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Como melhorar a eficiência dos benefícios fiscais – 17/11/2024 – Que imposto é esse

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Eduardo Cucolo

Gastos tributários são políticas públicas. Mas esses e outros incentivos fiscais não passam pelo mesmo crivo a que estão submetidos os gastos diretos previstos no Orçamento, geralmente atrelados a objetivos, metas e indicadores, com um órgão responsável pelo seu controle e implementação.

Os gastos tributários, por outro lado, nascem sem esses requisitos. Na maioria dos casos, também não há prazo para fim dessa política, nem previsão de avaliação de resultados para manutenção do benefício.

Agustin Redonda, pesquisador do CEP (Council on Economic Policies), think tank internacional voltado para políticas econômicas para a sustentabilidade, afirma que falta de transparência ou opacidade é uma característica comum aos gastos tributários em diversos países.

Mais da metade das jurisdições nunca emitiram um relatório sobre essas renúncias. Entre aqueles que divulgam, nem sempre as informações são de qualidade. “É uma caixa preta em muitos países. Não em todos, mas em muitos”, diz o especialista, que participa de um trabalho sobre o tema com a FGV (Fundação Getulio Vargas).

No Brasil, há o contraste entre as informações da Receita Federal e os números sem padronização apresentados pelos estados. Nesse caso, dependemos do trabalho de instituições como a FGV ou a Fenafisco (federação das receitas estaduais), que divulgaram recentemente trabalhos sobre o assunto.

Os dados internacionais coletados por Redonda apontam que, na média dos últimos 30 anos, a receita perdida com renúncias se situa em cerca de 4% do PIB (Produto Interno Bruto), considerando as informações conhecidas —o número será atualizado em breve em um novo trabalho sobre o tema.

No Brasil, estamos formalmente próximos dos 7% do PIB. São números significativos e que justificam um controle mais rigoroso dessas políticas.

Não se trata de condenar ou abolir os mecanismos de renúncia fiscal, mas de responder a algumas perguntas. A desoneração da cesta básica está chegando integralmente ao consumidor? O Simples Nacional, no seu formato atual, está contribuindo para formalização das empresas ou sendo usado para reduzir a carga tributária de pessoas com renda milionária? O benefício da Zona Franca de Manaus levou desenvolvimento à região ou seria hora de reduzir o incentivo fiscal e aumentar os investimentos federais na Amazônia, possibilidade aberta pela reforma tributária?

O novo sistema tributário, aliás, nasce com a previsão de que os benefícios fiscais dos impostos sobre o consumo passem, a cada cinco anos, por uma avaliação de custo-benefício e impacto na promoção da igualdade entre homens e mulheres. Não há garantia de que serão revistos, mas se isso ocorrer o aumento de arrecadação deverá ser compensado por redução da alíquota geral.

Divulgar relatórios regulares com informações padronizadas e estabelecer objetivos para essas políticas de incentivo são recomendações internacionais que também podem ajudar o Brasil a melhorar o uso de incentivos fiscais.

A divulgação dos benefícios por CNPJ, feita atualmente pela Receita Federal, e o projeto da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda de avaliar o impacto social e ambiental dessas renúncias, também vêm em boa hora. Todo benefício tributário deve atender a critérios de eficiência, equidade e sustentabilidade, em linha com as políticas públicas do Orçamento.


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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre

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2026.09.24 Visita ao laboratório Charles Mérieux (2).jpg

A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.

O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.

A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre

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2026.09.25 Visita da Academia Acreana de Letras (2).JPG

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.

As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.

“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”

O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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