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Comércio deve ficar atento às novas regras sanitárias no Acre, alerta federação

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Com a edição extra do Diário Oficial do Estado, foi publicado o decreto n°8.594, de 7 de abril de 2021, novas regras de combate à pandemia foram tomadas, e incluem a abertura do comércio de alguns segmentos.

Por isso, o consultor da presidência do Sistema Fecomércio do Acre, Egídio Garó, aproveitou o ensejo para alertar o empresariado do comércio de bens, serviços e turismo quanto a estas mudanças.

A nova publicação altera o Decreto n°8.147, de fevereiro de 2021, e limita-se a supermercados e similares com a definição do horário de funcionamento aos sábados, domingos e feriados: das 7 horas às 18 horas.

“Durante a semana, os horários de funcionamento permanecem inalterados, com seu funcionamento autorizado no período de 5 horas às 22 horas”, explicou Garó, enfatizando que postos de combustíveis continuam operando no modelo atual, enquanto da vigência do decreto. “Em funcionamento para o atendimento das demandas dos veículos oficiais. Demais segmentos permanecem observando as restrições impostas pelos decretos anteriores, mantendo somente a modalidade delivery para restaurantes, lanchonetes e similares, não sendo permitida a retirada no estabelecimento, tampouco o atendimento presencial”, explicou.

Estas regras não têm prazo de validade, segundo Garó, é podem levar alguns meses, dependendo da definição dos graus de risco em todas as regionais do Estado. Com isso, a circulação de pessoas fica restrita ao longo da semana, das 5h às 22h e, aos finais de semana, proibida das 19 horas às 5 horas.

“A Federação do Comércio entende a gravidade do momento e tem por preocupação maior manter a saúde física e mental dos empresários que atuam no segmento; a instituição engendrará todos os esforços necessários para mitigar o impacto causado pela pandemia, mantendo-se na expectativa de uma retomada gradual das atividades e sua recuperação, a fim de que os empregos e salários sejam mantidos e as empresas continuem de portas abertas”, observou o consultor.

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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre

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Simpósios Ciências Ambientais e Agrárias-2026.jpg

O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.

Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.



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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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