chamado Breaking The Musical. As vendas de ingressos para o show em Adelaide afirmam que é uma “exploração paródica da jornada de um breakdancer até as Olimpíadas”.
“É inteiramente baseado em coisas que li na internet”, escreveu Broadbridge.
“É uma narrativa fictícia de um momento da história australiana. Agora é chamado de Breaking The Musical.”
Na noite anterior à estreia do musical inspirado em Raygun no Kinselas Hotel de Sydney, o promotor, Anthony Skinner, recebeu um aviso legal do escritório de advocacia XVII Degrees, dizendo que Raygun tem “direitos de propriedade intelectual exclusivos sobre a marca RAYGUN” e que o show não teve permissão dela.
A carta dizia que o uso de imagens e da palavra Raygun causaria confusão e afirmava que “o musical está esgotado, o que é diretamente atribuível à popularidade do nosso cliente. A venda de ingressos é claramente resultado da influência e reconhecimento dos nossos clientes”.
Broadbridge disse que planejava doar os lucros da venda de ingressos para o Centro de Emergência para Mulheres e Meninas e que emitiria um reembolso de US$ 10 aos titulares dos ingressos após o cancelamento do show.
Em um vídeo postado nas redes sociais no fim de semana passado, Gunn disse a seus seguidores, depois que a mídia cobriu o cancelamento do programa, que “nunca foi uma questão de dinheiro”.
“Fui contatada para participar de quase todos os reality shows de TV que existem e recusei muito dinheiro, porque não gosto disso”, disse ela.
Gunn disse no vídeo que “as pessoas presumiram que o havíamos desenvolvido, que o havíamos aprovado, e isso prejudicou muitos relacionamentos, tanto pessoais quanto profissionais”.
“Então é por isso que minha equipe administrativa e jurídica teve que trabalhar tão rapidamente para encerrar o musical. Então foi realmente lamentável que o show tenha sido cancelado tão perto do lançamento. Eu sei que o artista teria trabalhado muito nisso, e isso é realmente uma droga, mas se soubéssemos disso antes, poderia ter havido um resultado diferente”, disse ela.
Skinner disse “se não é por causa do dinheiro, então por que recebo uma nota de US$ 10.000?”
Skinner disse que tentou conversar com os advogados de Gunn sobre a mudança de aspectos do programa e do material promocional para remover quaisquer preocupações com direitos autorais, para que eles ainda pudessem apresentar o programa, mas disse que foi informado de que iria a tribunal se fosse adiante.
“Você constrói algo tão grande ou tão complexo com tantas peças móveis, e parece que vai ser incrível, e então ele simplesmente é arrancado de você”, disse ele.
Broadbridge disse que reconheceu que não contatou Raygun antes de criar o título e o pôster, e não pretendia “enganar” as pessoas fazendo-as pensar que o breakdancer estava envolvido na produção.
“Lamento profundamente saber que Raygun enfrentou reações negativas como resultado da atenção da mídia”, disse ela. “A última coisa que eu queria era que alguém sentisse ódio ou angústia com esta situação.”
Em seu vídeo, Gunn disse que havia registrado sua “agora famosa pose de silhueta de canguru”, que apareceu no pôster do musical original de Broadbridge. Mas disse que não tinha “registrado a propriedade da dança do canguru”.
“Não imita de forma alguma a dança aborígine. Em vez disso, foi inspirado no mascote olímpico australiano, BK, o canguru boxeador, e eu queria representar e celebrar esse espírito”, disse ela.
“Agora eu sei que essa desinformação sobre a dança do canguru incomodou muitos membros da comunidade indígena, e sinto muito por isso, e realmente sinto muito que isso não tenha sido corrigido antes.”
Rachael Gunn foi abordada para comentar.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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