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Como a Bundesliga forjou a estrela do Manchester City – DW – 24/01/2025

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Omar Marmush passou a primeira metade desta temporada rasgando o Bundesliga acima. Agora, depois de a verba de 75 milhões de euros (79 milhões de dólares) para o campeão inglês Manchester City ter sido confirmada na quinta-feira, ele espera repetir o feito na Premier League.

“É um prazer e uma honra para mim e para a minha família representar o Manchester City. Isso os deixa felizes; fico feliz que meus sonhos estejam se tornando realidade”, disse Marmoush. “As duas últimas temporadas foram ótimas, mas é apenas o começo para mim.”

O egípcio foi uma figura chave para o Eintracht Francofortecom seu jogo de pés dinâmico e talento finalizador, deixando muitos defensores de joelhos, e fará muita falta.

“A maneira como ele se manteve preso e conquistou as multidões, sem mencionar o quão decisivos são seus gols e assistências, fica claro que ele se sente em casa aqui”, disse o técnico do Frankfurt, Dino Toppmöller, à revista esportiva alemã. chutador antes de sua partida.

Embora os torcedores tenham que se acostumar com uma Bundesliga sem o nome de Marmoush nas manchetes, os primeiros anos do jogador de 25 anos Alemanha foram tudo menos fáceis.

A educação egípcia de Marmoush

“Quando criança, eu sonhava em ser jogador de futebol profissional. E às vezes na escola eu não era exatamente o melhor, então era o meu único caminho”, disse Marmoush à DFL, a federação alemã de futebol.

Nascido e criado na capital do Egito CairoMarmoush, como muitos, sonhava com uma vida no futebol desde muito jovem. Embora ele diga que seus pais estavam inicialmente céticos em relação ao seu amor pelo esporte e esperavam que ele se concentrasse mais em sua educação, ele logo os conquistou.

“Depois que comecei a dar passos maiores, eles viram o potencial e disseram: ‘Ok, você consegue fazer isso.’ Eles me apoiam todos os dias, são a coisa mais importante da minha vida”, disse Marmoush.

Marmoush começou a jogar em Cairoda American International School, onde também frequentava aulas. O treinador de futebol da escola, Ahmed Elagroudy, ainda se lembra dele quando era jovem.

Os jogadores egípcios Omar Marmoush e Mo Salah comemoram.
Omar Marmoush (número 20) desempenha um papel dinâmico no ataque do EgitoImagem: Mohamed Asad/XinHua/aliança de imagens

“Como Marmoush estava na sétima série, era óbvio que ele seria um jogador de futebol brilhante. Pude ver isso em campo, ele era um dos nossos principais jogadores”, disse Elagroudy à DFL.

Os pontos fortes que fazem Marmoush se destacar hoje já eram evidentes no Cairo. “À medida que ele crescia, as coisas ficaram ainda melhores. Começou a ficar claro que ele era um grande goleador, era como se o seu pé sempre soubesse o caminho para o gol.”

Elagroudy encorajou seu pupilo a saltar para o Wadi Degla, time vizinho da Premier League egípcia. Depois de apenas algumas semanas nas categorias de base, ele foi promovido ao time titular e causou impressão suficiente para representar o Egito na Seleção Sub-20. Copa das Nações Africanas (AFCON) em 2017.

Um começo difícil na Bundesliga

Aparência AFCON de Marmoush capturada Wolfsburgo de olho, e o time da Bundesliga atraiu o atacante de 18 anos para a Alemanha, contratando-o para sua reserva. Por mais emocionante que tenha sido o salto para a Europa, foi uma transição difícil.

“Não foi fácil deixar minha família, amigos e país para vir morar aqui na Alemanha, onde não conheço o idioma, a comida, tudo, honestamente”, disse Marmoush. “E este foi o maior desafio, não só jogar nestas condições europeias e com a rapidez do futebol, mas também no lado mental. Levei algum tempo a aprender como viver aqui.”

Três anos depois, aos 21 anos, Marmoush chegou ao time titular do Wolfsburg para estrear na Bundesliga.

Omar Marmoush jogando pelo VfB Stuttgart contra o Bayern de Munique
Marmoush marcou 3 gols em 21 partidas da Bundesliga pelo Stuttgart na temporada 2021/22.Imagem: Michael Weber/imago imagens

Empréstimos para a então segunda divisão São Paulo e mais tarde Estugarda demonstrou flashes de brilho, mas ele estava longe de ser um nome familiar. Apesar de alguns gols espetaculares, a temporada 2022-23 foi a última de Marmoush no Wolfsburg, quando ele rumou para o sul, para Frankfurt, naquele período de entressafra.

Favorito dos fãs de Frankurt e impacto no Egito

O Eintracht de Dino Toppmöller – onde a alta pressão e o jogo rápido e direto são reis – provou ser a escolha perfeita para Marmoush. Ele marcou 16 gols, o melhor de sua carreira, em todas as competições na campanha anterior, estabelecendo as bases para a excelente forma desta temporada. As atuações de Marmoush também levaram ao florescimento de uma parceria de ataque com Hugo Ekitike. Resumindo, não é surpresa que haja relatos de que o Liverpool, time da Premier League, esteja interessado em contratar o egípcio.

Sua excelente forma também consolidou o papel de Marmoush na seleção egípcia. Embora elegível para jogar pelo Canadá porque seus pais trabalharam lá por tempo suficiente para ganhar a cidadania, ele optou por representar seu país de nascimento e fez sua estreia pela equipe completa em 2021. Ele jogou todas as partidas do adiado AFCON de 2022, no qual Egito terminou em segundo lugarantes de marcar no torneio dois anos depois, quando o Egito caiu nos pênaltis.

Marmoush é agora um internacional estabelecido e regularmente corre ao lado de um herói pessoal Mo Salah, do Liverpoll.

“É um grande prazer. Fico muito feliz quando estou na seleção nacional e jogando com um dos melhores jogadores do mundo. Aprender com ele, tanto em campo como fora dele, e como ele trabalha e seu profissionalismo (Salah) é como um irmão mais velho para mim”, disse Marmoush.

Aos 32 anos, o tempo de Salah como líder da seleção egípcia está chegando ao fim, abrindo a porta para Marmoush ser o próximo ponto focal do ataque. Tendo se estabelecido como tal em Frankfurt, sua próxima tarefa é se destacar na galáxia de estrelas do City.

Editado por: Jonathan Harding



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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre

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Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.

A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.

O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.

Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.

A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.

A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.

Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.



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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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