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Como melhorar a felicidade no trabalho em 2025; especialista dá as dicas

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Ano novo, emprego velho. Calma, tem como melhorar sua felicidade no trabalho em 2025. Especialistas dão dicas para pequenas mudanças que podem fazer uma enorme diferença na sua rotina, seja ela qual for.

É necessário desenvolver o controle das emoções, ser gentil, ter em mente os objetivos que se tem no trabalho, produzir com qualidade e manter uma boa relação com os colegas.

Ter a capacidade de entender e controlar suas emoções em situações diversas é essencial para ter essa habilidade, principalmente naqueles momentos de estresse e ansiedade que faz com que muitas pessoas cheguem ao extremo e pensam até mesmo em pedir demissão, ensina Thais Requito, uma das maiores especialistas em Mindfulness no Trabalho do Brasil e membro do Centro de Mindfulness de Oxford

Equilíbrio é tudo

Mindfulness é uma técnica de desenvolvimento pessoal para atingir um estado de presença e consciência intencional do corpo e da mente.

E Thais Requito, disse à cartacapital  que é importante concentrar a atenção em cinco aspectos específicos, que estão interligados:

  • Conexão com os colegas de trabalho,
  • Automotivação gentil,
  • Construção de significado,
  • Produtividade sustentável e
  • Autorregulação.

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O que fazer

Seja gentil com você! Meta e resultados são importantes, mas o caminho para alcançá-los deve ser leve, principalmente aceitar suas próprias falhas. Não se critique tanto, crie um ambiente favorável para o seu crescimento, isso irá aumentar sua sensação de produtividade e realização.

  • Construção de significado

O pilar principal da felicidade no trabalho está ligado diretamente ao seu propósito. Tenha em mente que quando você tem uma visão clara dos seus valores, sua habilidade e onde você deseja chegar, a satisfação profissional passa a ser parte do seu dia a dia. E nunca se esqueça: é o progresso, não a perfeição, que nos move para frente.

  •  Produtividade sustentável

Você não precisa se matar de trabalhar para ser produtivo. Longos períodos de trabalho só levam ao esgotamento físico e mental, roubando sua energia e criatividade. O segredo está no equilíbrio em momentos de foco intenso seguidos de pausas estratégicas. Essas pequenas atitudes não são um desperdício, mas necessário para clarear a mente e voltar ainda mais concentrado as atividades.

  •  Conexão com colegas de trabalho

O trabalho não precisa ser um momento solitário. Quando você cria conexões verdadeiras com seus colegas, o ambiente se transforma em algo muito mais do que apenas um lugar para cumprir tarefas, se torna um ambiente de inspiração e crescimento mútuo. Compartilhar ideias, risadas e desafios fortalece os laços e traz um senso de pertencimento que faz toda a diferença.

Saúde mental

Nunca se esqueça que sua saúde emocional impacta diretamente na sua felicidade e com certeza na sua produtividade.

A felicidade no trabalho começa com pequenas escolhas diárias: cuidar da sua saúde emocional, ser gentil consigo mesmo, cultivar um propósito claro e construir relações que inspirem.

Se você adotar essas práticas, o trabalho vai deixar de ser um fardo e se tornar uma jornada de aprendizado, conexão e, acima de tudo, prazer.

Está na hora de fazer isso acontecer, e tudo começa agora.

Thais Requito é uma das maiores especialistas em Mindfulness no Trabalho do Brasil, membro do Centro de Mindfulness de Oxford e produtividade sustentável. Foto: projetodraft/site



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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